Aprenda a preparar salada no pote

Além de nutritiva, nova moda é uma ótima opção para levar ao trabalho.

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Você consome pelo menos cinco porções de vegetais por dia? Essa é a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) para manter a saúde em dia. Para quem tem uma rotina corrida, porém, adotar uma alimentação equilibrada pode ser um desafio.

Nada como unir o útil ao agradável: a salada no pote de vidro é muito fácil de preparar, e a economia de tempo faz a diferença no dia a dia.

A nova tendência é uma solução prática para uma alimentação saudável e rica em nutrientes, principalmente para quem almoça ou janta fora de casa. Não é à toa que já é sucesso nos Estados Unidos há alguns anos.

Na geladeira, a refeição dura até dois dias com proteínas (carne, frango ou atum) e até cinco dias sem proteínas. Por isso, você pode preparar as saladas da semana no domingo, para levar ao trabalho nos dias seguintes. É importante lembrar que a salada deve ser mantida na geladeira, mesmo no ambiente de trabalho. Caso não seja possível, uma bolsa térmica é uma boa alternativa para levar o pote.

Qual pote usar?

Prefira potes de vidro. Além de ter melhor conservação, são mais fáceis de limpar e duram mais.

Como montar a salada?

O ideal é em camadas com vários tipos de alimentos. Isso porque a divisão é fundamental para conservar os ingredientes. Folhas de alface no fundo do pote, por exemplo, podem ficar esmagadas e perder o frescor. Lembre-se: apenas quando for comer a salada misture os ingredientes com o molho, que ficará no fundo do pote.

E o melhor: você pode dar asas à sua imaginação e criar receitas deliciosas. Na nova edição da Revista Frischmann, você confere opções incríveis: https://pt.calameo.com/read/0016634417e2ab74bafd6

 

Dicas para ter uma boa memória

Acontecimentos fora da rotina ajudam a fixar melhor as coisas na cabeça.

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Segundo uma pesquisa realizada por especialistas na Universidade de Edimburgo, na Escócia, acontecimento fora da rotina ajudam a fixar melhor as coisas na cabeça. Os cientistas explicam que o fenômeno está ligado à liberação de mais dopamina (neurotransmissores) no cérebro. E são estas substâncias que controlam a formação de memórias na massa cinzenta. Os especialista também sugerem outras atitudes para melhorar sua memória:

 

  • Faça coisas diferentes todos os dias. Encontre alternativas de trajeto de ida ou volta para casa ou trabalho, por exemplo.
  • Concentre-se quando estiver realizando qualquer tipo de tarefa. Dê preferência ao um ambiente que você sinta prazer em estudar ou trabalhar isso contribui para uma melhor concentração.
  • Organize sua rotina fazendo lista de prioridades. As listas podem ser feitas no local que você achar mais prático de ter acesso: celular, notebook ou até mesmo no caderno de uso diário.

 

Fazer as escolher certas traz ainda mais sucesso em suas atividades diárias. Lembre-se: saúde em primeiro lugar.

Aproveite o feriado para cuidar da sua saúde

Consulte as unidades e horários de atendimento durante o Carnaval

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O laboratório Frischmann tem unidades de plantão para que você possa realizar seus exames durante o feriado. Programe-se para cuidar da saúde com os horários de atendimento durante o carnaval:

 

Dia 25 de fevereiro – sábado – atenderemos normalmente em todas as unidades

Dia 26 de fevereiro – domingo – atenderemos apenas na unidade Batel

Dia 27 de fevereiro – segunda – atenderemos normalmente em todas as unidades

Dia 28 de fevereiro – terça-feira – atenderemos apenas na unidade Batel

Dia 29 de fevereiro – quarta-feira – atenderemos normalmente em todas unidades ( exceto unidade São Mateus do Sul que estará fechada)

Seis motivos para manter as vacinas em dia

Entenda como estar com seu calendário de vacinação em dia pode ajudar a evitar epidemias e até mesmo erradicar doenças.

