Aproveite as festas juninas sem descuidar da saúde

De Norte a Sul do país, ninguém perde essa festa que é recheada de comidas típicas.

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É tempo de entrar no ritmo de “São João” e se preparar para os deliciosos quitutes tradicionais das festas juninas e julinas. De Norte a Sul do país, ninguém perde essa festa que é recheada de comidas típicas. Embora esses alimentos não sejam prejudiciais à saúde, é no exagero e na mistura de guloseimas que mora o perigo.

Grande parte dos alimentos consumidos nessas festas possuem uma grande quantidade de carboidratos e gorduras, dois fatores que favorecem não somente ao ganho de peso, mas que interferem, também, no controle do diabetes e colesterol e na função intestinal.

Para quem quer aproveitar esses momentos e não perder a festa, algumas dicas da endocrinologista do Laboratório Frischmann Ainsergart, Myrna Campagnoli são bastante importantes na hora de escolher os alimentos.

A batata-doce e o milho verde são boas opções desse período. Nas festas juninas a batata doce é servida assada e tem um índice glicêmico baixo, “ela ainda é rica em vitamina C e betacaroteno, antioxidantes que previnem o envelhecimento das células”, explica a médica. Já o milho verde é usado na preparação de bolos, pamonhas e na versão cozida. “Ele auxilia no metabolismo, dá energia, além de ser fonte de vitamina A e C, potássio, ferro e fibras”, diz.

Outra vedete das festas é o pinhão: cozido, assado, não importa. O alimento é rico em calorias, mas também em vitaminas do complexo B, cálcio, fósforo e proteínas e também de ômega 6 e 9, que auxiliam no controle do colesterol, assim como o amendoim, que é utilizado na paçoca, na canjica e em outros quitutes.

Com moderação você não precisa fugir do doce de abóbora! Mesmo com uma grande quantidade de açúcar, ele possui um alto valor nutritivo. Na mesma linha temos o quentão, feito a partir do vinho de uva, fruta que tem entre suas substâncias o Resveratrol, uma substância que é importante no combate a infecções por fungos, além de atuar no organismo como um antioxidante.

Para melhorar ainda mais as guloseimas nesta época do ano, acrescente o gengibre e a canela. O primeiro é um estimulante da circulação e um poderoso antioxidante que combate os radicais livres e aumenta a velocidade do metabolismo. A canela auxilia no controle da glicemia em diabéticos e pessoas que tenham resistência à insulina e tem ainda ação anti-inflamatória e antioxidante.

5 Dicas para curtir o frio longe das doenças

O inverno chegou, e época de doenças respiratórias também. Veja algumas dicas para se prevenir.

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Durante as estações mais frias do ano, as doenças respiratórias, como rinite, sinusite, gripe, resfriados e até pneumonia, aparecem com mais frequência. Isso acontece por conta das variações térmicas e da umidade do ar, além do aumento da circulação de vírus que atingem as vias respiratórias. Outro motivo é o hábito de ficarmos muito tempo em lugares fechados o que facilita a transmissão de doenças.

Como ficar longe das doenças respiratórias no frio?

  1. Mantenha uma alimentação saudável e beba bastante água. Isso ajuda o seu organismo a se manter saudável, e facilita o funcionamento do sistema imunológico.
  2. Em casa, elimine ácaros e poeira, e procure melhorar a ventilação do ambiente. As roupas de frio merecem o mesmo cuidado: por terem ficado guardadas por tanto tempo, também é importante deixá-las ventilando um pouco antes de usar.
  3. Evite o contato com pessoas tossindo e espirrando, e não se esqueça de sempre higienizar as mãos com álcool gel.
  4. Se já estiver gripado ou resfriado, proteja seu rosto quando for tossir ou espirrar: com esse simples gesto, você protege quem está à sua volta.
  5. A vacinação é um dos seus maiores aliados no combate às doenças respiratórias. A vacina quadrivalente é ideal para uma proteção completa contra a gripe, e está disponível nas unidades de vacinação do Frischmann Aisengart.

