Sapatos podem revelar a sua personalidade

Se analisados, o estilo de cada pessoa reflete muito no humor e personalidade

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Você sabia que os seus sapatos podem falar muito sobre a sua personalidade e até sobre o seu humor? Ao menos é o que indica um estudo realizado pela Universidade do Kansas, nos Estados Unidos. E o melhor: as pessoas ao seu redor podem perceber esses sinais!

De acordo com o estudo, 90% das nossas características podem ser percebidas pelos nossos calçados, analisando desde as cores e o estilo, até o preço e o estado de conservação. A pesquisa foi feita com voluntários divididos em dois grupos: o primeiro deveria tirar fotos de seus sapatos e responder um questionário sobre si; e o segundo teve o trabalho de julgar os donos só olhando os sapatos.

Com isso, foi possível constatar que pessoas com um bom salário, ou uma maior capacidade para economizar, têm sapatos mais caros. Sapatos de salto alto demonstram nervosismo, enquanto os confortáveis são para as pessoas calmas. Já aqueles que escolhem sapatos pretos e sem detalhes, são considerados frios e reservados. Botas podem indicar agressividade. E, claro, pessoas extrovertidas preferem sapatos bem chamativos!

Droga que promete apagar más lembranças é descoberta

Pesquisa mostrou que droga pode ajudar no tratamento pós-traumático

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Já pensou poder esquecer aquele momento de dor, ou aquele trauma que sempre causa ansiedade e estresse? Segundo um estudo publicado na revista Nature Neuroscience, cientistas descobriram uma droga que é capaz de eliminar lembranças ruins e o sofrimento físico da mente.

Antes usada para tratar a esclerose múltipla reincidente, a fingolimod, como a droga é chamada, ainda está sendo testada, mas já apresenta bons resultados.

A descoberta é um avanço para a ciência e, no futuro, poderá ajudar a eliminar maus sentimentos e lembranças de momentos traumáticos. Pacientes poderão usá-las no processo conhecido como a “extinção do medo”, que pode auxiliar no tratamento de síndromes pós-traumáticas, como no caso de veteranos de guerras e de fóbicos.

Drogas: os seus efeitos nos usuários

No Dia Nacional de Combate às Drogas, mostramos os principais efeitos de algumas delas

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Quase 10% dos adolescentes brasileiros já usaram drogas ilícitas, segundo o IBGE. 62% das pessoas que já experimentaram maconha, o fizeram antes dos 18 anos. De acordo com dados do Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (Lenad), o Brasil é o segundo maior consumidor de cocaína no mundo e o maior mercado de crack. O consumo de drogas é uma realidade, mas nem todo mundo sabe dos efeitos físicos e psicológicos que elas têm nos usuários. Nós mostramos para você:

Maconha: todos os efeitos imediatos da maconha podem ser bidirecionais, ou seja, eles dependem muito do usuário, da dose e do ambiente. Algumas pessoas podem ter uma diminuição da atividade locomotora, aumento da frequência cardíaca, hipotermia, aumento de apetite e relaxamento e calma. Outras, porém, podem apresentar reações completamente opostas, como ansiedade e angústia. A longo prazo, a maconha pode causar uma diminuição no número de espermatozoides nos homens e diminuir a capacidade pulmonar, podendo causar câncer e bronquite aguda.

LSD: o LSD é uma substância sintética que pode ocasionar alucinações, delírios e ilusões. Quem o usa costuma ter a inversão dos sentidos, ou seja, o usuário “enxerga” uma música, ou “ouve” cores. Em pessoas predispostas a ter sintomas psiquiátricos, o LSD pode causar surtos psicóticos e até levar a morte. Crises de pânico, perda de sono e falta de interesse na vida sem o LSD também são sintomas comuns.

