Mitos e verdades da menstruação

A menstruação traz uma série de dúvidas, confira alguns mitos e verdades

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Quando o assunto é menstruação, sempre vem à nossa mente um monte de coisas que já nos disseram. Quem nunca ouviu que não é recomendado lavar o cabelo quando se está menstruada? Ou que o corpo fica mais sensível durante o período menstrual? O difícil é saber o que é verdade ou não dentre tantas afirmações. Para ajudar a esclarecer as principais dúvidas, apresentamos três verdades e três mitos sobre o assunto:

Atividade física regular melhora a TPM?

Verdade. Na semana pré-menstruação a produção de endorfina, substância responsável pela sensação de bem-estar, diminui e isso pode deixar a mulher mais ansiosa, irritada, com dores de cabeça e até mesmo cólicas. Praticar uma atividade física aumenta a produção de endorfina, melhorando os sintomas. Mas, vale lembrar: quem pratica muito esporte pode menstruar muito pouco, ou até mesmo não menstruar, devido à queda do estrogênio. Assim, quem pratica exercício físico de maneira muito intensa, pode ter alterações no ciclo menstrual.

Mulheres virgens não podem usar absorvente interno?

Mito. Não há qualquer tipo de restrição para o uso de absorvente interno em mulheres que não tiveram sua primeira relação sexual. E, também, não há nenhum risco de romper o hímen.

A sensibilidade do corpo aumenta?

Verdade. Durante o período menstrual o corpo da mulher sofre muitas mudanças, como o aumento do nível de neurotransmissores, substâncias que interferem no humor da mulher, causando euforia, ansiedade e até depressão. Além disto, outro sintoma muito comum é sentir dores nas mamas.

Mulher menstruada não pode lavar o cabelo?

Mito. Isso não passa de uma lenda antiga. A mulher pode seguir com a sua rotina normal durante todo o período menstrual.

Depois da menarca – a primeira menstruação -, a mulher cresce pouco?

Verdade. A fase de crescimento nas mulheres ocorre antes da primeira menstruação. Por isso, após a menarca, o crescimento fica mais lento e a menina costuma crescer, em média, mais sete centímetros.

Quando menstruada, a mulher não engravida?

Mito. A ovulação pode ocorrer a qualquer momento, até mesmo quando a mulher estiver menstruada. Momentos estressantes ou de grande emoção podem influenciar na ovulação, por isso, para prevenir a gravidez, é preciso estar sempre precavida e usar métodos contraceptivos como a pílula anticoncepcional e a camisinha.

 

Trocar o dia pela noite pode causar desordem hormonal e ganho de peso

Dormir durante o dia atrapalha a alimentação correta.

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Que tal regular seus hábitos de sono? Dormir durante o dia e realizar as tarefas quando o sol já se foi pode fazer mal para a sua saúde.  Isso acontece porque o ciclo circadiano – o chamado relógio biológico – fica desregulado, já que ele se baseia na claridade do ambiente. Com isso, os hormônios também ficam desregulados, tornando a alimentação mais difícil de controlar, o que pode causar obesidade e problemas cardíacos.

Mas o que o sono tem a ver com o coração? Muito. Pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)  foram investigar os motivos para os notívagos e trabalhadores noturnos não se alimentarem tão bem quanto quem fica acordado durante o dia. E eles descobriram que as pessoas que dormem enquanto o sol está lá fora, têm um comportamento hormonal diferente. A frelina, molécula que dispara a vontade de comer, mantém seu hormônio alto, enquanto a xenina, que nos dá a impressão de estar com a barriga cheia, mantém níveis muito baixos, mesmo após as refeições.

Além dos problemas com a alimentação há também o stress diário. O cortisol, um hormônio que é associado ao stress e normalmente tem um pico no início da manhã (explicando o mau humor matinal da maioria), é liberado mais constantemente nos trabalhadores do período da noite.

Quem acha que só consegue dormir mais tarde e mesmo assim ainda acorda cedo, pode tentar mudar alguns hábitos – como jantar e desligar televisão, computador e outros eletrônicos mais cedo que o de costume. Se você trabalha durante a noite, não se preocupe: é possível minimizar estes efeitos. Um ‘dia de sono’ tranquilo é o primeiro passo. Procure dormir as oito horas necessárias para sentir-se descansado. Também é necessário regular os horários das refeições e se alimentar de três em três horas.