E então, que tal seguir essas dicas e se proteger? Assim curtir o inverno fica mais seguro e ainda mais agradável, e o frio não precisa ser motivo de preocupação.

Dicas para curtir o frio longe das doenças

O inverno está chegando e as doenças respiratórias também. A Dra. Myrna Campagnoli explica como se prevenir. Chegou a hora de tirar os casacos e cachecóis do armário e preparar um delicioso chocolate quente.

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Quem gosta de curtir o frio tem motivo para comemorar: em Curitiba, as temperaturas podem chegar a 4°C entre o outono e o inverno.

Mas nem tudo é boa notícia. Durante as estações mais frias do ano, as doenças respiratórias, como rinite, sinusite, gripe, resfriados e até pneumonia, aparecem com mais frequência.

Isso acontece por conta das variações térmicas e da umidade do ar, além do aumento da circulação de vírus que atingem as vias respiratórias. Outro motivo é o hábito de ficarmos muito tempo em lugares fechados o que facilita a transmissão de doenças. Como ficar longe das doenças respiratórias no frio?

Quem dá a dica é a diretora médica do Frischmann, Dra. Myrna Campagnoli: “O bom estado nutricional do paciente e hidratação, além dos cuidados com a casa e eliminação dos ácaros, poeiras e a ventilação do ambiente são medidas que podem contribuir para a prevenção destas doenças”.

A Dra. explica que para evitar a transmissão, é essencial evitar o contato com pessoas tossindo ou espirrando, sempre higienizar as mãos e não se esquecer do álcool gel. A gripe ou o resfriado já te alcançou? Proteja seu rosto com o braço quando for tossir ou espirrar: com esse simples gesto, você protege quem está à sua volta.

A vacinação também é um dos maiores aliados no combate às doenças respiratórias. A vacina quadrivalente é ideal para uma proteção completa contra a gripe, e já está disponível em algumas unidades do Frischmann.

Em casos de pneumonia, a segunda doença respiratória mais comum depois da gripe, é possível se proteger com a vacina pneumocócia, indicada para crianças, adultos e idosos. Dra. Myrna reforça que as crianças e os idosos são mais vulneráveis, e por isso, têm prioridade para tomar a vacina.

E então, que tal seguir essas dicas e se proteger antes mesmo do inverno chegar? Curtir o frio com certeza ficará mais seguro e ainda mais agradável.

Aprenda a preparar salada no pote

Além de nutritiva, nova moda é uma ótima opção para levar ao trabalho.

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Você consome pelo menos cinco porções de vegetais por dia? Essa é a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) para manter a saúde em dia. Para quem tem uma rotina corrida, porém, adotar uma alimentação equilibrada pode ser um desafio.

Nada como unir o útil ao agradável: a salada no pote de vidro é muito fácil de preparar, e a economia de tempo faz a diferença no dia a dia.

A nova tendência é uma solução prática para uma alimentação saudável e rica em nutrientes, principalmente para quem almoça ou janta fora de casa. Não é à toa que já é sucesso nos Estados Unidos há alguns anos.

Na geladeira, a refeição dura até dois dias com proteínas (carne, frango ou atum) e até cinco dias sem proteínas. Por isso, você pode preparar as saladas da semana no domingo, para levar ao trabalho nos dias seguintes. É importante lembrar que a salada deve ser mantida na geladeira, mesmo no ambiente de trabalho. Caso não seja possível, uma bolsa térmica é uma boa alternativa para levar o pote.

Qual pote usar?

Prefira potes de vidro. Além de ter melhor conservação, são mais fáceis de limpar e duram mais.

Como montar a salada?

O ideal é em camadas com vários tipos de alimentos. Isso porque a divisão é fundamental para conservar os ingredientes. Folhas de alface no fundo do pote, por exemplo, podem ficar esmagadas e perder o frescor. Lembre-se: apenas quando for comer a salada misture os ingredientes com o molho, que ficará no fundo do pote.