Cocaína: por ser uma droga estimulante, a cocaína age no cérebro dando prazer, mas também pode agir no coração, causando arritmia e aumento da frequência respiratória. Infarto e acidentes vasculares cerebrais são comuns quando há o uso excessivo da cocaína. Quando consumida regularmente, ela pode causar delírios, alucinações e paranoia. Por ser inalada, a cocaína pode causar necrose do septo nasal e dos tecidos próximos a ele. Os usuários também apresentam bruxismo e problemas nos pulmões, como hipertensão pulmonar e hemorragia alveolar.

Ecstasy: aumento da socialização, sensação de bem-estar, euforia e estado de alegria são os principais efeitos imediatos do ecstasy, que duram cerca de oito horas. Nos dias seguintes após o uso, o usuário pode apresentar dores musculares nas pernas e costas, dores de cabeça, perda do apetite e do sono e, até mesmo, breves momentos de psicose. Os efeitos mais preocupantes, no entanto, são para o uso ao longo prazo: lesões nos neurônios, complicações hepáticas e aumento da pressão arterial.

Crack: a sensação de prazer e confiança que o crack gera dura cerca de cinco minutos, por isso quem o usa consome uma grande quantidade da droga, buscando prolongar os seus efeitos. Após três semanas, o crack já causa sérios danos à saúde. Ele queima as vias respiratórias e destrói os alvéolos, facilitando a contração de infecções. Além disso, o crack pode causar infartos, náuseas, falta de apetite e dificuldades para controlar impulsos e fazer planejamentos.

Estudo aponta as causas do autismo

Fatores ambientais são tão importantes quanto genética

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Estima-se que 1 em cada 100 pessoas no mundo tenha algum grau de autismo, síndrome na qual a pessoa tem dificuldades em interagir socialmente. O autismo surge nos primeiros 36 meses de vida da criança e, para ser diagnosticado, precisa de um acompanhamento de especialistas.

Um estudo feito na Suécia apontou que fatores ambientais têm 50% de peso no desenvolvimento da síndrome. A outra metade corresponde a fatores genéticos. Realizado entre 1982 e 2006, o estudo é o maior já feito sobre as origens do autismo, ainda um mistério para a ciência.

Antes do estudo, acreditava-se que os fatores genéticos eram responsáveis por 80% a 90% do desenvolvimento da síndrome. Porém, complicações no parto, infecções sofridas pela mãe, consumo de drogas antes e durante a gravidez e até mesmo o nível socioeconômico da família têm tanta responsabilidade quanto os genes do bebê e de seus pais.

O autismo ainda não tem cura e as pessoas com a síndrome costumam ter acompanhamento de terapeutas para conseguirem se adequar à sociedade.

Colesterol alto: o que fazer?

Níveis elevados de gordura podem trazer complicações à saúde

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Não é de hoje que ouvimos falar que colesterol alto faz mal para o nosso corpo. E, afinal, você sabe o que é colesterol?

Colesterol: É um tipo de gordura chamada lipídio, produzida por nosso organismo e também encontrada em alimentos de origem animal. Em níveis elevados, pode causar grandes danos à saúde, como doenças coronárias e o entupimento de veias. Para saber se seu nível está alto ou não, é preciso fazer exames de sangue.

Fatores como atividades físicas, predisposição genética e até mesmo o fumo podem influenciar no modo como o corpo humano processa o colesterol. Quando se tem diagnosticado colesterol alto, exercícios regulares, perda de peso e parar de fumar são passos importantes.

Mas mais importante ainda é mudar a alimentação: ficar longe de carnes gordurosas, frutos do mar, leites integrais, queijos cremosos e amarelos, gema de ovo, manteiga, farinhas e açúcares refinados. Esses alimentos devem ser substituídos por pães integrais, queijo branco, leites desnatados, frutas, legumes e verduras, principalmente as com cores roxas, que ajudam a baixar os níveis de gordura.

Vale lembrar que, em alguns casos, adotar essas mudanças não são suficientes para controlá-lo, sendo necessário também o uso contínuo de medicamentos.

Os perigos da automedicação

Nenhum tipo de remédio deve ser tomado sem a supervisão de um médico

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Quem nunca ouviu a frase “de médico e louco todo mundo tem um pouco” e não viu mal algum em tomar aquele remedinho para se sentir melhor de uma gripe forte?