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1 – As vacinas são uma das principais conquistas médicas, capazes de evitar, controlar e, até mesmo, eliminar doenças infecciosas do planeta.

É o caso da varíola, que foi eliminada em 1980 e nem consta mais no calendário. A poliomielite, por sua vez, está controlada e próxima de ser erradicada. As demais vacinas continuam de extrema importância para que alguns males não voltem a ser um problema.

2 – É a segunda melhor estratégia de prevenção, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

De acordo com a instituição, perde apenas para o fornecimento de água tratada e saneamento.

3 – Algumas vacinas são capazes de evitar cânceres produzidos por infecções virais.

É o caso das vacinas do HPV – capaz de produzir tumores, tanto em mulheres quanto em homens – e a vacina contra o vírus da hepatite B – que também pode estar relacionado ao câncer de fígado.

4 – São eficazes e essenciais em todas as fases da vida.

Muitas vezes, associamos o ato de vacinar somente à infância, mas algumas vacinas precisam ser reaplicadas ao longo da vida ou para determinadas faixas etárias. A melhor forma de acompanhar de perto esse calendário é em uma conversa com seu médico.

5 – Se estivermos vacinados, protegemos também quem convive conosco.

Existem vacinas que só podem ser aplicadas a partir de determinada idade na infância. Mas se todos os familiares e cuidadores estiverem protegidos, a criança terá menor risco de adoecer. Isso também ocorre no caso de pessoas cujo sistema imunológico não permite receber vacinas. Por isso, quem é próximo do paciente deve estar protegido para evitar transmitir doenças.

6 – Os efeitos colaterais são, em geral, leves e de curta duração.

Algo que preocupa os pais na hora de vacinar os pequenos são os efeitos colaterais, como prostração nos bebês, e às vezes febre e perda de apetite. Porém, esse breve desconforto não é nada comparado à gravidade das doenças que podem surgir pela falta de vacinação.

Novas doenças podem surgir e precisamos estar prevenidos. Por isso, a vacinação é uma área da ciência que avança a cada dia, e precisa estar sempre atualizada. Só depois de longos estudos as vacinas são aprovadas, com rigorosos critérios de segurança e eficácia.
Infelizmente, não são todas as doenças infecciosas que possuem vacinas. É fundamental fazer sua parte para evitá-las, adotando medidas simples de prevenção no dia a dia.

Lembre-se de sempre conversar com seu médico antes de tomar uma vacina. Ele poderá fornecer todas as explicações e indicar qual a mais adequada para o seu caso.

Vacinação na fase adulta

A Dra. Myrna Campagnoli fala sobre a medida, que é indispensável para a prevenção de doenças.

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Tomar vacina durante a infância já é um cuidado habitual no Brasil. Inclusive algumas enfermidades, como a Poliomielite, foram erradicadas graças a campanhas de vacinação regulares. Mas o que muita gente não sabe é que a vacinação continua essencial na idade adulta, podendo prevenir ou amenizar diversas doenças.

As vacinas contra a gripe (influenza) já são comuns para adultos e idosos. Porém, é preciso ficar atento a todo o calendário de vacinação. Segundo a Dra. Myrna Campagnoli, “As indicações variam com a idade, sexo, estação do ano, região de moradia, profissão e a ocorrência de surtos de doenças. Atualmente, tem-se indicado o reforço da tríplice viral que protege contra sarampo, caxumba e rubéola para indivíduos até 49 anos, em virtude do surto de caxumba”.

O processo de imunização promove a formação antecipada de anticorpos. Isto é, permite que o organismo se prepare para combater doenças graves – como hepatites, meningites, HPV, doença pneumocócica e herpes zoster – antes mesmo que elas se desenvolvam.

