Cuidados com a alimentação das crianças nas férias de verão

O alerta é de Myrna Campagnoli, endocrinopediatra do Frischmann Aisengart

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O melhor caminho para manter a saúde das crianças nas férias de verão é o planejamento. Rever os horários e adaptar a rotina das refeições sem prejuízo, analisando se a criança ficará em casa ou se viajará, se fará atividades físicas ou ficará em frente à televisão, para assim encontrar alternativas que garantam o seu bem-estar. Este é o primeiro conselho de Myrna Campagnoli, endocrinopediatra do Frischmann Aisengart, que lembra que “a saúde não entra em férias”.

Refrigerantes, salgadinhos e fast-food costumam ser pedidos com grande frequência pelas crianças nas férias. Quanto ao refrigerante, a Dra. Myrna reforça que esta bebida tem muitas substâncias artificiais e contém valor nutricional quase nulo. Em relação aos salgadinhos, o endocrinologista sugere que eles sejam consumidos, no máximo, até três vezes na semana, em dias alternados, levando em consideração os alimentos que foram consumidos no dia.

Já quanto ao fast-food, a Dra. Myrna diz que, se a criança tem um hábito alimentar saudável e o consumo de fast-food for esporádico e equilibrado, o ideal é limitar o consumo e negociar um prazo quinzenal para tal. Mas a médica reforça que esse tipo de alimentos são ricos em calorias e gorduras.

Para estimular hábitos alimentares saudáveis, a Dra. Myrna dá algumas sugestões:

– Escolha e prepare junto os alimentos – Vá ao supermercado, à feira ou à quitanda com seu filho. Escolha os alimentos junto com ele e, depois, peça para que ele ajude a preparar a comida com você, nem que seja só lavar as verduras de uma salada. Certamente seu filho vai sentir mais prazer em comer aquilo que ele mesmo ajudou a preparar.

– Refeição em família – Fazer as refeições em horários regulares e em família é extremamente saudável, não só para o corpo, mas também para o fortalecimento emocional de seu filho. E, se possível, desligue a TV durante as refeições para estimular o diálogo entre vocês.

– Sinceridade e respeito – Seja sempre sincero para seu filho sobre o que ele está comendo. E lembre que ele tem paladar e que deve ser respeitado quando diz que não gosta de determinada comida.

Comodidade e agilidade do Web Exame

Sistema é inovador no Paraná

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O Web Exame do Frischmann Aisengart comemora neste mês de janeiro um ano. O sistema, inédito no Paraná, vem agilizando o atendimento dos clientes. Com o Web Exame o cliente acessa o site do Frischmann (www.labfa.com.br) e faz o seu cadastro on-line, a qualquer horário.

Após este cadastro validado o Laboratório encaminha ao cliente um e-mail com seu número de protocolo para atendimento. Chegando a unidade escolhida, o cliente apresenta este número e é automaticamente direcionado para realizar a coleta de seus exames.

Além de inovador, o Web Exame proporciona mais agilidade aos clientes. Ele possibilita que as pessoas façam uma parte importante do processo em seu computador, no conforto de suas casas. O Web Exame está disponível para a realização da coleta nas unidades Alto da XV, Bacacheri, Barigui, Barão, Batel, Carmo, Fontana, Portão, Santa Felicidade, São José dos Pinhais, Sete de Setembro e Xaxim. Para mais informações acesse: www.labfa.com.br.

Vacinas e cuidados de saúde para viajantes

As orientações são de Jaime Rocha, infectologista e especialista em Medicina do Viajante do Laboratório Frischmann Aisengart

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Os turistas estão sempre atrás dos melhores destinos, e alguns deles podem apresentar algum problema de saúde durante a viagem, necessitando por vezes de internação, gastos adicionais, perda da viagem ou situações de risco. De acordo com Jaime Rocha, infectologista e especialista em Medicina do Viajante do Laboratório Frischmann Aisengart, os principais riscos a que um turista pode se expor estão ligados a diarreias, dengue, malária, hepatite A, tétano, raiva e doenças transmitidas por mosquitos em geral.

Rocha explica que a diarreia é a doença infecciosa mais frequente entre as pessoas que viajam pelo Brasil ou ao exterior. Também conhecida no meio médico com “diarreia do viajante”, costuma ser causada pelo consumo de alimentos, água ou bebidas contaminados por bactérias, vírus ou protozoárias.

