Como evitar as micoses de verão

Sol, calor e umidade formam o cenário ideal para o aparecimento de micoses

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Com a chegada da estação mais quente do ano, crescem os casos de proliferação de fungos e microorganismos. Eles podem provocar infecções incômodas e persistentes, chamadas de micoses de verão. Calor, areia, praia, piscina e o aumento da transpiração, comum neste período, formam o cenário ideal para o surgimento da doença. “Unhas, virilhas e pés são as regiões mais atingidas, pois tendem a acumular com facilidade umidade e sujeira”, alerta o infectologista Jaime Rocha, do Laboratório Frischmann Aisengart.

Geralmente, as micoses se iniciam como uma lesão avermelhada. Logo provocam coceira e escamação da pele. No caso das unhas, as micoses podem provocar deformação e descolamento. O infectologista avisa que evitar sapatos apertados, procurar secar bem as dobras do corpo e não compartilhar roupas e toalhas são algumas medidas de prevenção bastante eficazes.

Ao detectar o problema, é fundamental consultar um especialista. “O tratamento pode envolver administração de medicamentos orais e tópicos, de acordo com o local atingido e com a extensão da infecção, que pode ser superficial ou profunda. Quanto mais cedo o problema for detectado, mais rápido será o tratamento”, explica o médico. E complementa: “o paciente nunca deve se automedicar”.

A micose é facilmente confundida com outras doenças e o uso de medicamentos indevidos pode agravar a situação. Conforme avaliação médica, podem ser necessários exames de raspado e cultura da lesão para confirmar o diagnóstico.

 

Medidas para evitar micoses de verão

  • Não compartilhe toalhas e roupas, mesmo com pessoas conhecidas;
  • Evite andar descalço em pisos úmidos e públicos;
  • Procure secar bem as dobras do corpo;
  • Evite usar calçados fechados por muito tempo;
  • Não use calçados apertados;
  • Evite o uso de meias que não sejam de algodão (o algodão deixa a pele respirar e não retém o suor);
  • Não utilize lava-pés de piscinas e saunas;
  • Só utilize tesouras, lixas de unha e alicates de cutícula próprios ou esterilizados.

Cuidados com a alimentação das crianças nas férias de verão

O alerta é de Myrna Campagnoli, endocrinopediatra do Frischmann Aisengart

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O melhor caminho para manter a saúde das crianças nas férias de verão é o planejamento. Rever os horários e adaptar a rotina das refeições sem prejuízo, analisando se a criança ficará em casa ou se viajará, se fará atividades físicas ou ficará em frente à televisão, para assim encontrar alternativas que garantam o seu bem-estar. Este é o primeiro conselho de Myrna Campagnoli, endocrinopediatra do Frischmann Aisengart, que lembra que “a saúde não entra em férias”.

Refrigerantes, salgadinhos e fast-food costumam ser pedidos com grande frequência pelas crianças nas férias. Quanto ao refrigerante, a Dra. Myrna reforça que esta bebida tem muitas substâncias artificiais e contém valor nutricional quase nulo. Em relação aos salgadinhos, o endocrinologista sugere que eles sejam consumidos, no máximo, até três vezes na semana, em dias alternados, levando em consideração os alimentos que foram consumidos no dia.

Já quanto ao fast-food, a Dra. Myrna diz que, se a criança tem um hábito alimentar saudável e o consumo de fast-food for esporádico e equilibrado, o ideal é limitar o consumo e negociar um prazo quinzenal para tal. Mas a médica reforça que esse tipo de alimentos são ricos em calorias e gorduras.

Para estimular hábitos alimentares saudáveis, a Dra. Myrna dá algumas sugestões:

– Escolha e prepare junto os alimentos – Vá ao supermercado, à feira ou à quitanda com seu filho. Escolha os alimentos junto com ele e, depois, peça para que ele ajude a preparar a comida com você, nem que seja só lavar as verduras de uma salada. Certamente seu filho vai sentir mais prazer em comer aquilo que ele mesmo ajudou a preparar.