Para uma proteção completa, a Dra. Myrna alerta para a quantidade de doses: “Algumas delas são realizadas em dose única e outras necessitam de mais de uma dose ou reforços de tempo em tempo, (…) como a difteria e tétano e a Febre amarela, que devem ser tomadas a cada dez anos”.

Entenda importância de diagnosticar diabetes com antecedência

A doença pode levar de 5 a 7 anos para se desenvolver, mas pode ser identificada cedo com exames periódicos.

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Você sabia que cerca de 30% das pessoas com diabetes não sabem que são portadoras da doença? E que até 25% das pessoas recém diagnosticadas já tem complicações relacionadas?
Isso ocorre porque seus sintomas são comuns, como uma simples tontura, dificuldade visual, cãibra ou disfunção erétil. Em alguns casos ainda, o diabetes não apresenta sintoma nenhum, podendo chegar a um período de 5 a 7 anos entre o início e o diagnóstico da patologia.
Segundo a Dra. Emanuela Cavalari, endocrinologista do Frischmann, o diabetes que não é tratado pode resultar em várias outras complicações micro e macrovasculares, como lesões nos rins, distúrbios neurológicos e infarto. A especialista reforça que o diagnóstico precoce é fundamental para minimizar os danos da doença.
“O segredo para diagnosticar o diabetes com antecedência é realizar consultas e exames periodicamente, sob orientação do médico”, explica Emanuela, que completa, afirmando que a prevalência do diabetes no Brasil aumenta com a idade: “Enquanto 2,7% das pessoas na faixa etária de 30 a 59 anos têm a doença, o índice pula para 17,4% entre os pacientes com idade entre 60 e 69 anos”.
Gestantes devem ter atenção redobrada e manter seu nível de glicose controlado, já que bebês de mães portadoras de diabetes estão em maior risco de mortalidade em comparação com crianças nascidas de mães sem a doença. É recomendado que a dosagem de glicose dos recém-nascidos de mães diabéticas seja feita logo após o parto, uma vez que esses bebês apresentam um risco maior de hipoglicemia (queda da glicose).
Saiba mais sobre os diabetes tipo 1 e 2 e quais os exames para identificá-los:

DIABETES TIPO 1

O diabetes tipo 1 acomete principalmente crianças, adolescentes e jovens adultos. É uma doença autoimune que destrói as células produtoras de insulina no pâncreas, o que torna necessárias as injeções para regular a glicose.
Para detectar a doença, o paciente pode fazer os seguintes exames: glicemia de jejum, que mede o nível de açúcar no sangue naquele momento, e hemoglobina glicada, que mostra a quantidade média de açúcar no sangue nos últimos três meses. Também é necessário atenção caso aconteça a glicemia ocasional elevada mesmo quando a pessoa não está em jejum. Essa condição, aliada a outros sintomas da doença como emagrecimento, fome e sede excessiva, pode indicar a presença da patologia.

DIABETES TIPO 2

O diabetes tipo 2 está relacionado ao sedentarismo, à obesidade e a resistência à ação da insulina, sendo mais comum em pessoas que já passaram dos 45 anos.
Nesse tipo de patologia, cerca de 50% dos pacientes desconhecem ter a doença por apresentar pouco ou nenhum sintoma, podendo haver um período de 5 a 7 anos entre o início da doença e seu diagnóstico. Por isso, a Dra. Emanuela lembra que não se deve esperar um quadro clínico, e sim identificar grupos de risco: pessoas com idade acima de 45 anos, ou mais jovens que tenham fatores suscetíveis à doença, como obesidade, hipertensão arterial, alteração do colesterol, ovários policísticos e histórico familiar de diabetes. Para rastrear a doença nesses pacientes, é feita a dosagem da glicemia em jejum.

 

 

Você sabe como diagnosticar a tireoide?

Dra. Rosita Fontes, endocrinologista do Frischmann, fala sobre os problemas mais comuns e explica quando é preciso ficar atento.

