Pílula anticoncepcional: mitos e verdades

Melhora a TPM? Diminui cólica menstrual? Posso tomar duas no mesmo dia?

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Pílula anticoncepcional ainda é um assunto que suscita mitos e dúvidas. Respondemos algumas delas a seguir! E vale lembrar que apenas um especialista tem capacidade de orientar cada caso especificamente então, converse com o seu médico sempre que necessário!

Pílula melhora a TPM? Verdade. Quem sofre com as oscilações de humor causadas pela aproximação da menstruação, a famosa tensão pré-menstrual, pode experimentar melhoras com a pílula anticoncepcional. Ela tende a deixar o humor estável por equilibrar as taxas hormonais.

Posso tomar qualquer pílula? Mito. Por mais que pareça normal tomar a mesma pílula que uma amiga toma e adora, toda mulher que quer começar a usar anticoncepcional, ou quer mudar de marca, precisa de uma consulta a um ginecologista. O médico vai analisar uma série de fatores, como doenças e histórico familiar antes de escolher a mais correta para cada paciente.

Pílula anticoncepcional protege contra DSTs? Mito. A única forma de prevenção de qualquer tipo de DST é o preservativo. O anticoncepcional apenas protege contra a gravidez.

A pílula pode diminuir a cólica menstrual? Verdade. A pílula diminui a liberação de substâncias que causam a dor durante o período de menstruação. Por isso, para mulheres que têm cólicas muito fortes, a pílula anticoncepcional pode ser receitada não apenas para evitar gravidez, como também para melhorar as dores.

Posso tomar duas pílulas seguidas se esquecer de tomar uma? Mito. O ideal é tomar a pílula diariamente sempre no mesmo horário. Caso esqueça da dose, tome até 12 horas depois do habitual. Após esse período, é aconselhado procurar um especialista se houver suspeita de gravidez.

Mulheres fumantes não devem tomar pílula anticoncepcional? Verdade. Cigarro e pílula não combinam, e fazer o uso dos dois aumenta em oito vezes o risco de trombose, principalmente em quem já tem pré-disposição para a doença. O ideal mesmo é abandonar o cigarro!

Alguns fatores podem anular o efeito do anticoncepcional? Verdade. Remédios e álcool podem fazer com que a eficácia da pílula seja diminuída. Antibióticos e antidepressivos são alguns dos medicamentos que precisam de atenção, bem como o uso abusivo do álcool, que pode sobrecarregar o fígado.

Manteiga ou margarina: qual escolher?

Uma coisa é certa: ambas devem ser usadas com moderação

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Um pão quentinho faz com que qualquer café da manhã fique mais gostoso. Mas a dúvida é: o que é mais saudável para acompanhá-lo, manteiga ou margarina?

A manteiga, diferentemente da margarina, vem do leite e é rica em vitamina D e gordura saturada, que eleva o LDL, o colesterol ruim. Já o processo da margarina é feito por meio da hidrogenação de vegetais, que nada mais é que adicionar moléculas de hidrogênio às moléculas de gordura dos óleos, transformando o óleo líquido em margarina sólida. Esse processo faz com que a margarina seja rica em gordura trans e gordura vegetal hidrogenada, que aumenta a taxa do colesterol ruim e diminui a do bom.

A grande diferença entre elas, porém, é que a fórmula da margarina está sendo adaptada, enquanto a da manteiga não há muita alteração a ser feita. Algumas marcas de margarinas optam por colocarem em seus produtos o fitoesterol, uma substância que ajuda a controlar os níveis do colesterol. Neste caso, ponto para a margarina! No entanto, no uso culinário, a manteiga sai em vantagem, pois margarinas não suportam altas temperaturas.

Ainda assim, ambas devem ser usada com moderação e há diversas opções de substitutos. Geleias sem açúcar, cream cheese, requeijão light e queijos brancos, como o cottage, são opções mais saudáveis para acompanhar aquele pão quentinho saído da chapa. Bom apetite!

Conte nutrientes, não calorias

Ao contar apenas calorias, a tendência é ter uma alimentação menos nutritiva

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Um dos grandes erros cometidos por quem quer emagrecer é achar que contar as calorias dos alimentos é a única tarefa necessária. O problema é que ao pensarmos somente nas calorias, ignoramos também os nutrientes e vitaminas que os alimentos oferecem. Deste modo, muitas pessoas que estão em dieta acabam ficando com carência nutricional.

Embora a quantidade de calorias seja importante para a manutenção, perda ou ganho de peso, nem sempre ingerir alimentos pouco calóricos significa ter uma alimentação saudável. Uma comida ou bebida pode conter poucas calorias e ser rica em substâncias prejudiciais à saúde, como açúcares e gorduras, e ser pobre em fibras e vitaminas.