– Refeição em família – Fazer as refeições em horários regulares e em família é extremamente saudável, não só para o corpo, mas também para o fortalecimento emocional de seu filho. E, se possível, desligue a TV durante as refeições para estimular o diálogo entre vocês.

– Sinceridade e respeito – Seja sempre sincero para seu filho sobre o que ele está comendo. E lembre que ele tem paladar e que deve ser respeitado quando diz que não gosta de determinada comida.

Comodidade e agilidade do Web Exame

Sistema é inovador no Paraná

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O Web Exame do Frischmann Aisengart comemora neste mês de janeiro um ano. O sistema, inédito no Paraná, vem agilizando o atendimento dos clientes. Com o Web Exame o cliente acessa o site do Frischmann (www.labfa.com.br) e faz o seu cadastro on-line, a qualquer horário.

Após este cadastro validado o Laboratório encaminha ao cliente um e-mail com seu número de protocolo para atendimento. Chegando a unidade escolhida, o cliente apresenta este número e é automaticamente direcionado para realizar a coleta de seus exames.

Além de inovador, o Web Exame proporciona mais agilidade aos clientes. Ele possibilita que as pessoas façam uma parte importante do processo em seu computador, no conforto de suas casas. O Web Exame está disponível para a realização da coleta nas unidades Alto da XV, Bacacheri, Barigui, Barão, Batel, Carmo, Fontana, Portão, Santa Felicidade, São José dos Pinhais, Sete de Setembro e Xaxim. Para mais informações acesse: www.labfa.com.br.

Vacinas e cuidados de saúde para viajantes

As orientações são de Jaime Rocha, infectologista e especialista em Medicina do Viajante do Laboratório Frischmann Aisengart

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Os turistas estão sempre atrás dos melhores destinos, e alguns deles podem apresentar algum problema de saúde durante a viagem, necessitando por vezes de internação, gastos adicionais, perda da viagem ou situações de risco. De acordo com Jaime Rocha, infectologista e especialista em Medicina do Viajante do Laboratório Frischmann Aisengart, os principais riscos a que um turista pode se expor estão ligados a diarreias, dengue, malária, hepatite A, tétano, raiva e doenças transmitidas por mosquitos em geral.

Rocha explica que a diarreia é a doença infecciosa mais frequente entre as pessoas que viajam pelo Brasil ou ao exterior. Também conhecida no meio médico com “diarreia do viajante”, costuma ser causada pelo consumo de alimentos, água ou bebidas contaminados por bactérias, vírus ou protozoárias.

O especialista lembra que o número de casos de dengue continua a aumentar no Brasil. Como não há vacina, o turista deve aprender tudo sobre os cuidados contra picada de mosquito, não somente em áreas rurais, mas também em grandes centros.

Em relação à malária, Rocha reforça que o risco real existe em diversos paraísos para os amantes do meio ambiente, como o Pantanal Norte e a Região Amazônica. A prevenção começa com os cuidados contra a picada do mosquito transmissor da doença até, em casos de maior risco, uso de medicações profiláticas. “Um erro comum é acreditar que a vacina contra febre amarela protege contra a malária. Estas são doenças muito diferentes”, diz o infectologista.

Quanto à hepatite A, o médico descreve que é uma doença transmitida por água e por alimentos contaminados. Como parte da prevenção está indicada a vacinação para quem não for imune.

Para o tétano, Rocha ressalta que todo viajante deve obrigatoriamente estar com seu esquema de vacina em dia. “Trata-se de uma doença relativamente rara atualmente, graças a uma excelente atividade das vacinas, mas ainda morrem centenas de pessoas vítimas desta grave infecção”. A bactéria do tétano pode ser adquirida através de acidentes, não somente prego enferrujado, mas qualquer trauma com cortes ou contusões em que ocorra contaminação com terra ou material fecal.

