O outono e os problemas de saúde comuns nesta época do ano

O doutor Clóvis Cechinel, integrante do corpo clínico do Laboratório Frischmann Aisengart, orienta como prevenir as alergias

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Terminado o verão, a temperatura vai, gradativamente, mudando após o início do outono. É nesse momento em que as pessoas voltam a usar as roupas que estavam guardadas no armário e passam a ficar mais tempo em lugares fechados.

Segundo o doutor Clóvis Cechinel, médico do trabalho e integrante do corpo clínico do Laboratório Frischmann Aisengart, a consequência dessa mudança de comportamento é o aumento de problemas de saúde bem conhecidos da população, como as alergias, principalmente a rinite alérgica e a asma, que começam a incomodar nesse período do ano.

“A alergia é uma reação exagerada do sistema imunológico de pessoas predispostas quando entram em contato com certas substâncias denominadas alérgenos. Mais de 25% da população mundial tem alergia, sendo a asma (ou bronquite) e a rinite alérgica as mais comuns. A asma é a mais grave delas e sua frequência vem aumentando em todo o mundo, de forma que ela está atualmente, presente em torno de 10% na população mundial. A doença é mais prevalente em crianças e adolescentes, entre 6 e 14 anos, do que em adultos e acomete 20% deles”, explica a médica.

 Mas, para acabar com esse incômodo e prevenir o aumento das reações alérgicas, a endocrinologista dá algumas dicas:

– retire de casa, principalmente do quarto, objetos que acumulem poeira: bichos de pelúcia, livros, revistas, caixas, cortinas e tapetes;

– antes de usar as roupas que estavam guardadas, é bom deixá-las ao sol, em ambiente ventilado, e lavá-las antes de usar;

– mantenha a casa arejada e evite umidade;

– utilize panos úmidos para a limpeza da casa e evite o uso de vassoura ou espanador e aspirador de pó, porém, se necessário, utilize os com filtro HEPA;

– forre os colchões e travesseiros com capas impermeáveis que permitam a limpeza diária;

– evite animais domésticos dentro de casa;

– não utilize material de limpeza na casa ou perfume no corpo com odor forte;

– não fume ou fique próximo de fumantes.

 

 

 

Pneumonia pneumocócica

A doença atinge mais de 1 milhão de pessoas, mas pode ser prevenida através de vacina e simples cuidados.

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Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) todos os anos cerca de 1.5 milhão de pessoas morrem por infecções provocadas pela bactéria pneumococo, a maioria são crianças com menos de cinco anos e idosos. Esse número poderia ser inferior caso médicos e pacientes lembrassem que essa doença pode ser evitada através da vacina e de hábitos mais saudáveis no dia a dia.

Adultos acima de 50 anos estão mais propensos a ficarem doentes por conta do enfraquecimento do sistema imunológico, por isso a importância da vacinação para essa faixa etária. As vacinas pneumocócicas previnem infecções causadas pelo pneumococo que causam pneumonia e meningite.  Há tipos de vacinas de acordo com a idade, a vacina conjugada faz parte do calendário de vacinação das crianças entre 2 e 6 meses com reforço entre 12 e 15 meses; a vacina 10 valente tem composição de 10 tipos de pneumococos e a 13 valente tem 13 tipos de pneumococo e é a recomendada para os adultos.

Identificar a pneumonia não é fácil pois inicialmente ela pode ser confundida com gripe ou resfriado. Saber diferenciar cada doença torna-se primordial para que o paciente busque um tratamento mais eficaz. Resfriado e gripe são transmitidos por vírus, o que diferencia cada um é que o resfriado tem uma duração menor e é mais leve. Já a pneumonia é uma infecção que pode ser provocada por bactéria, vírus e até fungos, mas com potencial de gravidade. A prevenção vem de hábitos simples como lavar bem as mãos, tomar a vacina e evitar ambientes aglomerados.

Infectologista faz alerta sobre risco de doenças ligadas à água contaminada

Especialista enumera quais são as doenças transmitidas por água que não é devidamente tratada

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Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), a falta de saneamento básico, aliada ao uso inadequado da água na agricultura, são as principais ameaças às reservas de água doce do planeta.

