Entenda o que é a miocardiopatia dilatada

Hábitos saudáveis podem tanto prevenir, como tratar a doença

Entenda o que é a miocardiopatia dilatada

Cansaço, dores no peito e falta de ar são alguns dos sintomas da miocardiopatia dilatada, doença com que o Cadu, personagem de Reynaldo Gianecchini na novela “Em Família”, foi diagnosticado.

A complicação afeta o ventrículo esquerdo do coração, responsável por bombear o sangue para o corpo todo. O ventrículo se torna dilatado e o músculo cardíaco se enfraquece, não conseguindo comprimir o sangue para fora do coração. Com o tempo, até atividades básicas como colocar roupa e escovar os dentes se tornam difíceis para quem tem a doença.

Na maioria das vezes, a miocardiopatia dilatada é assintomática. Quando os sintomas aparecem, a doença provavelmente já está em um estágio avançado. Genética, infecções, doenças autoimunes, álcool e até o uso crônico de corticoides podem causar a miocardiopatia dilatada, que só é diagnosticada depois de uma visita ao médico e uma série de exames, como radiografias, exames de sangue e eletrocardiogramas. Uma ressonância magnética também pode definir a causa da doença e como ela irá progredir, assim o médico saberá qual é o melhor tratamento.

Adotar hábitos saudáveis, como praticar exercícios, alimentar-se bem e controlar a pressão arterial são meios de prevenir e tratar a doença, ao menos para quem está em um estágio inicial. Medicamentos podem ser administrados para aliviar os sintomas e diminuir a mortalidade.

No entanto, a miocardiopatia dilatada é uma doença progressiva para a maioria dos pacientes. Quando os remédios não fazem mais efeito, é preciso buscar por tratamentos mais invasivos, como a terapia de ressincronização cardíaca, em que um marca-passo ajuda o coração, ou até mesmo o transplante do órgão.

Dieta: comer de três em três horas é o certo?

Emagrecer vai além de comer no intervalo certo de tempo

Dieta: comer de três em três horas é o certo?

Quando uma pessoa decide emagrecer, se depara com diversas dicas e conselhos, desde cortar os carboidratos até a passar sete dias à base de água e alface. Uma dessas recomendações que parece ser mais sensata é a de comer de três em três horas. Teoricamente, a técnica ajudaria a comer porções menores e aceleraria o metabolismo, assim a pessoa emagreceria sem passar fome. Mas até que ponto isso é verdade?

Segundo a OMS, não há comprovação científica de que comer de três em três horas emagreça, principalmente quando a pessoa acredita que apenas essa medida irá resolver todos os seus problemas. A verdade é que não adianta comer nos intervalos certos e em porções menores, se na hora de escolher o lanche se opta por um salgadinho ou chocolate, por exemplo. O segredo está mesmo nas calorias e nutrientes que são ingeridos, não no intervalo entre eles.

Ficar horas sem comer, porém, também não é aconselhável, pois faz com que a fome se acumule e a tendência é a de se alimentar mais do que o necessário na próxima refeição. O ideal é achar uma dieta a que você consiga se adaptar, comendo alimentos saudáveis e porções pequenas, aliada à atividade física.

Primeiros socorros: você sabe o que fazer em uma emergência?

Além de prestar ajuda, é importante manter a calma

Primeiros socorros: você sabe o que fazer em uma emergência?

Quantas vezes assistimos a filmes em que vítimas são salvas por pessoas normais, que sabem exatamente o que fazer? Prestar primeiros socorros não é tão fácil quanto vemos na TV, mas se você souber o que fazer, pode salvar uma vida.

Mostramos cinco situações emergenciais comuns e o que fazer em cada uma delas. E o mais importante: mantenha a calma, aja rápido e tenha segurança no que está fazendo.

Torções e fraturas

Na maioria dos casos, não dá para saber se é apenas uma luxação ou uma fratura. Por isso, não tente movimentar o membro, apenas imobilize-o. Use uma tala de qualquer objeto duro, como madeira, livro e até mesmo uma revista enrolada. Coloque gelo no local, não faça massagens e procure ajuda médica.

Dedo preso na porta

É importante manter a calma para que a vítima não se desespere. Coloque gelo no dedo atingido, para evitar hematomas. Não massageie a região e, em caso, de sangramento, evite apertar as laterais do dedo.

