Páscoa: como aproveitá-la sem descuidar da saúde

Chocolate em pequenas doses faz bem e você não precisa ficar sem.

Pascoa_corte

Está preocupado com a quantidade de chocolate que vai comer na Páscoa? É difícil resistir a esse feriado cheio de delícias. Mas você não precisa se privar totalmente enquanto assiste aos outros comendo ovos e barras de chocolate – é só saber controlar e definir um limite.

Alguns tipos de chocolates são mais saudáveis, e você pode aproveitar sem medo. Prefira os que tem menos açúcar e mais cacau, como os tipos amargo e meio amargo. O cacau tem substâncias que atuam no cérebro, ajudando com o bem-estar e nos deixando mais dispostos. Além disso, uma boa notícia para as mulheres: o chocolate possui grande quantidade de magnésio, substância que tem seus níveis diminuídos durante a TPM.

Em pequenas quantidades, o chocolate não faz mal e nem engorda. Sua quantidade de  flavonoides, compostos com propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias, pode reduzir o risco de problemas cardiovasculares e desacelerar o envelhecimento.

Quem diria que aproveitar bem a Páscoa pode te ajudar a ficar jovem por mais tempo? É só controlar a quantidade de gorduras – evite o chocolate branco, que tem muita gordura hidrogenada – e escolher o tipo certo!

Internet: vilã ou aliada da saúde?

Tudo depende de como você encara o conteúdo encontrado on-line.

internet_blog

Em 2012, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou uma pesquisa sobre os fatores que mais levam as pessoas a serem internadas por intoxicação nos hospitais públicos. A ingestão indiscriminada de medicamentos ficou em primeiro lugar.

Isso demonstra o quanto o brasileiro insiste em se automedicar, hábito que tem se agravado com o fortalecimento da internet e a consequente utilização de buscadores para a realização do autodiagnostico.

Segundo uma pesquisa realizada pelo Centro Universitário de Volta Redonda, o grande problema da internet é a qualidade da informação. De 1152 vídeos sobre assuntos médicos disponíveis no YouTube que foram analisados pelos pesquisadores, 95% continham ao menos uma informação errada ou imprecisa.

Apesar de serem dados alarmantes, não podemos olhar para a internet como uma vilã quando o assunto é saúde, principalmente porque ela já é uma realidade inexorável na vida das pessoas.

Especialistas até mesmo acham positivo o paciente estar melhor informado, em especial após o diagnóstico médico real, assim a busca na internet será para buscar alívio para o sofrimento e não para trazer mais possibilidades diagnósticas.

A internet, portanto, desde que usada da maneira correta, pode ser uma grande aliada da saúde e, em especial, do processo de cura. Existem sites que agrupam as pessoas de acordo com suas enfermidades; neles é possível ouvir experiências e encontrar dicas sobre interação de medicamentos, e eventuais erros que podem e devem ser evitados.

Atleta de final de semana: fique esperto!

Confira os cuidados que você precisa tomar antes de aderir a esta rotina.

Atleta_blog

Que exercício físico faz bem todo mundo sabe, mas o que costumamos esquecer é que nosso corpo tem limites e um ritmo próprio que devem ser respeitados sob pena de graves consequências à saúde.

Nesse sentido, um dos erros mais cometidos pelas pessoas é a prática de atividades físicas apenas aos sábados e domingos, sendo que a frequência mais recomendada é de ao menos três vezes por semana. O perigo nessas horas é perder a consciência de que seu organismo não está acostumado com exercícios intensos e cometer excessos que podem levar até a paradas cardíacas.

Mas atenção: isso não significa que você precise abraçar de vez o sedentarismo e abrir mão de qualquer atividade física aos finais de semana! Significa apenas que é melhor optar por exercícios mais leves, como uma caminhada no parque, por exemplo, e estar sempre com os seus exames em dia.

Abaixo, algumas dicas importantes pra quem quer ter uma vida mais ativa:

1. Consulte seu médico antes de iniciar sua rotina de exercícios.

2. Use roupas leves, tênis confortáveis e nunca faça exercícios em jejum.

3. Sempre inicie e termine com alongamentos para aquecer os músculos e articulações. No caso de praticar exercícios com pouca frequência, respeite os limites do seu corpo e não force nenhum movimento.

4. Hidrate-se antes, durante e depois dos exercícios.

5. Vá com calma!  Ser atleta de final de semana, antes de tudo, é entender que você não é atleta, mas apenas uma pessoa querendo se movimentar um pouco mais!

Comer muito X Comer sempre

Uma diferença sutil que muda tudo na hora de perder peso.