Açúcar: você ingere o recomendado pela OMS?

Organização Mundial da Saúde indica que uma pessoa deve ter apenas 5% de açúcar na dieta.

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Já parou para pensar o quanto de açúcar você ingere em um dia? Muitas pessoas evitam doces achando que já estão cortando por completo o açúcar da dieta, mas esquecem que existe açúcar em diversos outros alimentos, principalmente os industrializados. É pensando nisso que a OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda que o açúcar deve representar até 5% do que uma pessoa consome diariamente. Para um adulto, isso representa 25 gramas, cerca seis colheres de chá.

Para o órgão, a ingestão de açúcar está diretamente relacionada ao ganho de peso e às cáries dentárias. Sendo assim, é aconselhado que, antes de comprar ou comer qualquer alimento, você cheque as informações nutricionais para ver a quantidade de açúcar.

E como fazer para evitar o consumo excessivo? Procure substituir alimentos industrializados por naturais, como optar por um suco natural, em vez de um enlatado, que tem açúcares adicionados artificialmente, sem contar todos os conservantes. Mantenha-se sempre atento aos alimentos, prefira aqueles sem ou com pouco açúcar na sua composição e pratique atividades físicas, para evitar o ganho de peso.

Páscoa: como aproveitá-la sem descuidar da saúde

Chocolate em pequenas doses faz bem e você não precisa ficar sem.

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Está preocupado com a quantidade de chocolate que vai comer na Páscoa? É difícil resistir a esse feriado cheio de delícias. Mas você não precisa se privar totalmente enquanto assiste aos outros comendo ovos e barras de chocolate – é só saber controlar e definir um limite.

Alguns tipos de chocolates são mais saudáveis, e você pode aproveitar sem medo. Prefira os que tem menos açúcar e mais cacau, como os tipos amargo e meio amargo. O cacau tem substâncias que atuam no cérebro, ajudando com o bem-estar e nos deixando mais dispostos. Além disso, uma boa notícia para as mulheres: o chocolate possui grande quantidade de magnésio, substância que tem seus níveis diminuídos durante a TPM.

Em pequenas quantidades, o chocolate não faz mal e nem engorda. Sua quantidade de  flavonoides, compostos com propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, pode reduzir o risco de problemas cardiovasculares e desacelerar o envelhecimento.

Quem diria que aproveitar bem a Páscoa pode te ajudar a ficar jovem por mais tempo? É só controlar a quantidade de gorduras – evite o chocolate branco, que tem muita gordura hidrogenada – e escolher o tipo certo!

Internet: vilã ou aliada da saúde?

Tudo depende de como você encara o conteúdo encontrado on-line.

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Em 2012, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou uma pesquisa sobre os fatores que mais levam as pessoas a serem internadas por intoxicação nos hospitais públicos. A ingestão indiscriminada de medicamentos ficou em primeiro lugar.

Isso demonstra o quanto o brasileiro insiste em se automedicar, hábito que tem se agravado com o fortalecimento da internet e a consequente utilização de buscadores para a realização do autodiagnostico.

Segundo uma pesquisa realizada pelo Centro Universitário de Volta Redonda, o grande problema da internet é a qualidade da informação. De 1152 vídeos sobre assuntos médicos disponíveis no YouTube que foram analisados pelos pesquisadores, 95% continham ao menos uma informação errada ou imprecisa.

Apesar de serem dados alarmantes, não podemos olhar para a internet como uma vilã quando o assunto é saúde, principalmente porque ela já é uma realidade inexorável na vida das pessoas.

Especialistas até mesmo acham positivo o paciente estar melhor informado, em especial após o diagnóstico médico real, assim a busca na internet será para buscar alívio para o sofrimento e não para trazer mais possibilidades diagnósticas.

A internet, portanto, desde que usada da maneira correta, pode ser uma grande aliada da saúde e, em especial, do processo de cura. Existem sites que agrupam as pessoas de acordo com suas enfermidades; neles é possível ouvir experiências e encontrar dicas sobre interação de medicamentos, e eventuais erros que podem e devem ser evitados.

Atleta de final de semana: fique esperto!