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As doenças na glândula tireoide têm sintomas comuns e podem aparecer tanto em homens quanto em mulheres a qualquer época da vida.
Uma tireoide saudável é sinônimo de equilíbrio dos hormônios essenciais para o metabolismo e para a manutenção das funções do organismo, e é por isso que a Dra. Rosita Fontes alerta sobre a importância dos cuidados com essa glândula.
A melhor maneira para cuidar da saúde da tireoide, segundo a especialista, é fazer avaliações periódicas. Assim é possível identificar as principais disfunções, como o hipotireoidismo (diminuição da produção de hormônios) e o hipertireoidismo (aumento da produção de hormônios). Sem um diagnóstico adequado, podem evoluir e levar a alterações em todo o funcionamento do corpo.
A investigação é feita a partir do exame de sangue chamado dosagem de TSH, conforme indicação médica. Os especialistas recomendam esse exame rotineiramente depois dos 35 anos e para quem tiver fatores de risco, como o bócio (aumento da glândula) e histórico familiar.
A tireoide também pode apresentar nódulos, e para encontrá-los, basta fazer o autoexame. “Em frente a um espelho, tome goles de água com a cabeça inclinada para trás. Abaixo da região referente ao pomo de adão, pode-se visualizar a tireoide subir ao engolir e descer no relaxamento. Caso se verifique algum ressalto ou nódulo, o endocrinologista deve ser procurado”, orienta a médica.
A especialista alerta para as situações em que a investigação é mais importante: em recém-nascidos com o teste do pezinho, em pessoas acima dos 35 anos (principalmente mulheres) e quando há suspeita de alteração da função tireoidiana, conforme a avaliação do médico. Ela ainda recomenda que qualquer medicamento que contenha hormônio tireoidiano só seja utilizado com autorização médica, e que se o exame TSH apresentar uma disfunção, o endocrinologista poderá pedir outros testes para verificação de cada caso.
A Dra. Rosita finaliza ressaltando que o diagnóstico precoce e o tratamento adequado são fundamentais e que seu médico sempre deve ser consultado em caso de dúvidas.

Diagnóstico de câncer: veja os exames mais indicados

Quanto mais cedo o câncer for identificado, mais eficaz será o tratamento. Jerusa Miqueloto, oncologista do Frischmann Aisengart, recomenda alguns cuidados e exames básicos para homens e mulheres.

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Anualmente, cerca de 60 mil mulheres brasileiras morrem por algum tipo de câncer, segundo dados do Ministério da Saúde. Os dois tipos mais comuns são o câncer de mama, a maior causa de morte por câncer entre mulheres, e os tumores de útero, com cerca de 500 mil casos novos por ano no mundo e diretamente ligado à infecção pelo vírus HPV. A oncologista Jerusa Miqueloto alerta que, se descobertos precocemente, esses dois tipos de câncer podem ser tratados de maneira eficaz.

A especialista explica que alguns dos métodos mais eficientes para diagnosticar as doenças são a mamografia e a citologia oncótica (também conhecida como Papanicolau), esta para avaliar a presença de alterações no tecido do colo do útero. A vacina contra HPV também é muito importante no controle do câncer do colo do útero, e está disponível para meninas e meninos. A Dra. Jerusa ainda recomenda a visita periódica a um ginecologista, pelo menos uma vez ao ano, a partir da primeira menstruação.

Para os homens, os dois exames essenciais para a detecção de câncer são o de próstata e o testicular. O exame de próstata deve ser feito a cada ano a partir dos 40. Mas para quem tem casos no histórico familiar, deve iniciar este exame antes dos 40 anos. Já o exame testicular deve ser feito regularmente, uma vez que o câncer de testículo é o mais comum em homens entre 15 e 35 anos geralmente tem cura, especialmente se for detectado logo. Para este tipo de câncer, o paciente pode se autoexaminar mensalmente, procurando alterações e crescimentos anormais. O exame médico deve ser realizado a cada dois ou três anos.