Barra_cereal_blog

Para emagrecer é preciso comer com regularidade. Apesar de parecer contraditória, esta afirmação já está mais do que confirmada por cientistas e nutricionistas do mundo inteiro.

De acordo com estudo publicado no New England Journal of Medicine, quando ficamos muitas horas sem nos alimentar, nosso corpo entende que estamos passando por alguma situação de stress, e começa a produzir uma quantidade maior de cortisol, hormônio associado ao estoque de gordura abdominal.

Além de prevenir esse tipo de reação, alimentar-se de três em três horas acelera o metabolismo e garante que você não chegue faminto às refeições principais, evitando exageros.

Fazer lanches leves ao longo do dia, evitando espaços muito grandes entre as refeições, também ajuda a evitar males cada vez mais comuns, como o excesso de acidez estomacal e a má digestão.

Dessa forma, em vez de concentrar sua alimentação em três ou quatro grandes refeições ao dia, diminua as porções e faça pequenos lanches ao longo da manhã e da tarde. Em pouco tempo você perceberá a diferença que isso provocará no seu metabolismo.

Depressão: muito mais do que só um dia ruim

Em 2030, a depressão será a doença mais comum do mundo.

Depressao_corte

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 350 milhões de pessoas ao redor do mundo sofrem com a depressão. Em 2011, a organização publicou um panorama global da doença que concluiu que, entre os países de baixa e média renda, o Brasil é o que mais sofre com o distúrbio e, segundo pesquisa realizada pelo Hospital das Clínicas, 25% dos paulistanos portadores de algum problema psicológico foram diagnosticados com depressão.
Diante de dados como estes, a comunidade médica tem feito esforços significativos para que a saúde mental faça parte da agenda global de discussões e ações voltadas para a promoção da saúde.
Mesmo assim, muitos mitos e preconceitos ainda gravitam em torno da doença, dificultando seu diagnóstico e contribuindo para que boa parte da população sofra em silêncio ou ignore os problemas que tem.

 

Os Sintomas

Uma tristeza que não é só uma tristeza.
Quando se fala em depressão, o primeiro sintoma que vem à mente é a tristeza. De fato, pessimismo, crises de choro e uma falta de interesse generalizada podem indicar um quadro depressivo, entretanto, existem muito mais variáveis na sintomática dessa doença do que se costuma imaginar.
“No meu caso, o que desencadeou o diagnóstico foi uma insônia muito forte” conta M.G.*, 23 anos, que foi diagnosticada depressiva aos 15 anos de idade. “Não conseguia dormir por nada e, depois de algumas semanas assim, pedi ajuda aos meus pais, que me levaram a uma psiquiatra”.
Muito mais do que uma sensação de desânimo, a depressão costuma ser descrita como algo que, em sua pior forma, priva quem a tem da própria vontade de sentir. Ela normalmente vem acompanhada de alterações no apetite, sono e capacidade de concentração, mas isso pode variar muito de acordo com a dinâmica e intensidade das crises.
Sobre esse tema, a OMS lançou um vídeo que descreve muito bem as características da doença. Nele, é possível acompanhar a trajetória de uma pessoa desde antes do diagnóstico até o desenrolar do tratamento.
“O engraçado é que, durante o tratamento, você vai percebendo que coisas que você achava que eram suas, na verdade eram sintomas da depressão e vice e versa. Eu sempre achei que eu era uma pessoa melancólica, mas aos poucos fui percebendo que eu era muito mais otimista e alegre do que eu imaginava”.

O Diagnóstico

Tabu que impede a recuperação.
Devido aos estigmas relacionados a distúrbios psicológicos, é muito comum que as pessoas simplesmente optem por ignorar seus sintomas. De acordo com dados da OMS, aproximadamente 70% dos depressivos não recebem tratamento adequado.
Por conta disso, uma prática ruim, porém cada vez mais difundida é a da automedicação. Inibidos, pelo medo e pelo preconceito, de procurarem ajuda profissional, muitos depressivos acabam embarcando numa jornada solitária em busca de paliativos para seus sintomas, que podem ir desde o uso inadequado de remédios até o consumo compulsivo de drogas, álcool ou até mesmo comida.
Apesar de sempre ter tido a sorte de contar com o apoio de familiares e amigos, M.G. ainda se resguarda das reações alheias: “Tomo muito cuidado pra quem falo sobre a minha depressão, porque não quero ser julgada como depressiva. Tem muita gente que não entende isso e acha que qualquer reação negativa que eu tenho é uma crise”, conta a mulher que lida com a doença há quase 10 anos.