A falta deste recurso tem sido um tema muito debatido no Brasil. Segundo Jaime Rocha, infectologista, o acesso à água tratada e a gestão dela é essencial para a sobrevivência da espécie humana, não somente para prevenir a morte por desidratação, mas também para reduzir o risco de doenças relacionadas com a água contaminada, promover as necessidades básicas de higiene e ainda na preparação e consumo dos alimentos.

Rocha elenca que as doenças transmitidas por ingestão de água e de alimentos contaminados são a diarreia, de uma forma geral, com destaque para a diarreia dos viajantes, hepatite A, verminoses, cólera, febre tifoide e poliomielite. O especialista explica que essas enfermidades são transmitidas através da ingestão de líquidos ou alimentos contaminados com vírus, bactérias ou parasitas. Os principais sintomas são febre, mal estar, náuseas, vômitos e diarreia.

No caso de viajantes, os cuidados que devem ser observados para não adquirir estas doenças são: usar somente líquidos engarrafados ou enlatados abertos na hora do consumo, não ingerir sucos naturais ou outras bebidas com gelo em locais duvidosos, preferir alimentos assados e cozidos, não ingerir carnes cruas ou mal assadas, preferir as frutas que possam se descascadas, lavar as mãos antes e após preparo de alimentos ou refeições, observar a higiene nos locais de preparo dos alimentos, evitar alimentos produzidos com ovos crus, como maionese e mousses.

Além disso, é indicado fazer a vacina para a hepatite A de uma forma universal e, para os viajantes, considerar a vacina contra febre tifoide e cólera.  “Se apresentar algum sintoma, mantenha a ingestão de líquidos e procure a assistência médica”, reforça o infectologista.

O especialista ainda dá dicas de medidas que podem ser adotadas por qualquer um de nós para contribuir para a preservação da água:

  • Não jogue lixo nos rios e nos lagos;
  • Reutilize a água quando possível (a água utilizada para lavar roupa pode, por exemplo, ser reutilizada na limpeza do chão da cozinha ou na limpeza das calçadas);

Oncologista explica o acompanhamento pós-tratamento de câncer

De acordo com Jerusa Miqueloto, médica do Frischmann Aisengart, com o diagnóstico precoce a possibilidade de cura é de mais de 90%

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O câncer é um conjunto de mais de cem doenças que, em comum, têm a existência da célula cancerígena. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer – INCA -, mais de 12 milhões de pessoas no mundo são diagnosticadas todo ano com câncer. No Brasil, o INCA calculou que houve 580 mil casos novos da doença no ano passado.

Segundo Jerusa Miqueloto, oncologista do Laboratório Frischmann Aisengart, há muito tempo o câncer, de um modo geral, não é considerado uma doença fatal. Isso porque, quando o tumor é detectado no estágio inicial, a possibilidade de cura é de mais de 90%. “Por este motivo nós, médicos, insistimos tanto na questão da Medicina Preventiva e na realização dos exames periódicos. No caso do câncer, o sucesso do tratamento tem uma ligação direta com o diagnóstico precoce”, enfatiza.

Como os tratamentos contra o câncer têm sido cada vez mais eficazes, a Dra. Jerusa relata que um dos temas de grande destaque no momento é o acompanhamento pós-cura. “Os cuidados de que o paciente vai precisar são inquestionáveis, já que o corpo fica debilitado e exige um acompanhamento cauteloso”, diz. Mas cada caso é diferente, e vai ser analisado de acordo com o tipo e a extensão da doença, os remédios e a terapia usados, além da idade e das condições clínicas da pessoa.

Para a oncologista, a recuperação dos efeitos da quimioterapia e da radioterapia costuma levar entre três e seis meses. No caso de cirurgias, como a retirada de um órgão, a recuperação pode se efetivar em ainda mais do que um semestre, dependendo da gravidade do procedimento.  Quanto à imunidade, a Dra. Jerusa relata que ela é normalizada depois de cerca de um mês de terminada a quimioterapia ou a radioterapia. “Isso se não houver complicações, como a queda dos glóbulos brancos”, pondera.