Cortes profundos

Limpe com água corrente, mesmo que o corte não esteja sujo. Estanque o sangue com uma gaze ou pano limpo e vá imediatamente ao pronto socorro. Em nenhuma hipótese coloque algo na ferida.

Mordida de cachorro

Até mesmo os animais mais dóceis podem morder. No caso de uma mordida de cachorro, seja ele conhecido ou não, a primeira providência deve ser lavar a ferida com água e sabão e depois passar algum medicamento antibacteriano. Se houver lacerações com grande perda de sangue, procure um atendimento médico, pois pode ser necessário levar pontos. Também é indicado a ida ao pronto socorro para fazer exames e tomar vacinas, caso seja necessário.

Cinco hábitos que ajudam a viver mais

Pequenas mudanças no dia a dia podem ser a chave da longevidade

Cinco hábitos que ajudam a viver mais

Quem nunca pensou em chegar ao cem anos transpirando saúde? Apesar da medicina ter avançado muito, é bom estar atento aos hábitos cotidianos que podem nos ajudar a viver mais e com maior qualidade de vida. Separamos cinco dessas pequenas mudanças que podem fazer uma grande diferença ao longo da nossa existência:

Diminua o consumo de carne vermelha

Não tem problema fazer aquele churrasco de vez em quando, o que importa é não exagerar. Um estudo feito pela Escola de Saúde Pública de Harvard mostrou que pessoas saudáveis aumentavam as chances de desenvolverem câncer ou terem um ataque cardíaco se comessem carne vermelha regularmente. Já ao ingerirem carnes brancas, como peixe e frango, o risco de mortalidade diminuía.

Saia da cadeira

Já parou para pensar quantas horas por dia você passa sentado? Provavelmente muitas. De acordo com a Sociedade Americana de Câncer, ficar sentado por muito tempo altera o metabolismo e influencia o colesterol e a pressão arterial, que podem causar problemas cardíacos. Por isso, alongue-se no trabalho e levante-se de vez em quando para uma pausa.

Deixe a TV de lado

Se você assiste a quatro horas de televisão ou mais por dia, as chances de você morrer de qualquer complicação aumentam 50%. Pelo menos é o que aponta o estudo feito pelo Instituto do Coração e Diabetes Baker IDI, na Austrália. Eles observaram adultos sem histórico de doenças do coração e chegaram à conclusão de que assistir TV aumenta o risco de morte prematura e doenças do coração.

Respire bem

Pode parecer algo muito simples, mas se você parar alguns minutos do seu dia para prestar atenção apenas na sua respiração, pode ficar com uma sensação de bem-estar e combater desgastes mentais e físicos. De acordo com um estudo da Universidade de Johns Hopkins, nos Estados Unidos, quem consegue respirar bem, principalmente enquanto dorme, tem 50% menos chances de morrer do que quem não o faz.

Saia com os amigos

Não é só com exercícios que se tem uma vida mais saudável, estar com amigos faz com que você viva 50% a mais do que quem vive sozinho. Segundo um estudo da universidade americana Brigham Young, não ter contato social pode diminuir sua expectativa de vida mais que a obesidade, sedentarismo ou fumo.

Os benefícios da caminhada na terceira idade

Idosos que caminham têm menos chances de ter problemas físicos

Corte_07

Que caminhar faz bem todo mundo já está cansado de ouvir. O que poucos sabem é que não há muitas evidências científicas que mostrem a eficácia do exercício. Um estudo inédito da revista médica norte-americana Jama comprovou que idosos que fazem caminhadas regulares têm risco menor de se tornarem fisicamente incapacitados do que os que não praticam nenhum tipo de exercício.

A pesquisa começou em 2010, com 1635 voluntários idosos e, ao mesmo tempo, sedentários. Ao serem divididos em dois grupos, os que faziam parte do primeiro deveriam caminhar 150 minutos por semana e fazer três sessões de dez minutos de musculação, também semanais. Enquanto isso, o segundo grupo apenas recebeu informações sobre a saúde na terceira idade.

Três anos depois, os resultados foram analisados: os integrantes do grupo que se exercitou durante todo esse tempo tinham 18% menos de chances de ter alguma dificuldade física e uma chance menor de ter alguma debilitação permanente no futuro. Além disso, caminhar mostrou-se importante para evitar problemas cardíacos.