O especialista também lembra quais são as principais doenças transmitidas por picadas de mosquitos: malária, dengue, febre amarela e leishmaniose. A principal medida preventiva dessas doenças é evitar a picada de mosquitos, o que pode ser feito por meio de medidas como:

– evitar os períodos de maior circulação dos mosquitos – início da manhã e final de tarde;

– utilizar roupas claras de mangas longas, calças compridas, camisetas/camisas dentro das calças;

– usar repelente à base de pemetrina em roupas, sapatos, redes, material de camping, repetindo a cada três lavagens;

– usar repelente na pele à base de DEET com concentração acima de 35%, repetindo sua aplicação a cada quatro horas, evitando contato com olhos e mucosas.

Cuidados com a desidratação no verão

As orientações são de Myrna Campagnoli, endocrinologista que faz parte do corpo clínico do Frischmann Aisengart

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No verão aumentam as preocupações com a desidratação. A maioria dos médicos recomenda a ingestão de 1 a 2 litros de água por dia, indiferentemente da estação do ano. Uma dica para saber a quantidade mínima de água que você precisa consumir diariamente, basta se pesar no começo do dia e após duas horas de trabalho. A diferença representa o quanto de líquido foi gasto durante as atividades. Se você perdeu 40 gramas, terá que repor 40 ml de água. Isso quer dizer que cada grama corresponde a 1 mililitro. Para se ter uma ideia, um copo representa, em média, 200 ml. É o que revela Myrna Campagnoli, endocrinologista que integra o corpo clínico do Laboratório Frischmann Aisengart.

A médica explica que a quantidade de líquido pode variar, também, se o indivíduo tiver uma alimentação balanceada. “Algumas frutas possuem alto teor de água, como a melancia, por exemplo. Se você come uma fatia, que é composta por 90% de água, a quantidade a ser consumida em líquido diminui”, revela.

A Dra. Myrna explica que a desidratação se caracteriza pela perda excessiva de água, sais minerais e líquidos orgânicos no corpo, que podem impedir que o organismo realize suas funções normais. Ela ocorre se a água eliminada pelo organismo não for reposta. “Isso acontece quando a ingestão de líquidos é insuficiente e pode trazer sérias consequências à saúde”, diz.

A desidratação pode ser classificada de acordo com a gravidade, podendo ser leve, moderada ou grave. “No caso de leve ou moderada, a desidratação pode causar sede exagerada, olheiras, boca e pele secas, dor de cabeça, sonolência e tonturas, além da diminuição da sudorese. No caso mais grave, esses sintomas se intensificam, podendo surgir outros como queda da pressão arterial, convulsões e falência dos órgãos”, revela.

O diagnóstico pode ser feito através de avaliações clínicas e exames. “Geralmente a desidratação é diagnosticada por meio das avaliações médicas, mas, caso necessário, são realizados exames”, conta.

Cuidados com o sol no verão

O alerta é de Jerusa Miqueloto, oncologista do Laboratório Frischmann Aisengart

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A importância do sol para a saúde é inquestionável. Dentre outros efeitos positivos, os raios ultravioleta ajudam o organismo a absorver cálcio, aumentam a resistência do corpo contra doenças infecciosas e exercem interferência direta sobre o humor e o bem-estar das pessoas. Mas a radiação ultravioleta é também a principal responsável pelo desenvolvimento do câncer de pele, o tipo mais frequente da doença entre homens e mulheres, correspondendo por cerca de 25% de todos os tumores malignos registrados no Brasil. É o que afirma Jerusa Miqueloto, oncologista do Laboratório Frischmann Aisengart.

A especialista diz que todos podem desenvolver a doença, mas principalmente as pessoas de pele, olhos e cabelos claros ou ruivos, que sempre se queimam, mas nunca se bronzeiam, ou aquelas pessoas que possuem histórico familiar de câncer na pele. “A prevenção é evitar exposição solar entre as 10 e 16 horas, usar chapéu, camisetas e protetores solares a cada 2 horas”, revela.