O Tratamento

Assumir, persistir e tratar.
Após o diagnóstico da doença, é preciso iniciar o tratamento que, em sua forma mais comum, é composto por uma combinação de remédios (antidepressivos e ansiolíticos) e psicoterapia.
Independente da linha que se opte por seguir, o primeiro passo é assumir a existência de um problema e procurar a ajuda de um profissional. Isso é importante pela necessidade de acompanhamento da medicação e, principalmente, porque cada indivíduo reage de uma forma distinta ao tratamento. Enquanto uma abordagem pode ser extremamente eficiente para uns, para outros pode ser completamente ineficaz, o que tende a gerar muita frustração. Nessas horas, o acompanhamento de um profissional faz toda a diferença na evolução do tratamento.
Sobre isso, M.G. conta que, após todos esses anos lidando com a depressão, tem certeza de que a medicação é apenas 30% do conjunto. “Quando você começa o tratamento, rola um efeito meio placebo. Você acha que vai melhorar logo porque está tomando remédio, mas não é bem assim. Demora até você encontrar as dosagens e as substâncias corretas; além disso, os efeitos colaterais são vários. Isso pode ser muito angustiante, mas tem que persistir e a terapia é fundamental nesse processo”.
Mesmo com o tratamento adequado, nem sempre é possível falar em cura quando o assunto é depressão. No caso de M.G., por exemplo, é possível que a doença seja uma realidade que a acompanhe por toda a vida, mas isso não precisa ser um problema. Segundo ela, com o passar dos anos você começa a entender melhor a sua condição e, aos poucos, vai criando formas de conviver em paz com ela.
“Tem momentos em que parece que a doença te domina, mas você tem que lembrar que é uma pessoa. Quanto mais você avança no tratamento, mais você entende quem é essa pessoa e o que é essa doença. Vocês só habitam o mesmo corpo, mas a depressão fica no dedinho do seu pé. Ela é 5% de você e isso não pode te definir”, conclui.
*O nome da entrevistada foi protegido a seu pedido.

Olheiras, por que tê-las?

É possível eliminar ou ao menos suavizar os efeitos dessa característica que incomoda tantas pessoas.

Blog03

Você também sofre com os círculos escuros embaixo dos olhos? Eles podem aparecer depois de uma noite mal dormida ou fazer parte da sua genética. De qualquer forma, é possível eliminar ou ao menos suavizar os efeitos dessa característica que incomoda tantas pessoas.

A falta de descanso  é um dos principais fatores causadores de olheiras. Ela faz com que as pálpebras inferiores aumentem, piorando a situação – principalmente na época de TPM, quando o corpo retém líquidos. Nesse caso, compressas ou máscaras refrescantes podem ajudar, já que contraem os vasos e dão uma aparência mais saudável à pele. Você pode fazer uma compressa com um chá de camomila concentrado e gelado por quinze minutos. Mas lembre-se: fique deitada, mas com a cabeça elevada, para estimular os vasos a retornarem ao seu tamanho normal.

Já os cosméticos podem ser indicados por um dermatologista, e normalmente contêm ativos como ginkgo biloba, cafeína e vitamina K1, que descongestionam e reduzem o edema, e outros que clareiam a região, como hidroquinona, vitamina C e mequinol. Se for o caso, o médico pode indicar também tratamentos estéticos como o laser – principalmente para quem tem olheiras genéticas, causadas pelo excesso de melanina na região – ou o preenchimento com ácido hialurônico, que “recheia” o local, afastando a pele dos vasos sanguíneos e diminuindo o aspecto escuro.

Mas a causa de algumas olheiras está na alimentação ou em fatores como o stress. Sinusite ou rinite podem causar coceira nos olhos, o que facilita o rompimento de vasos da região. Se você costuma ter muitas alergias, verifique com um alergista se o problema não está em algum alimento da sua dieta, como o leite ou a soja.

O stress faz com que a produção do óxido nitroso aumente o calibre dos vasos e os deixe mais aparentes. Para prevenir e tratar, insira em sua dieta alimentos como chá verde, agrião, rúcula e couve-flor.

Não importa se suas olheiras são causadas pela hereditariedade, excesso de pigmentação ou pelas bolsas de gordura acumuladas principalmente com o passar da idade: é possível, sim, tratar e prevenir – sem precisar ficar escrava do corretivo!

Previna os cinco fatores do envelhecimento

Hábitos saudáveis podem prevenir ou retardar os efeitos da idade sobre o corpo.

Blog02

Envelhecer é, sim, inevitável. Mas você pode retardar o processo ao aliar uma vida de hábitos saudáveis  a algumas atitudes que podem prevenir ou retardar os efeitos da idade sobre nosso corpo.