Assistir à TV durante a amamentação não é recomendado

Amamentar assistindo à TV pode levar crianças à obesidade

Corte_03

Fazer refeições enquanto assiste à televisão é algo comum para a maioria das pessoas. Este hábito deve ser evitado, principalmente por gestantes e mães que estão amamentando. De acordo com um estudo da Escola de Medicina da Universidade de Nova York, mulheres que se alimentam enquanto veem televisão têm maior probabilidade de continuar com o hábito e amamentar o bebê na frente da TV.

Já se sabe que quem come enquanto assiste à televisão tende a ter uma noção parcial sobre estar saciado, e acaba comendo mais que o necessário. Quando uma mãe alimenta seu bebê enquanto vê TV, o mesmo acontece: ela não percebe que a criança já está satisfeita e continua oferecendo leite. “Esta atitude, muitas vezes inconsciente, aumenta as chances de a criança desenvolver obesidade, uma vez que pode alterar o entendimento do pequeno em relação à quantidade de comida que necessita”, afirma Fabiano Sandrini, endocrinologista do Laboratório Frischmann Aisengart.

É importante fazer refeições à mesa e prestar atenção no que se está ingerindo desde a infância. Muitos hábitos adquiridos nessa época tendem a continuar até a fase adulta. “É muito fácil manter um hábito que nos dê prazer, mesmo quando sabemos que não é algo benéfico. O problema é que, depois de formada, a rotina é difícil de ser desfeita”, diz Sandrini.

Ele ainda afirma que a questão não é cortar o hábito de assistir à televisão, mas sim fazer disso algo controlado. “Ela distrai e está presente no dia-a-dia da maioria das pessoas. Porém, não se pode deixar que ela se torne presente em todas as atividades realizadas em casa”, afirma Sandrini. “Existem diversos estudos que nos mostram altos índices de sedentarismo relacionados ao uso exagerado da televisão, por isso é preciso evitar passar muito tempo em frente a ela e, principalmente, passar tal costume aos filhos”.

Alergia x Intolerância alimentar: qual é a diferença?

Enquanto em uma o problema é o que você come, na outra é o quanto você come

Corte_05

Desconforto e sintomas parecidos: não se deixe enganar pelas semelhanças entre intolerância e alergia alimentar, elas são diferentes uma da outra! Para explicar de forma simples, a intolerância é quando o nosso organismo não consegue digerir certo alimento, causando cólicas, dores de cabeça e até articulares. Já a alergia é quando nosso corpo trata certo alimento como um veneno, criando anticorpos para combatê-lo.

A intolerância depende da quantidade de alimento ingerido para se manifestar. Se a pessoa for intolerante a leite, por exemplo, isso quer dizer que o corpo dela não produz uma enzima chamada lactase, que digere o leite. Por isso ela vai se sentir desconfortável ao tomar um copo de leite, mas não terá problemas em comer um pedaço de queijo, por exemplo, que já passou por uma fermentação, ajudando a digestão.

Na alergia não existe meio termo. Se a pessoa for alérgica ao leite, não importa se ela vai beber um litro, ou comer um pedaço de queijo, a reação será a mesma e imediata, precisando de ajuda médica o quanto antes, para os sintomas não piorarem. Essa é outra grande diferença entre a intolerância e a alergia: na intolerância, a reação é mais lenta, e muitas vezes a pessoa nem consegue associar o desconforto a algo que comeu, enquanto que os sintomas da alergia se manifestam de prontidão.

Não há cura para nenhuma das duas complicações, mas é possível diminuir a intensidade da reação alérgica e saber a quais alimentos se é alérgico, para evitá-los. Já a intolerância é apenas uma questão de dosar a quantidade de alimento, para não sentir o desconforto. Vale lembrar que as duas podem ser desenvolvidas ao longo da vida, não necessariamente nascemos alérgicos ou intolerantes a algo.

Gravidez após os 40: o que eu preciso saber?

Pré-natal e acompanhamento médico antes e durante toda a gestação são essenciais

Corte_04

É cada vez mais comum que mulheres optem por terem filhos mais tarde, depois de ter uma carreira consolidada e até mesmo uma condição financeira melhor para criá-los. Dados do IBGE indicam que, de 2003 a 2012, houve um aumento de 17,6% de mulheres que engravidaram entre os 40 e 44 anos de idade.

Uma gravidez espontânea após os 40 anos é mais difícil de acontecer do que uma até os 35 anos, pois é a partir dessa idade que a mulher começa a ter uma quantidade menor de óvulos. Na maioria das vezes, é preciso um tratamento de fertilidade, e é essencial que um médico acompanhe a saúde da futura mãe antes mesmo dela engravidar. Nessa idade, a mulher já pode começar a ter problemas como diabetes, hipertensão e alterações cardiovasculares, que precisam ser tratadas antes da gravidez.