Segundo a Dra. Jerusa, o câncer da pele é o crescimento anormal e descontrolado das células que compõem a pele. Estas células se dispõem formando camadas e, dependendo de qual delas é afetada, surgem os diferentes tipos de câncer. Os mais comuns são os Carcinomas Basocelulares e os Espinocelulares. De forma geral, o mais perigoso é o Melanoma Maligno. “Quando detectado precocemente, o câncer de pele apresenta altos percentuais de cura, chegando a 95% nos casos”, diz.

A Sociedade de Dermatologia recomenda a realização do autoexame de pele a cada três meses. Sem roupa e na frente de um espelho, a orientação é observar o corpo todo, incluindo a área genital. Ferida que não cicatriza, sinal com aspecto irregular, uma “pinta” preta ou acastanhada que muda de cor, textura, torna-se irregular nas suas bordas e cresce de tamanho ou uma mancha que continua a crescer apresentando coceira, crostas, erosões ou sangramento devem ser analisados com mais rigor.

De acordo com os profissionais da Sociedade de Dermatologia, uma maneira simples de identificar o melanoma é utilizar o que os dermatologistas chamam de Teste ABCD. A ideia é observar se o sinal ou a pinta apresenta: Assimetria (os dois lados têm formatos e tamanhos diferentes); Bordas irregulares; Cores variadas, principalmente tons de preto e Diâmetro maior que 6 milímetros.

A Dra. Jerusa lembra que, para não prejudicar a saúde e nem acelerar o envelhecimento, é importante se proteger na praia, mas também no dia-a-dia, principalmente nas regiões onde o sol aparece o ano todo. “A regra também vale para os dias nublados, pois a radiação UVA, responsável pelo envelhecimento e pelo aparecimento de melanoma, atinge a Terra durante todo o dia. E lembre-se que a incidência da radiação UVB, causadora dos carcinomas, se intensifica entre 10h e 15h”, finaliza.

Como manter a saúde e a boa forma nas festas de final de ano

Fabiano Sandrini, responsável médico e endocrinologista do Laboratório Alvaro, alerta sobre a importância das refeições regulares

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Com a chegada das festas do final de ano, muita gente se desespera ao pensar na alimentação calórica que irá consumir e, consequentemente, no ganho de peso. O que poucos sabem é que é possível comer de tudo, manter-se saudável e em boa forma.

Segundo Fabiano Sandrini, responsável médico e endocrinologista do Laboratório Alvaro, para isso são necessários alguns cuidados. “Manter-se bem alimentado no pré-festa, isto é, desde o café da manhã, comer alimentos saudáveis e que saciem e fazer refeições regulares ao longo do dia, é fundamental, pois desta forma a pessoa não estará com fome na hora da festa”, explica.

Comer frutas, legumes e alimentos com alto teor de fibras também é uma boa pedida para quem não quer estar com um grande apetite nas comemorações. Além disso, procedimentos básicos para uma boa alimentação devem ser tomados. “Usar pratos menores é o primeiro passo. Depois, vem a escolha dos alimentos. É importante começar pelos legumes, comer lentamente para saborear cada mordida, fazer uma pausa entre um prato e outro”, conta.

Sandrini explica que um ato simples pode fazer diferença se tratando de alimentação. “Fazer uma pequena caminhada após o jantar acaba sendo uma alternativa que só trará resultados positivos”, diz.

Com esses cuidados você aproveita muito mais as festas e não precisa correr atrás do prejuízo. “Tudo deve ser consumido de forma moderada, tanto os alimentos saudáveis, quanto as sobremesas”, conclui.