A Dra. Jerusa afirma que os homens, assim como as mulheres, devem se submeter aos exames laboratoriais. Os principais são: análise completa de urina, fezes e de sangue para verificar índices de lípides (como colesterol e suas frações, triglicérides), glicemia (para diagnóstico de diabetes), contagem de plaquetas, creatinina, ureia e eletrólitos (cálcio, potássio, magnésio e sódio) e radiografia de tórax. Essa avaliação geral também deve contar com exames como eletrocardiograma, teste de esforço e ecodoplercardiograma em cores. Os resultados devem ser avaliados por especialistas e, conforme os resultados, continuam com avaliações e exames mais específicos.

Saúde da gestante: conheça os principais exames

Você sabe quais são os exames recomendados durante a gestação? A médica do Frischmann Aisengart, Dra. Myrna Campagnoli, explica.

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A gravidez é um período único na vida de uma mulher, e é também uma fase que pede cuidados com a saúde em dobro. Por isso, é muito importante que a futura mãe se prepare para meses de cuidado e acompanhamento médico. Assim, a gestação pode ocorrer com tranquilidade e segurança tanto para a mãe quanto para o bebê.

A Dra. Myrna Campagnoli, médica do Frischmann Aisengart, lista quais são os exames essenciais para esse momento, em que fase da gestação devem ser realizados e por que são indispensáveis. Confira:

1º trimestre – Para todas as gestantes

Hemograma completo, exames de sangue, fezes, urina e Papanicolau, que funcionam como um check-up para ver como está a saúde da mãe.

Tipagem sanguínea – para as mulheres com sangue Rh negativo é importante fazer o teste de Coombs indireto para determinar se há anticorpos contra o feto.

Sorologia para citomegalovírus, urina 1 e urocultura, toxoplasmose, rubéola, VDRL (sífilis), hepatite B, hepatite C e anti-HIV (Aids) – para determinar se a gestante já teve contato com as doenças. Em caso positivo, serão tomados todos os cuidados necessários para que o bebê não seja infectado.

Ultrassom básico obstétrico transvaginal.

Glicemia de jejum, para verificar diabetes prévio à gestação.

TSH, T3 total, T4 total e T4 livre, anticorpos antititreoideanos (antitireoglobulina e antitireoperoxidase) – para verificar a presença de hipotireoidismo clínico ou subclínico na mãe.

1º trimestre – Recomendados para mulheres acima dos 35 anos, com histórico familiar de doenças genéticas ou problemas de saúde, como diabetes e hipertensão.

Ultrassonografia – para identificar se o embrião é único ou se é uma gestação de múltiplos, e se ele está implantado corretamente no útero.

Ultrassonografia Translucência Nucal – para calcular parâmetros que indicam o risco de Síndrome de Down.

Teste Integrado de Sangue – para afastar com mais segurança o risco de cromossomopatias.

2º trimestre – Para todas as gestantes

Ultrassom morfológico – analisa a anatomia do feto e mede o tamanho dos ossos e dos órgãos.

Repetir os exames de sangue e urina. É importante para reduzir novos riscos de contaminação de doenças infecciosas.

Glicemia de jejum e teste oral de tolerância à glicose (entre a 24ª e a 28ª semanas), para avaliar o nível de glicose no organismo e que irá diagnosticar o diabetes gestacional.

Ecocardiograma Fetal com Doppler, para analisar a formação das estruturas e funções cardíaca e circulatória do coração do feto.

3º trimestre – Para todas as gestantes

Ultrassom obstétrico e cardiotocografia. É utilizado para observar as contrações uterinas e as oscilações na frequência cardíaca do bebê.

No pré-parto, repetir os exames de laboratório do primeiro trimestre, junto com o coagulograma, para afastar os riscos de trombofilia.