E o melhor: você pode dar asas à sua imaginação e criar receitas deliciosas. Na nova edição da Revista Frischmann, você confere opções incríveis: https://pt.calameo.com/read/0016634417e2ab74bafd6

 

Dicas para ter uma boa memória

Acontecimentos fora da rotina ajudam a fixar melhor as coisas na cabeça.

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Segundo uma pesquisa realizada por especialistas na Universidade de Edimburgo, na Escócia, acontecimento fora da rotina ajudam a fixar melhor as coisas na cabeça. Os cientistas explicam que o fenômeno está ligado à liberação de mais dopamina (neurotransmissores) no cérebro. E são estas substâncias que controlam a formação de memórias na massa cinzenta. Os especialista também sugerem outras atitudes para melhorar sua memória:

 

  • Faça coisas diferentes todos os dias. Encontre alternativas de trajeto de ida ou volta para casa ou trabalho, por exemplo.
  • Concentre-se quando estiver realizando qualquer tipo de tarefa. Dê preferência ao um ambiente que você sinta prazer em estudar ou trabalhar isso contribui para uma melhor concentração.
  • Organize sua rotina fazendo lista de prioridades. As listas podem ser feitas no local que você achar mais prático de ter acesso: celular, notebook ou até mesmo no caderno de uso diário.

 

Fazer as escolher certas traz ainda mais sucesso em suas atividades diárias. Lembre-se: saúde em primeiro lugar.

Aproveite o feriado para cuidar da sua saúde

Consulte as unidades e horários de atendimento durante o Carnaval

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O laboratório Frischmann tem unidades de plantão para que você possa realizar seus exames durante o feriado. Programe-se para cuidar da saúde com os horários de atendimento durante o carnaval:

 

Dia 25 de fevereiro – sábado – atenderemos normalmente em todas as unidades

Dia 26 de fevereiro – domingo – atenderemos apenas na unidade Batel

Dia 27 de fevereiro – segunda – atenderemos normalmente em todas as unidades

Dia 28 de fevereiro – terça-feira – atenderemos apenas na unidade Batel

Dia 29 de fevereiro – quarta-feira – atenderemos normalmente em todas unidades ( exceto unidade São Mateus do Sul que estará fechada)

Seis motivos para manter as vacinas em dia

Entenda como estar com seu calendário de vacinação em dia pode ajudar a evitar epidemias e até mesmo erradicar doenças.

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1 – As vacinas são uma das principais conquistas médicas, capazes de evitar, controlar e, até mesmo, eliminar doenças infecciosas do planeta.

É o caso da varíola, que foi eliminada em 1980 e nem consta mais no calendário. A poliomielite, por sua vez, está controlada e próxima de ser erradicada. As demais vacinas continuam de extrema importância para que alguns males não voltem a ser um problema.

2 – É a segunda melhor estratégia de prevenção, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

De acordo com a instituição, perde apenas para o fornecimento de água tratada e saneamento.

3 – Algumas vacinas são capazes de evitar cânceres produzidos por infecções virais.

É o caso das vacinas do HPV – capaz de produzir tumores, tanto em mulheres quanto em homens – e a vacina contra o vírus da hepatite B – que também pode estar relacionado ao câncer de fígado.

4 – São eficazes e essenciais em todas as fases da vida.

Muitas vezes, associamos o ato de vacinar somente à infância, mas algumas vacinas precisam ser reaplicadas ao longo da vida ou para determinadas faixas etárias. A melhor forma de acompanhar de perto esse calendário é em uma conversa com seu médico.

5 – Se estivermos vacinados, protegemos também quem convive conosco.

Existem vacinas que só podem ser aplicadas a partir de determinada idade na infância. Mas se todos os familiares e cuidadores estiverem protegidos, a criança terá menor risco de adoecer. Isso também ocorre no caso de pessoas cujo sistema imunológico não permite receber vacinas. Por isso, quem é próximo do paciente deve estar protegido para evitar transmitir doenças.

6 – Os efeitos colaterais são, em geral, leves e de curta duração.