É importante estar atento à tabela nutricional de cada alimento, que mostra, além das calorias, os ingredientes e nutrientes que estão sendo ingeridos. Procure aqueles ricos em fibras, vitaminas A, B, C, E e K, além de minerais como cálcio, magnésio, zinco e ferro. Até mesmo algumas gorduras são importantes para o corpo, como as monoinsaturadas e as poli-insaturadas, que ajudam o coração, cérebro, imunidade e até estimulam a perda de peso.

E para essa equação de calorias e nutrientes resultar ainda mais positiva, adicione exercícios físicos a sua rotina!

Mitos e verdades da insônia

De contar carneirinhos a cortar horas de sono, o que realmente funciona?

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Para muitos, ter uma rotina de sono e conseguir dormir o que o corpo necessita é um desafio. Se a insônia tem roubado as suas noites de sono, o primeiro passo para vencer este “inimigo” é saber mais sobre ele! Conheça cinco mitos e verdades sobre a insônia:

Dormir poucas horas, mas seguidas, é melhor do que dormir a noite toda em intervalos. Verdade. Se você dormir cinco horas seguidas seu sono terá um ciclo completo e uma qualidade superior do que se você dormir em intervalos, interrompendo os ciclos naturais do sono, que duram de 90 a 120 minutos.

Contar carneirinhos ajuda a dormir. Mito. De acordo com uma pesquisa inglesa, dorme mais rápido quem faz atividades relaxantes antes de ir para a cama, como ler um livro, meditar ou ouvir música clássica. Contar carneirinhos faz com que você se foque nos números e não relaxe para dormir.

Insônia engorda e aumenta o risco de doenças cardíacas. Verdade. Quem tem poucas horas de sono não produz um hormônio chamado leptina, que está relacionado à saciedade. Sendo assim, a pessoa nunca se sente completamente saciada e tende a comer mais. No caso de uma insônia crônica, a falta de sono constante causa aumento na produção de cortisol e de outras substâncias relacionadas ao metabolismo, que podem elevar o risco de doenças cardíacas, como o infarto.

Praticar exercícios à noite pode levar à insônia. Verdade. Praticar atividades físicas antes de dormir pode não te deixar mais cansado, nem com mais sono. Ao contrário, exercitar-se faz com que a adrenalina e a temperatura corporal aumentem e pode ser que você fique mais agitado, correndo o risco de não conseguir relaxar a tempo de dormir. O melhor é evitar qualquer atividade rigorosa três horas antes de deitar-se.

Para combater a insônia, assistir TV é uma boa opção. Mito. Utilizar qualquer aparelho com luzes faz com que a melatonina, hormônio que inicia o processo do sono, não seja produzida. Os estímulos visuais e sonoros da TV também dificultam a chegada do sono. O ideal é não ter televisão no quarto e evitar o uso de computadores, tablets e smartphones meia hora antes de ir dormir.

Os fetos também sonham

Bebês sonham a partir do oitavo mês e bem mais que os adultos

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Se você é daqueles que acha que enquanto o bebê ainda está na barriga da mãe ele não faz nada além de chutar e dormir, temos uma novidade: bebês fazem muito mais que isso, inclusive, sonham. Estudos mostram que fetos realmente sonham, principalmente a partir do oitavo mês de gravidez, quando o desenvolvimento do bebê já está quase pronto.

Não se sabe ao certo com o que os fetos sonham, já que os nossos sonhos servem para processar e armazenar alguns fatos que aconteceram no dia a dia e que foram captados pelo nosso subconsciente. Como os bebês na barriga não veem nada, se supõe que os sons e sensações do que acontece no dia a dia da mãe e são transmitidos ao feto devem compor esses sonhos.

Acredita-se também que os fetos sonhem cerca de 5% a mais que os adultos: como o aprendizado diário do bebê, mesmo dentro da barriga da mãe, é muito maior que o nosso, ele precisa de mais tempo para assimilar o que ocorreu no dia. Além disso, é sabido que bebês também fazem outras coisas na barriga da mãe, como bocejar, soluçar, chorar e até mesmo sorrir.

Você sabe o que é varicocele?

Doença pode causar infertilidade e é assintomática na maioria dos casos

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Ao notar dificuldade para engravidar, tanto mulher, quanto homem devem ir ao médico em busca de respostas. E são em casos como esse que muitos homens descobrem que têm varicocele, uma doença que ataca as veias do testículo, sendo muitas vezes assintomática e podendo causar infertilidade.