A Dra. Jerusa exemplifica que, nos casos em que há cirurgia ou consumo de medicamentos muito tóxicos, poderá haver restrições alimentares mais severas. Em geral, segundo a especialista, indica-se o consumo de alimentos com rápida digestão, fracionamento das refeições ao longo do dia, evitar alimentos gordurosos e muito quentes. Para quem sofre com as náuseas e feridas na boca decorrentes do tratamento, uma opção são os sorvetes, que alimentam e são bem tolerados. “Temos que lembrar que, nesta fase pós-tratamento, o paciente está muito sensível, sendo recomendável a prescrição de uma dieta com todos os nutrientes necessários. Tudo com o objetivo de acelerar a recuperação da saúde”, afirma.

Uma indicação da médica para esta fase é a prática de exercícios físicos, porque garantem disposição extra para suportar o pós-tratamento. “Mas precisam ser leves e feitos sob supervisão”, alerta.

Por fim, a Dra. Jerusa lembra que, depois da cura, consultas frequentes serão agendadas para a avaliação da recuperação e para o acompanhamento do estado clínico do paciente. Normalmente, estas consultas vão acontecer com a frequência em torno de: a cada 3 a 6 meses nos primeiros três anos, a cada 6 a 12 meses nos 2 anos subsequentes e, posteriormente, anualmente. Isso porque, quando existe, a maioria das recorrências de câncer acontece nos primeiros cinco anos após o tratamento.

Cuidado precoce para a saúde dos rins

Jerusa Miqueloto, hematologista do Laboratório Frischmann Aisengart, é quem fala sobre o assunto

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Estudos mostram que 10% da população do mundo têm Doença Renal Crônica.  Na população com 75 anos ou mais, este percentual chega a perto de 50%. Segundo Jerusa Miqueloto, hematologista do Laboratório Frischmann Aisengart, um dos principais motivos destes altos índices são os diagnósticos tardios de pessoas com disfunções nos rins. “Muitos pacientes, antes de começar a fazer hemodiálise, nem sabem que são doentes renais crônicos e acabam sendo atendidos numa emergência”, explica.

A Dra. Jerusa conta que os testes de detecção, que podem ser de urina ou de sangue, devem ser realizados sistematicamente em pacientes com alto risco para a doença. São considerados fatores de risco problemas como o diabetes, pressão alta, doença renal na família, idade avançada e doenças cardiovasculares.

A médica descreve que, visando à prevenção da disfunção nos rins, existem cuidados que podem ser tomados como manter a pressão alta sob controle, fazer exame de urina para detectar proteína e fazer exame de sangue para dosar a creatinina. “Mais do que ações para diagnóstico e para tratamento, é necessária a prevenção da doença”, avalia.

Após o diagnóstico do problema, que leva à perda da função de filtragem dos rins, vem o tratamento, que acompanha o progresso da doença. “Na fase inicial o paciente precisa fazer uma mudança na dieta. Caso o paciente tenha pressão alta e diabetes, tomar medicamentos para controlar, além de remédios para reduzir a eliminação de proteínas pelos rins. Já na fase mais avançada da insuficiência renal, são necessárias realizações de sessões de diálise, uso de medicamentos específicos e, em alguns casos, o transplante renal”, revela.

Sete frutas típicas da estação para aproveitar o melhor do outono

Engana-se quem pensa que as frutas são a cara do verão: veja como manter a saúde em dia nos meses mais frios do ano

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O consumo de frutas frescas como hábito saudável é geralmente associado à primavera e ao verão. Por isso, a qualidade da alimentação de algumas pessoas costuma diminuir bastante nos meses mais frios. Somada a isso, está a velha desculpa de que no outono e no inverno a fome, especialmente por doces e alimentos calóricos, aumenta.

Como resultado, meses de alimentação balanceada e saudável são deixados de lado. Além de uns quilinhos a mais, este hábito pode comprometer a boa saúde conquistada nos meses mais quentes. No entanto, é possível, sim, aproveitar as temperaturas mais amenas para cuidar bem da saúde e se alimentar bem. Engana-se quem pensa que o outono não oferece boas opções para uma alimentação saudável, pois há muitas frutas próprias da época que podem ser consumidas sem medo.