Algo que preocupa os pais na hora de vacinar os pequenos são os efeitos colaterais, como prostração nos bebês, e às vezes febre e perda de apetite. Porém, esse breve desconforto não é nada comparado à gravidade das doenças que podem surgir pela falta de vacinação.

Novas doenças podem surgir e precisamos estar prevenidos. Por isso, a vacinação é uma área da ciência que avança a cada dia, e precisa estar sempre atualizada. Só depois de longos estudos as vacinas são aprovadas, com rigorosos critérios de segurança e eficácia.
Infelizmente, não são todas as doenças infecciosas que possuem vacinas. É fundamental fazer sua parte para evitá-las, adotando medidas simples de prevenção no dia a dia.

Lembre-se de sempre conversar com seu médico antes de tomar uma vacina. Ele poderá fornecer todas as explicações e indicar qual a mais adequada para o seu caso.

Vacinação na fase adulta

A Dra. Myrna Campagnoli fala sobre a medida, que é indispensável para a prevenção de doenças.

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Tomar vacina durante a infância já é um cuidado habitual no Brasil. Inclusive algumas enfermidades, como a Poliomielite, foram erradicadas graças a campanhas de vacinação regulares. Mas o que muita gente não sabe é que a vacinação continua essencial na idade adulta, podendo prevenir ou amenizar diversas doenças.

As vacinas contra a gripe (influenza) já são comuns para adultos e idosos. Porém, é preciso ficar atento a todo o calendário de vacinação. Segundo a Dra. Myrna Campagnoli, “As indicações variam com a idade, sexo, estação do ano, região de moradia, profissão e a ocorrência de surtos de doenças. Atualmente, tem-se indicado o reforço da tríplice viral que protege contra sarampo, caxumba e rubéola para indivíduos até 49 anos, em virtude do surto de caxumba”.

O processo de imunização promove a formação antecipada de anticorpos. Isto é, permite que o organismo se prepare para combater doenças graves – como hepatites, meningites, HPV, doença pneumocócica e herpes zoster – antes mesmo que elas se desenvolvam.

Para uma proteção completa, a Dra. Myrna alerta para a quantidade de doses: “Algumas delas são realizadas em dose única e outras necessitam de mais de uma dose ou reforços de tempo em tempo, (…) como a difteria e tétano e a Febre amarela, que devem ser tomadas a cada dez anos”.

Entenda importância de diagnosticar diabetes com antecedência

A doença pode levar de 5 a 7 anos para se desenvolver, mas pode ser identificada cedo com exames periódicos.

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Você sabia que cerca de 30% das pessoas com diabetes não sabem que são portadoras da doença? E que até 25% das pessoas recém diagnosticadas já tem complicações relacionadas?
Isso ocorre porque seus sintomas são comuns, como uma simples tontura, dificuldade visual, cãibra ou disfunção erétil. Em alguns casos ainda, o diabetes não apresenta sintoma nenhum, podendo chegar a um período de 5 a 7 anos entre o início e o diagnóstico da patologia.
Segundo a Dra. Emanuela Cavalari, endocrinologista do Frischmann, o diabetes que não é tratado pode resultar em várias outras complicações micro e macrovasculares, como lesões nos rins, distúrbios neurológicos e infarto. A especialista reforça que o diagnóstico precoce é fundamental para minimizar os danos da doença.
“O segredo para diagnosticar o diabetes com antecedência é realizar consultas e exames periodicamente, sob orientação do médico”, explica Emanuela, que completa, afirmando que a prevalência do diabetes no Brasil aumenta com a idade: “Enquanto 2,7% das pessoas na faixa etária de 30 a 59 anos têm a doença, o índice pula para 17,4% entre os pacientes com idade entre 60 e 69 anos”.
Gestantes devem ter atenção redobrada e manter seu nível de glicose controlado, já que bebês de mães portadoras de diabetes estão em maior risco de mortalidade em comparação com crianças nascidas de mães sem a doença. É recomendado que a dosagem de glicose dos recém-nascidos de mães diabéticas seja feita logo após o parto, uma vez que esses bebês apresentam um risco maior de hipoglicemia (queda da glicose).
Saiba mais sobre os diabetes tipo 1 e 2 e quais os exames para identificá-los:

DIABETES TIPO 1

O diabetes tipo 1 acomete principalmente crianças, adolescentes e jovens adultos. É uma doença autoimune que destrói as células produtoras de insulina no pâncreas, o que torna necessárias as injeções para regular a glicose.
Para detectar a doença, o paciente pode fazer os seguintes exames: glicemia de jejum, que mede o nível de açúcar no sangue naquele momento, e hemoglobina glicada, que mostra a quantidade média de açúcar no sangue nos últimos três meses. Também é necessário atenção caso aconteça a glicemia ocasional elevada mesmo quando a pessoa não está em jejum. Essa condição, aliada a outros sintomas da doença como emagrecimento, fome e sede excessiva, pode indicar a presença da patologia.

DIABETES TIPO 2

O diabetes tipo 2 está relacionado ao sedentarismo, à obesidade e a resistência à ação da insulina, sendo mais comum em pessoas que já passaram dos 45 anos.
Nesse tipo de patologia, cerca de 50% dos pacientes desconhecem ter a doença por apresentar pouco ou nenhum sintoma, podendo haver um período de 5 a 7 anos entre o início da doença e seu diagnóstico. Por isso, a Dra. Emanuela lembra que não se deve esperar um quadro clínico, e sim identificar grupos de risco: pessoas com idade acima de 45 anos, ou mais jovens que tenham fatores suscetíveis à doença, como obesidade, hipertensão arterial, alteração do colesterol, ovários policísticos e histórico familiar de diabetes. Para rastrear a doença nesses pacientes, é feita a dosagem da glicemia em jejum.

 

 

Você sabe como diagnosticar a tireoide?

Dra. Rosita Fontes, endocrinologista do Frischmann, fala sobre os problemas mais comuns e explica quando é preciso ficar atento.

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As doenças na glândula tireoide têm sintomas comuns e podem aparecer tanto em homens quanto em mulheres a qualquer época da vida.
Uma tireoide saudável é sinônimo de equilíbrio dos hormônios essenciais para o metabolismo e para a manutenção das funções do organismo, e é por isso que a Dra. Rosita Fontes alerta sobre a importância dos cuidados com essa glândula.
A melhor maneira para cuidar da saúde da tireoide, segundo a especialista, é fazer avaliações periódicas. Assim é possível identificar as principais disfunções, como o hipotireoidismo (diminuição da produção de hormônios) e o hipertireoidismo (aumento da produção de hormônios). Sem um diagnóstico adequado, podem evoluir e levar a alterações em todo o funcionamento do corpo.
A investigação é feita a partir do exame de sangue chamado dosagem de TSH, conforme indicação médica. Os especialistas recomendam esse exame rotineiramente depois dos 35 anos e para quem tiver fatores de risco, como o bócio (aumento da glândula) e histórico familiar.
A tireoide também pode apresentar nódulos, e para encontrá-los, basta fazer o autoexame. “Em frente a um espelho, tome goles de água com a cabeça inclinada para trás. Abaixo da região referente ao pomo de adão, pode-se visualizar a tireoide subir ao engolir e descer no relaxamento. Caso se verifique algum ressalto ou nódulo, o endocrinologista deve ser procurado”, orienta a médica.
A especialista alerta para as situações em que a investigação é mais importante: em recém-nascidos com o teste do pezinho, em pessoas acima dos 35 anos (principalmente mulheres) e quando há suspeita de alteração da função tireoidiana, conforme a avaliação do médico. Ela ainda recomenda que qualquer medicamento que contenha hormônio tireoidiano só seja utilizado com autorização médica, e que se o exame TSH apresentar uma disfunção, o endocrinologista poderá pedir outros testes para verificação de cada caso.
A Dra. Rosita finaliza ressaltando que o diagnóstico precoce e o tratamento adequado são fundamentais e que seu médico sempre deve ser consultado em caso de dúvidas.