AIDS não é mais uma doença 100% fatal

A explicação é de Jaime Rocha, infectologista do Laboratório Frischmann Aisengart, neste 01.º de dezembro, Dia Mundial de Luta Contra a AIDS

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Nos anos 80, no início da epidemia, a AIDS era considerada uma doença 100% fatal. Com o passar do tempo ela sofreu enormes transformações e, após o advento dos coquetéis, que nada mais são do que a combinação de medicamentos antirretrovirais, agora é considerada uma doença crônica. É o que afirma Jaime Rocha, infectologista do Laboratório Frischmann Aisengart.

Segundo Rocha, os novos tratamentos transformaram completamente a cara da AIDS. O principal deles é o coquetel, conhecido no meio médico como HAART, que deriva do Inglês e que, traduzindo, significa Terapia Antirretroviral Altamente Efetiva. “Hoje, só morre de AIDS quem descobre tarde demais ou não acompanha a doença adequadamente”, reflete o especialista.

Segundo o Ministério de Saúde, a taxa de AIDS tem permanecido estável no Brasil nos últimos dez anos, com uma média de 20,5 casos para cada 100 mil habitantes. De acordo com o Boletim Epidemiológico 2014, desde o início da epidemia, em 1980, até junho de 2014, o Brasil teve 757.042 casos registrados de AIDS (condição em que a doença já se manifestou), sendo 491.747 (65%) casos em homens e 265.251(35%) em mulheres.

Outra diferença do perfil da AIDS, se comparada com o período de início da epidemia, diz respeito à transmissão entre homossexuais, que prevalecia nos anos 80 e 90. Entre os maiores de 13 anos de idade, ainda segundo o Boletim do Ministério da Saúde, hoje prevalece a transmissão decorrente de relações heterossexuais. “Ou seja, a AIDS não é mais uma doença tipicamente homossexual”, reforça o infectologista.

Quanto à vacina contra AIDS, Rocha diz que ainda estamos distantes de um produto de alta eficácia, seguro e comercialmente disponível. “Realmente nos últimos anos este campo apresentou avanços fantásticos, com testes bastante promissores e esperamos, futuramente, ter novas notícias”, fala.

O especialista lembra que, por ocasião do diagnóstico de AIDS, todo paciente deve fazer uma avaliação clínica geral e exames relacionados a outras Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) e também à própria AIDS antes de se pensar nos exames periódicos de seguimento. Rocha divide os exames a serem feitos da seguinte forma:

– Relacionados à AIDS por ocasião do diagnóstico – CD4, carga viral HIV (estes dois exames são fundamentais para compreender em que momento da doença o paciente se encontra; os testes serão usados para definir se o tratamento já deve ser iniciado ou não). Rotineiramente também se faz a avaliação de exposição à tuberculose com PPD e RX de tórax;

– Avaliação clínica – Conforme a idade do paciente, história pregressa, história familiar ou queixas, haverá ajustes na lista que se segue: Perfil lipídico, função renal e hepática, hemograma com plaquetas e glicemia;

– Outras DSTs – Sempre que o paciente apresenta uma DST, deve-se pesquisar todas as demais. Portanto, um paciente com diagnóstico de AIDS deve realizar pesquisa de hepatites A, B e C, VDRL (sífilis), chlamydia e HPV;

– Exames de acompanhamento: a frequência dos exames e a lista exata de exames depende de diversos fatores mas, como regra, todo paciente deverá ser acompanhado minimamente pelo CD4 e Carga viral, além dos exames clínicos, conforme julgar necessário o médico responsável.

Mais informações nos sites aids.gov.br ou saude.gov.br

Conheça a relação entre alimentos e doenças cardíacas

As orientações são de Fabiano Sandrini, endocrinologista do Laboratório Frischmann Aisengart

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Um estudo realizado pela Sociedade Brasileira de Cardiologia apontou que 31% das mortes causadas por doenças não transmissíveis estão relacionadas a problemas cardiovasculares, ultrapassando as mortes por câncer (16%), doenças respiratórias crônicas (5,8%) e diabetes (5%). E a ligação entre a alimentação e as doenças do coração é enorme. É o alerta de Fabiano Sandrini, endocrinologista e integrante do corpo clínico do Laboratório Frischmann Aisengart.