Para comprovar, confira sete opções saborosas e saudáveis das melhores frutas da estação:

Abacate – Se você evitava esta fruta pelo alto teor de gordura, não se preocupe. O abacate é rico em gordura boa que aumenta o colesterol bom e ajuda a combater o ruim. Esta propriedade ainda confere mais viço e elasticidade à pele. Outras vantagens da fruta, que pode ser consumida como sobremesa ou parte da salada, são a alta concentração de ferro e magnésio, além de vitamina C.

Banana – Fruta símbolo do Brasil, a banana é também a mais consumida pelos brasileiros. Fonte de potássio, é excelente para a saúde dos músculos e do coração. Além disso, seu alto valor calórico funciona como uma saudável fonte de energia.

Caqui – Esta é uma das preferidas da estação. Seu sabor doce agrada a diversos paladares e cai muito bem como uma sobremesa bastante saudável. Apesar de doce, é pouco calórico e fonte de ferro, cálcio e vitaminas A, B1, B2 e C. Suas principais vantagens são a saúde da pele e dos olhos.

Carambola – Esta fruta altamente refrescante e hidratante é também bastante diurética e por isso deve ser evitada apenas por pessoas que têm problemas renais. Se este não é seu caso, aproveite o alto teor de vitaminas A, C e do complexo B.

Figo – Fonte de zinco e fibras, o figo contém alto teor de antocianidina, substância de poder antioxidante presente em alimentos de coloração roxa. Porém a fruta deve ser consumida com moderação devido ao alto índice glicêmico. Além disso, prefira a variedade orgânica, já que as produzidas em larga escala têm alta concentração de agrotóxicos em sua casca.

Goiaba – Seja na variedade vermelha ou branca, a goiaba possui alta concentração de cálcio, fósforo e ferro, além de muita fibra. E o melhor: contém pouco açúcar e gordura. A fruta é ideal para cuidar da saúde dos dentes e dos ossos, além de ser benéfica para o coração.

Tangerina – Riquíssimo em vitamina C e vitamina A, o suco de tangerina é um ótimo aliado contra gripes e resfriados e costuma fazer muito sucesso nesta época do ano. Mas, assim como a laranja, é preciso ser consumido com moderação devido ao alto teor de açúcar.

Alfarroba é alternativa light para substituir o chocolate

Rico em vitaminas e minerais, fruto tem sido utilizado em algumas receitas em substituição ao cacau. Saiba quais são as diferenças entre eles

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Dá até para confundir o sabor e a textura da alfarroba com a do chocolate. O fruto, que vem sendo utilizado em receitas para substituir o cacau, é rico em vitaminas A, B2, B3, B6 e D, minerais, possui baixo teor de gordura e é isento de lactose e de glúten. Segundo a especialista em Endocrinologia, que integra o corpo clínico do Laboratório Frischmann Aisengart, Myrna Campagnoli, a alfarroba pode ser uma ótima alternativa para os intolerantes à lactose ou pessoas que estão de dieta para emagrecer.

“A alfarroba tem sido utilizada como substituta do cacau em várias receitas, pois além da consistência, seu sabor e aspectos lembram muito o chocolate. A diferença é que ela possui menor teor de gorduras. Como não possui leite na sua composição, também tem sido procurada por intolerantes à lactose e pessoas que seguem dieta vegana”, salienta a médica.

Nutricionalmente, a alfarroba é tão rica em nutrientes quanto o cacau, que também possui várias vitaminas. Por isso, de acordo com a médica, não há necessidade da substituição integral de um pelo outro. Até porque, embora tenha menos gordura, a alfarroba também é calórica e deve ser consumida com moderação. “Na verdade, ela é mais uma alternativa na rotina alimentar, que possui bom valor nutricional e sabor agradável”, aponta a especialista.

Para quem se interessou e quer arriscar algumas receitas com a alfarroba, basta procurá-la em supermercados e casas de produtos naturais. Ela já pode ser encontrada em várias versões: em pó, barras, gotas, creme, entre outros. “Na hora da compra, a dica é a mesma para a escolha do chocolate. Procure pela versão com menos açúcares e gorduras”, lembra a Dra. Myrna.