As inflamações são um processo normal dentro do organismo, e com o tempo podem atingir artérias ou articulações, o que torna sua cura mais difícil. O cigarro, a obesidade e o stress contribuem para seu surgimento. Para preveni-las, o ideal é comer carboidratos bons e moderar o consumo de álcool, além de fugir do sedentarismo mantendo seu corpo em movimento.

O stress oxidativo é o que dá a impressão de que nosso corpo está “enferrujado”.  É quando as células sofrem um processo de deterioração pelo acúmulo de radicais livres, o que pode levar a doenças como câncer, artrite reumatoide e diabetes. Para evitar esse problema, a solução está na alimentação: antioxidantes como vitaminas A, C, E, betacaroteno, ginseng e ginkgo biloba podem ser encontrados tanto em alimentos quanto em suplementos alimentares.

A glicosilação acontece quando as moléculas de açúcar se unem com as proteínas dos alimentos, que acaba enrijecendo os órgãos. Quando isso acontece no coração, por exemplo, sua capacidade de bombear o sangue fica afetada.  O xarope de milho – rico em frutose e encontrado em muitos alimentos industrializados – e os mirtilos, ricos em cianinas, além de evitarem esse processo ainda rejuvenescem a pele.

Já a metilação é um processo natural das células do corpo, definindo a ingestão com sucesso de vitaminas, enzimas ou outros compostos. Se o organismo não estiver realizando essa função corretamente,  é possível tratar o problema inserindo em sua dieta ovos e sementes – alimentos ricos em ácido fólico.

A imunidade baixa é um dos maiores fatores que entregam a idade – mas é possível preveni-la também, desde cedo. Cuidar da saúde e da alimentação, manter vacinas e exames em dia e ingerir uma quantidade adequada de vitaminas podem ajudar não apenas na prevenção da debilitação da sua imunidade, como também em todos os outros fatores do envelhecimento.

As alergias mais estranhas – e comuns!

Sol, tecnologia e suor são exemplo de fatores que causam reações alérgicas em muitas pessoas.

Blog01

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), quase 30% da população mundial pode ter algum tipo de alergia. A reação alérgica acontece quando o organismo combate de forma exagerada algum estímulo comum do meio ambiente – como poeira, pólen, fungos ou alimentos. Porém, algumas alergias são inesperadas. Confira algumas delas:

  • Sol: não é tão incomum assim pessoas que tenham alergia à luz solar. Um tipo mais raro e grave, chamado de urticária solar, é uma hipersensibilidade que impede a pessoa de ter contato com os raios ultravioletas, e até mesmo alguns tipos de luz artificiais.

 

  • Tecnologia: sim, existem pessoas que não podem chegar perto de celular, microondas ou rede wi-fi. Quem tem hipersensibilidade às ondas eletromagnéticas desses aparelhos pode sentir queimação em partes específicas onde houve contato com o objeto ou até mesmo no corpo inteiro.

 

  • Insulina: alguns diabéticos precisam da reposição de insulina diariamente, e os casos de alergia dificultavam o tratamento. Com o tempo, a insulina bovina vem sido substituída pela insulina humana, o que reduz os casos de alergia.

 

  • Esmalte: vários compostos dos esmaltes podem causar alergia nas mulheres, acarretando em inchaço não somente nos dedos e cutículas, mas em pálpebras, rosto e pescoço, além da descamação das mãos. Os principais causadores são o formaldeído, tolueno e alguns tipos de pigmentos. Atualmente, já existem opções de esmaltes hipoalergênicos – os chamados “3Free”.

 

  • Suor: a dermatite de contato é mais comum no calor e pode ser causada por bijuterias ou roupas sintéticas. Mas a miliária é a alergia ao suor, que entope os poros e não consegue sair, dando origem a bolhas de água vermelhas. Essa alergia é muito comum em bebês e pode estar acopanhada de coceira, ardor e dificuldade para respirar.

Caso apresente algum quadro de alergia , consulte sempre um médico especialista para que possa avaliar o melhor tratamento.

Síndromes cromossômicas: saiba mais sobre elas

Seja Down, Edwards ou Patau, o que você conhece sobre trissomias?

Down_blog

Trissomias são doenças cromossômicas. Elas se apresentam de diferentes maneiras, porém todas elas vêm de um distúrbio genético nos cromossomos. O tratamento de cada uma delas é diferente. Veja quais são essas diferenças:

Síndrome de Down
Quando uma pessoa apresenta três cromossomos 21 ao invés de dois, ela apresenta, também, diferentes níveis de deficiência intelectual e aparência facial típica da doença.