Confira os cuidados que você precisa tomar antes de aderir a esta rotina.

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Que exercício físico faz bem todo mundo sabe, mas o que costumamos esquecer é que nosso corpo tem limites e um ritmo próprio que devem ser respeitados sob pena de graves consequências à saúde.

Nesse sentido, um dos erros mais cometidos pelas pessoas é a prática de atividades físicas apenas aos sábados e domingos, sendo que a frequência mais recomendada é de ao menos três vezes por semana. O perigo nessas horas é perder a consciência de que seu organismo não está acostumado com exercícios intensos e cometer excessos que podem levar até a paradas cardíacas.

Mas atenção: isso não significa que você precise abraçar de vez o sedentarismo e abrir mão de qualquer atividade física aos finais de semana! Significa apenas que é melhor optar por exercícios mais leves, como uma caminhada no parque, por exemplo, e estar sempre com os seus exames em dia.

Abaixo, algumas dicas importantes pra quem quer ter uma vida mais ativa:

1. Consulte seu médico antes de iniciar sua rotina de exercícios.

2. Use roupas leves, tênis confortáveis e nunca faça exercícios em jejum.

3. Sempre inicie e termine com alongamentos para aquecer os músculos e articulações. No caso de praticar exercícios com pouca frequência, respeite os limites do seu corpo e não force nenhum movimento.

4. Hidrate-se antes, durante e depois dos exercícios.

5. Vá com calma!  Ser atleta de final de semana, antes de tudo, é entender que você não é atleta, mas apenas uma pessoa querendo se movimentar um pouco mais!

Comer muito X Comer sempre

Uma diferença sutil que muda tudo na hora de perder peso.

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Para emagrecer é preciso comer com regularidade. Apesar de parecer contraditória, esta afirmação já está mais do que confirmada por cientistas e nutricionistas do mundo inteiro.

De acordo com estudo publicado no New England Journal of Medicine, quando ficamos muitas horas sem nos alimentar, nosso corpo entende que estamos passando por alguma situação de stress, e começa a produzir uma quantidade maior de cortisol, hormônio associado ao estoque de gordura abdominal.

Além de prevenir esse tipo de reação, alimentar-se de três em três horas acelera o metabolismo e garante que você não chegue faminto às refeições principais, evitando exageros.

Fazer lanches leves ao longo do dia, evitando espaços muito grandes entre as refeições, também ajuda a evitar males cada vez mais comuns, como o excesso de acidez estomacal e a má digestão.

Dessa forma, em vez de concentrar sua alimentação em três ou quatro grandes refeições ao dia, diminua as porções e faça pequenos lanches ao longo da manhã e da tarde. Em pouco tempo você perceberá a diferença que isso provocará no seu metabolismo.

Depressão: muito mais do que só um dia ruim

Em 2030, a depressão será a doença mais comum do mundo.

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De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 350 milhões de pessoas ao redor do mundo sofrem com a depressão. Em 2011, a organização publicou um panorama global da doença que concluiu que, entre os países de baixa e média renda, o Brasil é o que mais sofre com o distúrbio e, segundo pesquisa realizada pelo Hospital das Clínicas, 25% dos paulistanos portadores de algum problema psicológico foram diagnosticados com depressão.
Diante de dados como estes, a comunidade médica tem feito esforços significativos para que a saúde mental faça parte da agenda global de discussões e ações voltadas para a promoção da saúde.
Mesmo assim, muitos mitos e preconceitos ainda gravitam em torno da doença, dificultando seu diagnóstico e contribuindo para que boa parte da população sofra em silêncio ou ignore os problemas que tem.

 