Pesquisa da bactéria estreptococo B na cultura de secreção vaginal, para evitar as infecções neonatais. Se a bactéria for encontrada, ela deve ser eliminada, pois o bebê pode ser contaminado no nascimento ao passar pelo canal vaginal.

Vacinas

A vacinação também é fundamental durante o pré-natal. O ideal é que a futura mamãe já tenha todo o calendário de vacinação completo antes de engravidar. Mas, se não foi possível ou se não houver comprovação da vacinação, o calendário deve ser completado.

As vacinas contra a gripe e contra a hepatite B podem ser aplicadas durante a gestação. A vacina DPT (tríplice bacteriana) pode ser aplicada após a 20ª semana, e deve ser a acelular do tipo adulto.  Em situações especiais a vacina contra a hepatite A e a meningocócica também podem ser aplicadas na gestação. As vacinas de vírus ou bactérias vivas atenuadas (BCG, rubéola, sarampo, caxumba, varicela e febre amarela) são contraindicadas.

Hipertensão na terceira idade: saiba como cuidar

O geriatra do Frischmann Aisengart, Dr. Clovis Cechinel, conta por que a doença é mais comum em idosos e como reduzir seus riscos.

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De acordo com o Ministério da Saúde, em nosso país existem mais de 40 milhões de hipertensos. Na população acima de 60 anos eles são 60%. Isso acontece porque com o passar dos anos e com a idade chegando, a pressão arterial sobe gradativamente, devido ao acúmulo de cálcio nos vasos sanguíneos, que vão ficando mais rijos. Esse aumento da pressão prejudica não apenas os rins, mas também o cérebro e o coração.

O hipertireoidismo, a doença de Paget, a anemia, a deficiência de tiamina, o uso de anti-inflamatórios e anticoncepcionais também podem ser responsáveis pela elevação da pressão. Mas as principais causas podem ser bem mais simples, como dieta rica em sal, sedentarismo, obesidade, além da própria genética individual.

A doença não apresenta sintomas, o que dificulta o diagnóstico e ainda assim pode causar derrame cerebral, infarto, insuficiência renal e cardíaca, além de comprometer os vasos sanguíneos. O Dr. Clovis Cechinel, geriatra do Frischmann Aisengart, explica que quem tem “fatores de risco para hipertensão arterial, histórico familiar de doenças cardiovasculares ou que desejam iniciar atividades físicas”, devem ter atenção especial.

No entanto, situações como dores e alterações emocionais (como crises de ansiedade e pânico) elevam temporariamente a pressão arterial, e por isso, não devem ser levadas em conta para um diagnóstico. Existem casos, ainda, em que a pressão arterial sobe apenas pelo indivíduo estar em um ambiente médico. Essas situações são popularmente conhecidas como “hipertensão do jaleco branco”.

Cechinel afirma que a maior dificuldade para o tratamento de idosos é sua dificuldade para se adaptarem aos anti-hipertensivos. Esse fato ocorre por conta da maior sensibilidade de certos sistemas e órgãos à ação de determinadas drogas e a interação com outros medicamentos que o paciente já utiliza. Assim, o aumento da posologia deve ser lento e gradual, controlando-se rigorosamente seus efeitos e manifestações colaterais.

O geriatra recomenda uma dieta balanceada, evitando a ingestão de sal e gorduras e incluindo cereais, leite e verduras na alimentação. “Nutricionalmente o uso de temperos naturais com alho, limão, ervas, cebola, ao invés de similares industrializados que contêm muito sódio também é adequado”, afirma. Segundo o especialista, é através de hábitos saudáveis e uma alimentação adequada que a hipertensão pode ser controlada. “Apesar do conceito difundido de que é muito difícil mudar hábitos de vida muito antigos, quando a abordagem é feita com bom senso, criando alternativas saudáveis, sem radicalismos, com esclarecimentos dos objetivos e resultados esperados, é possível obter boa aderência, assim como os resultados esperados”, completa.