A varicocele nada mais é do que o mesmo processo das varizes, mas no cordão que sustenta os testículos do homem. A doença se forma quando o sangue não consegue fluir normalmente pelas veias, causando um alargamento delas. Por ser algo que se desenvolve lentamente, a maioria dos homens sequer percebe mudanças no testículo, que podem ser um leve inchaço ou um nódulo que não causa dor.

Na maioria dos casos, a varicocele se desenvolve entre os 15 e 25 anos de idade, quando ainda não há o costume de ir a um urologista regularmente. No caso de homens mais velhos, a varicocele pode ser um sintoma causado por um tumor renal e requer mais cuidado.

A varicocele pode ser notada tanto pelo urologista quanto pelo próprio paciente, quando percebem alguma alteração nos testículos. A confirmação da doença é feita por meio de uma ultrassonografia.

Quando diagnosticada em um estágio inicial e sem ter afetado a fertilidade do paciente, o tratamento para varicocele consiste na utilização de suspensório escrotal, principalmente durante atividades físicas, e medicamentos para aliviar a dor, caso ela exista.

No caso de infertilidade causada pela varicocele, o paciente precisa passar por uma cirurgia para que o sangue volte a circular normalmente. A fertilidade deve voltar ao normal seis meses após a cirurgia, pois com uma irrigação adequada, os espermatozoides passam a ser produzidos novamente.

A sua boca também dá sinais de saúde

Complicações na boca podem ser sintomas de doenças

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Muitas vezes a boca é deixada de lado quando o assunto é saúde. A maioria das pessoas escova os dentes seguindo as orientações do dentista e sequer percebe que a boca está dando vários sinais de que a saúde não está muito bem. Nós selecionamos alguns deles para você ficar de olho:

Mau hálito

Na maioria das vezes, o mau hálito é consequência da falta de higiene bucal, causando uma camada de células descamadas, restos de alimentos e bactérias na língua. É a chamada saburra. Mas algumas doenças têm o mau hálito como sintoma, caso da gastrite e do refluxo gastroesofágico. Doenças respiratórias como rinite, sinusite, faringite e amidalite também podem causar um cheiro desagradável na boca.

Feridas

Muitas pessoas sofrem com feridas ou bolhas na boca, principalmente nos lábios. Apesar de ser sintoma de doenças inflamatórias do intestino e reações alérgicas a produtos, remédios e alimentos, as feridas também podem indicar herpes. A doença é contagiosa e o vírus pode ficar latente no organismo durante anos sem se manifestar, aparecendo em situações de estresse, ansiedade, infecções, menstruação e gripes.

Boca seca

A boca seca pode ser sintoma de mais coisas além de sede, como Diabetes tipo 1, hipotireoidismo, amiloidoise, fibromialgia, psoríase, bruxismo e até AIDS. Se você notar que sua boca está seca constantemente e sem qualquer motivo aparente, procure um dentista para que ele possa te avaliar e indicar um médico, caso necessário.

Aftas

As aftas são aquelas feridas brancas com contorno avermelhado que doem muito. Normalmente podem aparecer por causa de algum alimento ácido, mordidas no local, desregulação hormonal e alergia a alimentos. Porém, elas também podem ser sinal de um sistema imunológico fraco e podem se manifestar após um incidente de estresse ou ansiedade. A afta deve se curar sozinha em até duas semanas, caso contrário, busque um dentista para avaliar a ferida.

Verrugas

A maior causa de verrugas na boca é o HPV. Elas se manifestam nas gengivas, língua, bochecha, céu da boca e garganta. Elas são achatadas e esbranquiçadas. Caso você note algo parecido em sua boca, procure um médico para o tratamento, pois o HPV pode causar até mesmo câncer de garganta.

Câncer de ovário: sintomas e tratamento

Doença é o tipo de câncer mais letal entre as mulheres

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O câncer de ovário é o quinto tipo de câncer mais comum entre as mulheres e o que apresenta a maior taxa de óbitos. Mulheres mais velhas apresentam mais riscos: as que têm 55 anos ou mais são as que têm o maior índice de morte pela doença.

Apesar de sua causa ainda ser obscura, é sabido que o risco de desenvolver câncer de ovário é menor quando a mulher tem mais de um filho e quando engravida ainda jovem, antes dos 30 anos. Pílulas anticoncepcionais também diminuem o risco da doença.

O câncer de ovário é o mais letal por ser o câncer ginecológico mais difícil de ser diagnosticado. Consequentemente, costuma ser descoberto quando já está em um estágio avançado. A maioria das mulheres não sente qualquer tipo de sintoma no início da doença, eles aparecem quando o tumor já está desenvolvido.