A automedicação é mais comum do que se imagina: muitas pessoas usam remédios indicados por amigos e conhecidos, ou utilizam um medicamento anteriormente prescrito em uma consulta. Tomar remédios sem avaliação médica pode trazer diversas complicações e levar, até mesmo, à morte.

Analgésicos, antitérmicos e anti-inflamatórios são os medicamentos mais usados pelas pessoas sem o aval clínico. Os analgésicos são os maiores responsáveis por overdose acidental e dependência. O trio antitérmicos, anti-inflamatórios e analgésicos podem causar problemas no fígado, rins, estômago e intestino.
É importante ressaltar também que tomar remédios de forma incorreta pode mascarar algum problema de saúde mais sério, pois o sintoma que está sendo tratado pelo medicamento não será analisado pelo médico posteriormente.

Outro problema recorrente de quem se automedica é “viciar” o organismo, que, com o tempo, não consegue mais usar seu próprio mecanismo de defesa para combater uma moléstia.

O profissional médico é a única pessoa capaz de avaliar os sintomas, pedir exames e, por fim, diagnosticar o paciente a fim de indicar o remédio ou tratamento adequados para cada caso.

Doença celíaca: o que pode e o que não pode

Intolerantes ao glúten precisam estar atentos ao que comem

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Uma em cada 200 pessoas no mundo tem intolerância a glúten, segundo a OMS. O glúten é uma proteína encontrada no trigo, cevada, aveia e centeio. Provoca danos na parede do intestino de quem é intolerante, impedindo a absorção de nutrientes como gordura, cálcio, ferro e ácido fólico. Assim, um celíaco pode ter perda de peso, anemia, osteoporose e diarreias constantes.

A doença celíaca não tem cura, e o único tratamento é uma dieta livre de glúten. Isso significa cortar tudo que vem do trigo, cevada, aveia e centeio, como cerveja, pães, massas e bolos. Por lei, todo produto deve indicar em seu rótulo se contém glúten ou não. Mesmo assim, o paciente precisa tomar cuidado com refeições feitas fora de casa, porque até mesmo o óleo em que um empanado foi feito pode prejudicá-lo.

Apesar de ter uma dieta restrita, pacientes celíacos podem levar uma vida com comidas gostosas e saudáveis ao mesmo tempo! Derivados do milho, como amido de milho, canjica, fubá e farinha de milho são opções que substituem o trigo. Arroz, fécula de batata e derivados da mandioca também são permitidos. As bebidas alcoólicas permitidas são vinho, espumante, aguardente, champanhe e saquê. Com a dieta certa e uma visita anual ao médico, o celíaco pode viver sem apresentar problemas com a doença.

Como identificar um infarto

Procurar ajuda médica rapidamente é essencial

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Doenças cardiovasculares, principalmente o infarto, são as que mais matam no mundo. O infarto ocorre quando alguma artéria responsável por levar o sangue ao coração entope, interrompendo o fluxo sanguíneo. Os principais fatores que levam um paciente a esse colapso são obesidade, colesterol alto, diabetes, hipertensão e estresse. Homens e mulheres na meia idade são os mais afetados.

Quando uma pessoa está enfartando, um segundo faz toda a diferença. Por isso é importante saber identificar logo os sintomas e procurar ajuda médica o mais rápido possível. Dores no pescoço, ombros, no braço esquerdo e no peito são os sintomas mais comuns, podendo também ocorrer suor excessivo, vômitos e náuseas.

Procurar ajuda rápido é essencial para evitar sequelas e até mesmo a morte. Por isso, não importa se o hospital mais próximo não é o que você está acostumado a frequentar, nesse momento o mais importante é ter auxílio médico.

Quem teve infarto uma vez, apresenta grande probabilidade de ter novamente. Tomar remédios que evitem o problema, alimentar-se corretamente e praticar exercícios físicos são a melhor forma de prevenir outro ataque cardíaco.

O que é esclerose múltipla?