Os Sintomas

Uma tristeza que não é só uma tristeza.
Quando se fala em depressão, o primeiro sintoma que vem à mente é a tristeza. De fato, pessimismo, crises de choro e uma falta de interesse generalizada podem indicar um quadro depressivo, entretanto, existem muito mais variáveis na sintomática dessa doença do que se costuma imaginar.
“No meu caso, o que desencadeou o diagnóstico foi uma insônia muito forte” conta M.G.*, 23 anos, que foi diagnosticada depressiva aos 15 anos de idade. “Não conseguia dormir por nada e, depois de algumas semanas assim, pedi ajuda aos meus pais, que me levaram a uma psiquiatra”.
Muito mais do que uma sensação de desânimo, a depressão costuma ser descrita como algo que, em sua pior forma, priva quem a tem da própria vontade de sentir. Ela normalmente vem acompanhada de alterações no apetite, sono e capacidade de concentração, mas isso pode variar muito de acordo com a dinâmica e intensidade das crises.
Sobre esse tema, a OMS lançou um vídeo que descreve muito bem as características da doença. Nele, é possível acompanhar a trajetória de uma pessoa desde antes do diagnóstico até o desenrolar do tratamento.
“O engraçado é que, durante o tratamento, você vai percebendo que coisas que você achava que eram suas, na verdade eram sintomas da depressão e vice e versa. Eu sempre achei que eu era uma pessoa melancólica, mas aos poucos fui percebendo que eu era muito mais otimista e alegre do que eu imaginava”.

O Diagnóstico

Tabu que impede a recuperação.
Devido aos estigmas relacionados a distúrbios psicológicos, é muito comum que as pessoas simplesmente optem por ignorar seus sintomas. De acordo com dados da OMS, aproximadamente 70% dos depressivos não recebem tratamento adequado.
Por conta disso, uma prática ruim, porém cada vez mais difundida é a da automedicação. Inibidos, pelo medo e pelo preconceito, de procurarem ajuda profissional, muitos depressivos acabam embarcando numa jornada solitária em busca de paliativos para seus sintomas, que podem ir desde o uso inadequado de remédios até o consumo compulsivo de drogas, álcool ou até mesmo comida.
Apesar de sempre ter tido a sorte de contar com o apoio de familiares e amigos, M.G. ainda se resguarda das reações alheias: “Tomo muito cuidado pra quem falo sobre a minha depressão, porque não quero ser julgada como depressiva. Tem muita gente que não entende isso e acha que qualquer reação negativa que eu tenho é uma crise”, conta a mulher que lida com a doença há quase 10 anos.

O Tratamento

Assumir, persistir e tratar.
Após o diagnóstico da doença, é preciso iniciar o tratamento que, em sua forma mais comum, é composto por uma combinação de remédios (antidepressivos e ansiolíticos) e psicoterapia.
Independente da linha que se opte por seguir, o primeiro passo é assumir a existência de um problema e procurar a ajuda de um profissional. Isso é importante pela necessidade de acompanhamento da medicação e, principalmente, porque cada indivíduo reage de uma forma distinta ao tratamento. Enquanto uma abordagem pode ser extremamente eficiente para uns, para outros pode ser completamente ineficaz, o que tende a gerar muita frustração. Nessas horas, o acompanhamento de um profissional faz toda a diferença na evolução do tratamento.
Sobre isso, M.G. conta que, após todos esses anos lidando com a depressão, tem certeza de que a medicação é apenas 30% do conjunto. “Quando você começa o tratamento, rola um efeito meio placebo. Você acha que vai melhorar logo porque está tomando remédio, mas não é bem assim. Demora até você encontrar as dosagens e as substâncias corretas; além disso, os efeitos colaterais são vários. Isso pode ser muito angustiante, mas tem que persistir e a terapia é fundamental nesse processo”.
Mesmo com o tratamento adequado, nem sempre é possível falar em cura quando o assunto é depressão. No caso de M.G., por exemplo, é possível que a doença seja uma realidade que a acompanhe por toda a vida, mas isso não precisa ser um problema. Segundo ela, com o passar dos anos você começa a entender melhor a sua condição e, aos poucos, vai criando formas de conviver em paz com ela.
“Tem momentos em que parece que a doença te domina, mas você tem que lembrar que é uma pessoa. Quanto mais você avança no tratamento, mais você entende quem é essa pessoa e o que é essa doença. Vocês só habitam o mesmo corpo, mas a depressão fica no dedinho do seu pé. Ela é 5% de você e isso não pode te definir”, conclui.
*O nome da entrevistada foi protegido a seu pedido.

Olheiras, por que tê-las?

É possível eliminar ou ao menos suavizar os efeitos dessa característica que incomoda tantas pessoas.

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Você também sofre com os círculos escuros embaixo dos olhos? Eles podem aparecer depois de uma noite mal dormida ou fazer parte da sua genética. De qualquer forma, é possível eliminar ou ao menos suavizar os efeitos dessa característica que incomoda tantas pessoas.