Dor e volume abdominal, constipação e problemas de digestão podem ser alguns dos sintomas, mas só um médico poderá dar o diagnóstico correto. Ultrassom da pelve, tomografia computadorizada e ressonância magnética são exames que podem ajudar a diagnosticar o câncer de ovário.

No caso de um diagnóstico da doença em um estágio inicial, a cirurgia para remover o tumor, ou então o útero e os ovários, pode ser suficiente. No caso de um diagnóstico em estágio avançado, também são necessárias sessões de quimioterapia, para garantir que todo o câncer seja eliminado.

É aconselhado que pessoas com histórico da doença na família façam exames clínicos e ultrassonografias com mais frequência que outras pessoas. Mulheres acima de 40 anos também precisam de uma atenção extra com os ovários. É importante controlar o peso e evitar alimentos gordurosos, pois estudos apontam relação entre a obesidade e o consumo de gordura com o aumento de chances de ter a doença.

Cinco dicas para enfrentar uma ressaca

Algumas medidas são essenciais para ter um dia seguinte tranquilo

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Dor de cabeça, boca seca, sede e vontade de não sair de casa. Ressaca é assim, quando chega, derruba de vez e pode demorar o dia todo pra passar. Por isso, listamos cinco dicas para ajudar a enfrentar uma ressaca.

1. Beba água, antes, durante e depois

A regra número um para não ter ressaca (ou curar-se dela) é estar sempre bem hidratado. Opte por intercalar um drink com um copo de água, ou então coloque gelo no seu copo. Antes de dormir, beba mais dois ou três copos de água. E se você não fizer nada disso e acordar de ressaca, ingira muito líquido ao longo dia. Sucos, água de coco e bebidas isotônicas também ajudam na hidratação.

2. Evite tomar café

Por mais que falem que o café ajuda a curar a ressaca e acaba com a dor de cabeça, a cafeína é um estimulante e pode irritar o estômago, que já não está muito bem por causa do álcool. O café também é diurético e pode piorar a desidratação.

3. Coma brócolis

Pode parecer uma dica estranha, mas o brócolis contém cisteína, uma substância que ajuda o fígado a se recuperar e a eliminar o álcool do sangue. Ovos, cebola, alho, pimenta e gérmen de trigo também contém cisteína e devem ser consumidos.

4. Tome um banho gelado

Tomar um banho gelado quando acordar de ressaca ajuda a ativar a circulação sanguínea e a aumentar a pressão arterial. Por mais que seja difícil entrar em um banho gelado, você vai se sentir melhor depois dele.

5. Coma bem

É importante comer bem antes de beber, pois assim a passagem do álcool para o intestino demora e, consequentemente, sua absorção também. Caso você não tenha comido, não repita o mesmo erro no dia seguinte, mas evite comidas pesadas e, principalmente, gorduras. O estômago já não está 100% por causa do álcool e você vai sobrecarregá-lo.

Colesterol “bom” x colesterol “ruim”: entenda a diferença

No Dia Nacional de Combate ao Colesterol, explicamos a diferença entre HDL e LDL

Colesterol “bom” x colesterol “ruim”: entenda a diferença

Quem nunca ficou confuso com os tais colesterol bom e ruim? Antes de entender a diferença entre eles, é importante saber que a palavra colesterol não significa que há algo errado no seu corpo: ele é um tipo de gordura que está no nosso organismo e é quem forma as membranas celulares, produz a bile, sintetiza hormônios, metaboliza vitaminas e até digere alimentos gordurosos.

O colesterol em si está no nosso corpo, e o que define se ele é bom ou ruim é a proteína que carrega. No caso da proteína HDL, o colesterol bom, ela está relacionada com a redução do risco de doenças cardiovasculares: quanto maior o nível de HDL no sangue, menos chances do paciente ter alguma doença que afete o coração. A HDL também é responsável por transportar o colesterol ruim do sangue e levá-lo para o fígado, onde será catabolizado e eliminado do organismo.

O colesterol ruim é carregado pela proteína LDL e faz mal para o nosso organismo. Seu transporte pela corrente sanguínea leva ao acúmulo de placas de gordura na parede das artérias, o que pode causar problemas de fluxo sanguíneo em diversos órgãos, como o cérebro e coração. Pode levar a pessoa a um derrame, ou infarto.

Para prevenir a LDL, é preciso evitar ingestão de frituras, gorduras, gemas de ovos em excesso, leites e derivados (também em excesso), açúcares e pele de aves. Já para aumentar o seu nível de HDL é necessário praticar atividades físicas regularmente e acrescentar na alimentação frutas vermelhas e roxas, azeite de oliva, abacate, salmão e soja.