Com surtos e sem cura, a doença deve ser controlada com tratamento

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A esclerose múltipla é uma doença autoimune causada pela inflamação na bainha de mielina, uma capa que envolve todas as células nervosas. Quando esse revestimento é danificado, os impulsos nervosos diminuem ou são interrompidos. Por isso, o paciente com esclerose múltipla apresenta dificuldades motoras e sensitivas, o que leva a uma degeneração progressiva.

A longo prazo, ele fica impedido de realizar atividades normais. Em geral a doença se manifesta em mulheres brancas e jovens que carregam o gene de suscetibilidade. Ela não é, porém, uma doença hereditária e acomete pacientes de forma isolada.

A grande dificuldade de quem tem esclerose múltipla é identificar os sintomas ainda no começo da doença. Eles são sutis e passageiros, podendo durar uma semana. Quando a doença evolui, formigamento das pernas, entorpecimento, desequilíbrio, perda da visão e tremor são os sintomas mais comuns. Por ser uma doença que afeta todo o sistema nervoso central, o paciente pode ter sintomas em diversas partes do corpo.

A esclerose múltipla ainda não tem cura, mas alguns tratamentos ajudam a desacelerar a doença e a aumentar o intervalo entre os surtos, que são períodos em que os sintomas são agravados. Esteroides, medicamentos para espasmos musculares e fadiga e antidepressivos são os mais indicados para quem tem a doença.

Por ser uma enfermidade que tem sintomas brandos em seu início, é importante que qualquer suspeita seja levada ao médico. Quanto mais cedo o tratamento começar, mais controle a pessoa terá da doença.

Como conviver com o transtorno bipolar

Auxiliar o paciente a procurar ajuda é fundamental

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Angústia, desânimo, falta de vontade de começar o dia. Depois, animação, confiança extrema, vontade de fazer várias coisas ao mesmo tempo. Assim é o dia a dia de uma pessoa que sofre com o transtorno bipolar. A doença é preocupante e deve ser tratada assim que os primeiros sintomas aparecerem: de 35% à 50% dos portadores do transtorno tentam o suicídio.

Uma pessoa com transtorno bipolar apresenta oscilações de humor, variando entre a euforia e a depressão. As crises podem durar apenas algumas horas, ou até mesmo dias e meses. Ainda não é sabido o que causa o transtorno bipolar, apesar de existirem estudos que apontam que a doença pode estar associada a alterações funcionais do cérebro responsáveis pelo processamento de emoções.

Os episódios de oscilação do humor podem ser desencadeados por diversos motivos, depende de cada indivíduo, mas mudanças na vida, períodos de insônia, uso de drogas e de medicamentos como antidepressivos ou esteroides podem colaborar com uma crise.

Durante os episódios de euforia o paciente pode apresentar uma autoestima muito alta, compulsão alimentar e sexual, irritabilidade, agitação, pouco controle do temperamento e pouca necessidade de sono. Já nos episódios de depressão, o paciente pode apresentar dificuldade em se concentrar, desânimo, tristeza, sentimento de culpa, excesso de sono, perda de peso e apetite e pensamentos sobre morte e suicídio.

É importante lembrar que é normal ter períodos de felicidade e tristeza ao longo da vida, principalmente quando são desencadeados por momentos pontuais, como um aniversário ou o fim de um relacionamento, por exemplo. O que chama atenção no caso da bipolaridade é como o comportamento do paciente é desproporcional e inadequado ao momento e ao ambiente.

Convivendo com o transtorno

Os familiares e amigos precisam, antes de tudo, não ter medo dos episódios e tentar não responder agressivamente, principalmente na fase da euforia. Procurar ajuda médica e tratamento adequado são fundamentais. É importante que o paciente com transtorno comece o tratamento até 72 horas depois da primeira crise, para não haver prejuízos. No Brasil existe a ABRATA, Associação Brasileira de Transtornos Afetivos, que ajuda pessoas com transtornos do humor. Conversar com outras pessoas que têm o transtorno para trocar informações e experiências pode ser uma excelente ajuda.