Abortos ou alterações cromossômicas, que podem causar a síndrome de Down e outras doenças, são mais recorrentes em uma gravidez tardia. Os pais devem entender esses riscos e estarem preparados caso a mulher aborte: cerca de 25% das gestações em idade materna avançada resultam em aborto espontâneo. Por isso, é essencial que a futura mãe faça o pré-natal. Deste modo, é possível prevenir algumas complicações, como a má-formação, que pode ser controlada com a administração de ácido fólico antes e durante a gravidez.

Apesar de apresentar riscos, a gravidez em uma idade avançada não deve ser considerada um problema. Com o desenvolvimento da medicina, é possível ter gravidez, parto e pós-parto saudáveis e a criança nascer sem qualquer complicação. Por isso o acompanhamento de um especialista é essencial, assim como fazer todos os exames solicitados por ele.

O perigo dos agrotóxicos nos alimentos

Mauro Scharf, diretor médico e endocrinologista do Laboratório Frischmann Aisengart, analisa o tema

Corte_01

Quase um terço dos vegetais mais consumidos pelos brasileiros apresentam resíduos de agrotóxicos em níveis inaceitáveis. É o que mostra um estudo feito pela Anvisa no primeiro semestre deste ano.

De acordo com o órgão nacional, em 2010 um milhão de toneladas de agrotóxicos foram usadas nas lavouras do país, isso dá uma média de 5 kg por brasileiros. Os alimentos que mais tiveram substâncias acima do recomendado foram: pimentão, morango, pepino, alface e abacaxi.

Segundo Mauro Scharf, diretor médico e endocrinologista do Laboratório Frischmann Aisengart, a ingestão prolongada de agrotóxicos pode causar câncer, problemas neurológicos e malformação fetal. Por isso, ele dá algumas dicas de como se prevenir.

Primeiramente, é importante lavar bem frutas, verduras e hortaliças. “Uma forma de eliminar parte dos resíduos é deixar o alimento de molho em uma solução de 1 litro de água e uma colher de sopa de bicarbonato de sódio por 30 minutos”, explica Scharf.

Como o agrotóxicos se concentram principalmente nas cascas das frutas, é importante descascá-las sempre que possível. De acordo com Scharf, “com a retirada da casca, a carga de agrotóxicos mais pesada é eliminada, porém, infelizmente, também há perda de alguns nutrientes e vitaminas”, afirma o médico. No caso das verduras, é preciso retirar as folhas externas.

Outra dica é dar preferência às frutas, verduras e legumes da estação, de produção nacional e da região onde você mora. Alimentos fora da época adequada têm mais chances de terem recebido quantidades maiores de agrotóxicos.

É importante lembrar também de diversificar os alimentos, garantindo que eles sempre tenham os nutrientes essenciais. “A melhor orientação ainda é conhecer a origem dos alimentos e, quando possível, dar preferência aos orgânicos que, apesar de serem um pouco mais caros, hoje em dia já fazem parte da maior parte dos mercados e feiras”, reforça Scharf.

Sapatos podem revelar a sua personalidade

Se analisados, o estilo de cada pessoa reflete muito no humor e personalidade

Corte_02

Você sabia que os seus sapatos podem falar muito sobre a sua personalidade e até sobre o seu humor? Ao menos é o que indica um estudo realizado pela Universidade do Kansas, nos Estados Unidos. E o melhor: as pessoas ao seu redor podem perceber esses sinais!

De acordo com o estudo, 90% das nossas características podem ser percebidas pelos nossos calçados, analisando desde as cores e o estilo, até o preço e o estado de conservação. A pesquisa foi feita com voluntários divididos em dois grupos: o primeiro deveria tirar fotos de seus sapatos e responder um questionário sobre si; e o segundo teve o trabalho de julgar os donos só olhando os sapatos.

Com isso, foi possível constatar que pessoas com um bom salário, ou uma maior capacidade para economizar, têm sapatos mais caros. Sapatos de salto alto demonstram nervosismo, enquanto os confortáveis são para as pessoas calmas. Já aqueles que escolhem sapatos pretos e sem detalhes, são considerados frios e reservados. Botas podem indicar agressividade. E, claro, pessoas extrovertidas preferem sapatos bem chamativos!