Frischmann Aisengart oferece teste NS1, que permite detecção precoce da dengue

O exame detecta a doença de forma mais eficaz que os demais métodos utilizados

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O Laboratório Frischmann Aisengart oferece o teste NS1, procedimento que permite a detecção precoce da dengue e que consiste em um exame de sangue para verificação do antígeno NS1.

O teste tem sido desenvolvido nos últimos anos e é mais rápido e eficaz do que os disponíveis atualmente, apresentando alta sensibilidade e especificidade diagnóstica, o que permite uma confirmação precoce da infecção pelo vírus da dengue logo após o início dos sintomas. Sua finalidade é detectar a infecção pelo vírus da doença antes do aparecimento dos anticorpos da classe  IgM/IgG, que é o princípio diagnóstico da maioria dos testes.

Segundo Jaime Rocha, infectologista do Frischmann Aisengart, o teste auxilia tanto médicos quanto pacientes, além de agregar valor ao tratamento da doença. “Com a detecção precoce é possível realizar um diagnóstico mais preciso e, assim, obter decisões mais acertadas para cada caso. Além disso, ela permite o início mais rápido do tratamento de suporte, a não-recomendação de medicamentos contra-indicados para pacientes infectados pelo vírus, contribuindo, assim, para a diminuição da mortalidade devido às complicações da mesma”, afirma.

O NS1 é detectável até o sétimo dia de dengue com segurança e apresenta vantagem sobre a técnica de detecção de anticorpos da classe IgM (imunoglobulina M) antidengue. Esta não pode ser utilizada para diagnóstico na fase aguda da doença porque a IgM se torna detectável entre cinco e dez dias depois do aparecimento da febre, em casos de infecção primária e, algumas vezes, é de difícil detecção em infecções secundárias. Por isso, costuma ser utilizada somente a partir do sexto dia da doença. “Nesse momento, o paciente pode ter sarado ou evoluído para um quadro mais grave”, conclui Rocha.

O exame ainda não tem cobertura por parte dos planos de saúde e é considerado de custo intermediário, se comparado com os demais procedimentos utilizados atualmente para a detecção da doença.

 

Para agendar o exame, ligue para (41) 4004.0103  ou acesse: http://www.labfa.com.br/

 

 

 

Frischmann Aisengart tem atendimento domiciliar especial para crianças: a Coleta Kids

O Laboratório Frischmann Aisengart tem um atendimento domiciliar exclusivo para as crianças.

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Com o objetivo de realizar um serviço ainda mais humanizado, o Laboratório conta com uma equipe especializada para realizar coletas em crianças. Este serviço resulta em um maior conforto, já que, em muitos casos, a permanência da pessoa no seu domicílio, principalmente no caso de crianças e idosos, é muito importante para diminuir as dificuldades e evitar desconfortos.

Os atendimentos são feitos com hora marcada e o paciente é atendido por uma equipe especializada. Os únicos exames que não podem ser coletados em domicílio são os que necessitam de um período maior de permanência no laboratório, como os exames de curvas glicêmicas ou exames que precisam de acompanhamento médico como, por exemplo, testes de estímulo. As coletas são realizadas de segunda a sábado e podem ser agendadas pelos telefones (41) 3013-6424 ou (41) 33013-2211.

Qual é o papel da vitamina D?

Ela é utilizada como fonte por células envolvidas na formação de tecido ósseo, que criam novos tecidos e eliminam partes danificadas.

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Ela é utilizada como fonte por células envolvidas na formação de tecido ósseo, que criam novos tecidos e eliminam partes danificadas. Sem isso, os ossos ficam quebradiços ou malformados. Os raios ultravioleta penetram pela pele e reagem com a substância 7-Dehidrocolesterol, que se transforma na vitamina D3. Depois vai para o fígado pela corrente sanguínea e vira calcifediol. Finalmente, vai para os rins e se torna a vitamina D, que é distribuída então para todo o corpo. Agora que você já sabe, não deixe de tomar sua dose diária de sol, de acordo com as recomendações médicas.

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