 

De acordo com o especialista, esta vinculação está diretamente relacionada ao peso, já que a obesidade é um grande fator de risco para doenças do coração. “Além disso, essas doenças estão ligadas à comida rica em gordura, que piora o colesterol, e o consumo de muito sal, que aumenta o risco de hipertensão arterial e, consequentemente, de problemas cardíacos”, afirma.

 

O médico lista que os alimentos considerados benéficos para o coração são os ricos em fibras e em Ômega 3. “Desta forma, deve-se exagerar em saladas e introduzir os peixes nas refeições”, ressalta.

 

Quanto aos alimentos que fazem mal ao coração, o médico elenca os ricos em gorduras e sal. O ideal é reduzir as carnes ricas em gorduras, reduzir as frituras e diminuir bastante o consumo de óleo de cozinha e do sal.

 

O médico lembra que a ligação entre o coração e a alimentação é uma tônica constante de análises médicas e que sempre surgem novas descobertas relevantes na área. “Novas pesquisas mostram, por exemplo, que o café pode ser um vilão do coração, se ingeridas mais de cinco doses da bebida por dia. Outra pesquisa mostra que o consumo maior de frutas está diretamente relacionado à proteção do coração”, exemplifica.

 

Por fim, Sandrini reforça as orientações gerais sobre alimentação: refeições em horários regulares, evitar bebidas alcoólicas, não fumar e praticar exercício regularmente. “Estas são as dicas para promover e evitar doenças, inclusive aquelas que afetam ao coração”.

Orientações sobre como emagrecer de forma saudável

Confira informações fornecidas pela endocrinologista do Laboratório Frischmann Aisengart

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Um dos maiores erros de quem quer perder peso é a pressa. É o alerta de Myrna Campagnoli, endocrinologista do Frischmann Aisengart. “Emagrecer requer mudanças de hábitos de vida como alimentação, atividade física, controle de doenças associadas, suspensão do cigarro, do álcool, dentre outros, e isso não se faz de um dia para o outro”, comenta.

 

Por conta da pressa, de acordo com Dra. Myrna, alguns pacientes recorrem a medicamentos ou fazem dietas nutricionalmente insuficientes. Outro erro bastante frequente é exagerar na atividade física, o que pode provocar lesões musculares e articulares, além de uma sensação de cansaço intenso, prejudicando as demais atividades do dia.

 

A especialista orienta que a alimentação saudável deve ser variada e saborosa, contendo todos os nutrientes necessários para a manutenção da saúde e para o bom funcionamento do organismo. As dietas muito restritivas privam o organismo desta variedade e, portanto, não contêm todos os nutrientes necessários. “É errado restringir a dieta a apenas um grupo alimentar. Nossas refeições devem ser equilibradas e fornecer todo o tipo de nutriente necessário para o organismo”.

 

A médica revela que consumir bebidas alcoólicas também é um fator prejudicial, pois, além de ser um risco para a saúde, podendo tornar-se um vício, é extremamente calórico. “Muitas pessoas acabam recorrendo a essas bebidas como forma de se sentirem recompensadas pelo corte de doces”, diz.

 

Quanto ao acompanhamento da dieta, Dra. Myrna orienta que nosso peso corporal oscila durante o dia e de um dia para o outro, e isso pode acontecer por diversos motivos. “Por isso, o ideal é se pesar somente uma vez por semana, sempre na mesma balança, com o mesmo tipo de roupa e por volta do mesmo horário”, conta.

 

A médica ainda reforça que, além de obter um ganho estético e psicológico, a melhoria na alimentação proporciona mais energia e ânimo, melhorias na pele e nos cabelos, maior rendimento nas atividades diárias, e melhora o humor.