As pessoas acometidas pela doença costumam ter estatura mais baixa, achatamento da parte de trás da cabeça, inclinação das fendas palpebrais, pequenas dobras de pele no canto externo dos olhos, orelhas e boca pequenas, língua proeminente, tônus muscular diminuído, mãos e pés pequenos e excesso de pele na nuca.

Há alguns problemas de saúde comuns em quem tem Síndrome de Down, como deficiência auditiva (80% a 90%); doença congênita do coração (30%); problemas intestinais; distúrbios oculares; problemas ortopédicos; leucemia e convulsões.

Não há prevenção da doença, mas quanto mais cedo for diagnosticada, maiores as chances de uma vida normal. Melhorar o desenvolvimento da criança, trabalhar a fisioterapia motora e aprimorar a articulação dos sons da fala são algumas das ações que aumentam a qualidade de vida.

Síndrome de Patau
No caso da Síndrome de Patau, a pessoa apresenta três cromossomos 13, ao invés de dois. A síndrome, também conhecida como Bartholin-Patau, origina-se no óvulo e é mais comum em gestantes com mais de 35 anos.

Os sinais da doença são malformações do sistema nervoso central, baixo peso ao nascer, defeitos na formação dos olhos, problemas auditivos; dificuldades no controle da respiração, lábio leporino e problemas cardíacos congênitos.

A anomalia é mais comum em meninas, afetando em torno de 1 em cada 7.000 nascidos. A doença é a principal responsável por aborto espontâneo no primeiro trimestre da gestação.

Síndrome de Edwards
A trissomia 18, como diz o nome, é a presença de três cromossomos 18 ao invés de dois. Mais comum entre meninas, atinge 1 em cada 8.000 nascidos.

Assim como a Síndrome de Patau, a doença diminui as chances de vida do bebê. Estima-se que, em 95% dos casos, a doença resulte em aborto espontâneo.

Os portadores da deficiência apresentam deficiência física, choro fraco, musculatura esquelética fraca, pouca resposta a estímulos sonoros, deficiência intelectual, crânio disfórmico e maxilares recuados.

Detecção
Os testes invasivos atualmente disponíveis para descobrir a presença de anomalias cromossômica ficaram no passado. Hoje, a partir da 9º semana gestação, de forma segura, através de uma simples amostra de sangue retirado do braço da mãe pode ser feita a analise para descoberta das síndromes mais comuns.

“A partir desse material, será feita a amplificação do DNA presente na amostra. No passo seguinte, é feito o sequênciamento dos SNP’s (polimorfismos de nucleotídeo único), marcadores altamente variáveis que permitem diferenciar duas pessoas. Como metade do material do bebê é herdada metade da mãe e metade do pai, parte dos SNP’s será igual e parte diferente. Através da análise dos valores encontrados por um programa próprio para isso, será feito um perfil de SNP’s da mãe e do feto para estimar, com alta probabilidade de acerto, se o bebê possui alguma das síndromes investigadas”, explica Dr. Gustavo Guida, nosso geneticista.

Com o resultado em mãos em 10 dias, o médico vai tirar as dúvidas, esclarecer as possibilidades de tratamentos e orientar quanto aos profissionais mais indicados para os cuidados desse bebê.

Dicas para sentir-se revitalizado

Praticar exercícios, beber muito líquido e fazer alongamento podem ajudar a eliminar o cansaço.

Xô, cansaço!

O stress, a má alimentação, o sedentarismo e a correria do dia a dia podem nos deixar tão sem energia, que muitas vezes já acordamos cansados. No entanto, algumas orientações podem ajudá-lo a recuperar a vitalidade:

  • Beba água. A desidratação pode fazer com que você fique cansado, já que a velocidade do cérebro fica reduzida. Mantenha-se hidratado, principalmente em dias mais quentes.

 

  • Pratique exercícios regularmente. Manter uma vida ativa faz com que seu corpo mantenha-se mais alerta e preparado para realizar outros tipos de atividade. Quanto mais você se movimentar, menos o sentimento de preguiça tomará conta.

 

  • Mantenha sua vida social ativa e realize atividades nas quais você se divirta. Com uma mente mais leve e com menos preocupações, fica mais fácil conseguir se concentrar em outras atividades do dia a dia.

 

  • Mantenha o corpo alongado enquanto trabalha. Ao acordar e ao longo do dia, tire alguns minutos para movimentar os membros inferiores, superiores, articulações e pescoço. A prática “acorda” os músculos e melhora a circulação sanguínea, preparando o corpo para movimentar-se.