O especialista lembra que o número de casos de dengue continua a aumentar no Brasil. Como não há vacina, o turista deve aprender tudo sobre os cuidados contra picada de mosquito, não somente em áreas rurais, mas também em grandes centros.

Em relação à malária, Rocha reforça que o risco real existe em diversos paraísos para os amantes do meio ambiente, como o Pantanal Norte e a Região Amazônica. A prevenção começa com os cuidados contra a picada do mosquito transmissor da doença até, em casos de maior risco, uso de medicações profiláticas. “Um erro comum é acreditar que a vacina contra febre amarela protege contra a malária. Estas são doenças muito diferentes”, diz o infectologista.

Quanto à hepatite A, o médico descreve que é uma doença transmitida por água e por alimentos contaminados. Como parte da prevenção está indicada a vacinação para quem não for imune.

Para o tétano, Rocha ressalta que todo viajante deve obrigatoriamente estar com seu esquema de vacina em dia. “Trata-se de uma doença relativamente rara atualmente, graças a uma excelente atividade das vacinas, mas ainda morrem centenas de pessoas vítimas desta grave infecção”. A bactéria do tétano pode ser adquirida através de acidentes, não somente prego enferrujado, mas qualquer trauma com cortes ou contusões em que ocorra contaminação com terra ou material fecal.

O especialista também lembra quais são as principais doenças transmitidas por picadas de mosquitos: malária, dengue, febre amarela e leishmaniose. A principal medida preventiva dessas doenças é evitar a picada de mosquitos, o que pode ser feito por meio de medidas como:

– evitar os períodos de maior circulação dos mosquitos – início da manhã e final de tarde;

– utilizar roupas claras de mangas longas, calças compridas, camisetas/camisas dentro das calças;

– usar repelente à base de pemetrina em roupas, sapatos, redes, material de camping, repetindo a cada três lavagens;

– usar repelente na pele à base de DEET com concentração acima de 35%, repetindo sua aplicação a cada quatro horas, evitando contato com olhos e mucosas.

Cuidados com a desidratação no verão

As orientações são de Myrna Campagnoli, endocrinologista que faz parte do corpo clínico do Frischmann Aisengart

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No verão aumentam as preocupações com a desidratação. A maioria dos médicos recomenda a ingestão de 1 a 2 litros de água por dia, indiferentemente da estação do ano. Uma dica para saber a quantidade mínima de água que você precisa consumir diariamente, basta se pesar no começo do dia e após duas horas de trabalho. A diferença representa o quanto de líquido foi gasto durante as atividades. Se você perdeu 40 gramas, terá que repor 40 ml de água. Isso quer dizer que cada grama corresponde a 1 mililitro. Para se ter uma ideia, um copo representa, em média, 200 ml. É o que revela Myrna Campagnoli, endocrinologista que integra o corpo clínico do Laboratório Frischmann Aisengart.

A médica explica que a quantidade de líquido pode variar, também, se o indivíduo tiver uma alimentação balanceada. “Algumas frutas possuem alto teor de água, como a melancia, por exemplo. Se você come uma fatia, que é composta por 90% de água, a quantidade a ser consumida em líquido diminui”, revela.

A Dra. Myrna explica que a desidratação se caracteriza pela perda excessiva de água, sais minerais e líquidos orgânicos no corpo, que podem impedir que o organismo realize suas funções normais. Ela ocorre se a água eliminada pelo organismo não for reposta. “Isso acontece quando a ingestão de líquidos é insuficiente e pode trazer sérias consequências à saúde”, diz.

A desidratação pode ser classificada de acordo com a gravidade, podendo ser leve, moderada ou grave. “No caso de leve ou moderada, a desidratação pode causar sede exagerada, olheiras, boca e pele secas, dor de cabeça, sonolência e tonturas, além da diminuição da sudorese. No caso mais grave, esses sintomas se intensificam, podendo surgir outros como queda da pressão arterial, convulsões e falência dos órgãos”, revela.

O diagnóstico pode ser feito através de avaliações clínicas e exames. “Geralmente a desidratação é diagnosticada por meio das avaliações médicas, mas, caso necessário, são realizados exames”, conta.