A falta de descanso  é um dos principais fatores causadores de olheiras. Ela faz com que as pálpebras inferiores aumentem, piorando a situação – principalmente na época de TPM, quando o corpo retém líquidos. Nesse caso, compressas ou máscaras refrescantes podem ajudar, já que contraem os vasos e dão uma aparência mais saudável à pele. Você pode fazer uma compressa com um chá de camomila concentrado e gelado por quinze minutos. Mas lembre-se: fique deitada, mas com a cabeça elevada, para estimular os vasos a retornarem ao seu tamanho normal.

Já os cosméticos podem ser indicados por um dermatologista, e normalmente contêm ativos como ginkgo biloba, cafeína e vitamina K1, que descongestionam e reduzem o edema, e outros que clareiam a região, como hidroquinona, vitamina C e mequinol. Se for o caso, o médico pode indicar também tratamentos estéticos como o laser – principalmente para quem tem olheiras genéticas, causadas pelo excesso de melanina na região – ou o preenchimento com ácido hialurônico, que “recheia” o local, afastando a pele dos vasos sanguíneos e diminuindo o aspecto escuro.

Mas a causa de algumas olheiras está na alimentação ou em fatores como o stress. Sinusite ou rinite podem causar coceira nos olhos, o que facilita o rompimento de vasos da região. Se você costuma ter muitas alergias, verifique com um alergista se o problema não está em algum alimento da sua dieta, como o leite ou a soja.

O stress faz com que a produção do óxido nitroso aumente o calibre dos vasos e os deixe mais aparentes. Para prevenir e tratar, insira em sua dieta alimentos como chá verde, agrião, rúcula e couve-flor.

Não importa se suas olheiras são causadas pela hereditariedade, excesso de pigmentação ou pelas bolsas de gordura acumuladas principalmente com o passar da idade: é possível, sim, tratar e prevenir – sem precisar ficar escrava do corretivo!

Previna os cinco fatores do envelhecimento

Hábitos saudáveis podem prevenir ou retardar os efeitos da idade sobre o corpo.

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Envelhecer é, sim, inevitável. Mas você pode retardar o processo ao aliar uma vida de hábitos saudáveis  a algumas atitudes que podem prevenir ou retardar os efeitos da idade sobre nosso corpo.

As inflamações são um processo normal dentro do organismo, e com o tempo podem atingir artérias ou articulações, o que torna sua cura mais difícil. O cigarro, a obesidade e o stress contribuem para seu surgimento. Para preveni-las, o ideal é comer carboidratos bons e moderar o consumo de álcool, além de fugir do sedentarismo mantendo seu corpo em movimento.

O stress oxidativo é o que dá a impressão de que nosso corpo está “enferrujado”.  É quando as células sofrem um processo de deterioração pelo acúmulo de radicais livres, o que pode levar a doenças como câncer, artrite reumatoide e diabetes. Para evitar esse problema, a solução está na alimentação: antioxidantes como vitaminas A, C, E, betacaroteno, ginseng e ginkgo biloba podem ser encontrados tanto em alimentos quanto em suplementos alimentares.

A glicosilação acontece quando as moléculas de açúcar se unem com as proteínas dos alimentos, que acaba enrijecendo os órgãos. Quando isso acontece no coração, por exemplo, sua capacidade de bombear o sangue fica afetada.  O xarope de milho – rico em frutose e encontrado em muitos alimentos industrializados – e os mirtilos, ricos em cianinas, além de evitarem esse processo ainda rejuvenescem a pele.

Já a metilação é um processo natural das células do corpo, definindo a ingestão com sucesso de vitaminas, enzimas ou outros compostos. Se o organismo não estiver realizando essa função corretamente,  é possível tratar o problema inserindo em sua dieta ovos e sementes – alimentos ricos em ácido fólico.

A imunidade baixa é um dos maiores fatores que entregam a idade – mas é possível preveni-la também, desde cedo. Cuidar da saúde e da alimentação, manter vacinas e exames em dia e ingerir uma quantidade adequada de vitaminas podem ajudar não apenas na prevenção da debilitação da sua imunidade, como também em todos os outros fatores do envelhecimento.