Frischmann Aisengart tem atendimento domiciliar especial para crianças: a Coleta Kids

O Laboratório Frischmann Aisengart tem um atendimento domiciliar exclusivo para as crianças.

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Com o objetivo de realizar um serviço ainda mais humanizado, o Laboratório conta com uma equipe especializada para realizar coletas em crianças. Este serviço resulta em um maior conforto, já que, em muitos casos, a permanência da pessoa no seu domicílio, principalmente no caso de crianças e idosos, é muito importante para diminuir as dificuldades e evitar desconfortos.

Os atendimentos são feitos com hora marcada e o paciente é atendido por uma equipe especializada. Os únicos exames que não podem ser coletados em domicílio são os que necessitam de um período maior de permanência no laboratório, como os exames de curvas glicêmicas ou exames que precisam de acompanhamento médico como, por exemplo, testes de estímulo. As coletas são realizadas de segunda a sábado e podem ser agendadas pelos telefones (41) 3013-6424 ou (41) 33013-2211.

Qual é o papel da vitamina D?

Ela é utilizada como fonte por células envolvidas na formação de tecido ósseo, que criam novos tecidos e eliminam partes danificadas.

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Ela é utilizada como fonte por células envolvidas na formação de tecido ósseo, que criam novos tecidos e eliminam partes danificadas. Sem isso, os ossos ficam quebradiços ou malformados. Os raios ultravioleta penetram pela pele e reagem com a substância 7-Dehidrocolesterol, que se transforma na vitamina D3. Depois vai para o fígado pela corrente sanguínea e vira calcifediol. Finalmente, vai para os rins e se torna a vitamina D, que é distribuída então para todo o corpo. Agora que você já sabe, não deixe de tomar sua dose diária de sol, de acordo com as recomendações médicas.

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Cinco coisas que você precisa saber antes de correr

Especialista do Laboratório Frischmann Aisengart orienta que o hábito de correr ajuda na redução da gordura corporal, níveis de colesterol e melhora a circulação sanguínea, mas requer alguns cuidados

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Para quem não está acostumado, pode parecer loucura acordar cedo em um domingo para correr quilômetros sob o sol ou chuva. Todo esse pique tem explicação: ao correr, o corpo libera uma série de substâncias capazes de gerar uma sensação de prazer, o que acaba estimulando o praticante a se empenhar no exercício. Além disso, a prática ajuda na redução da gordura corporal, diminui a pressão sanguínea, e pode até melhorar a qualidade do sono. Entretanto, é preciso tomar alguns cuidados antes de colocar o tênis e sair correndo por aí.

“Primeiro, é preciso avaliar suas condições físicas com um especialista, que pode ser um cardiologista, médico do esporte ou ortopedista, dependendo do perfil de cada pessoa. Nessa consulta será realizada uma avaliação da capacidade cardíaca e respiratória, além de análise clínica, músculoesquelética e neurológica, verificando se há algum problema que pode dificultar a prática do esporte”, salienta Luiz Riani, médico especialista em cardiologia e medicina do esporte que integra o corpo clínico do Laboratório Frischmann Aisengart.

 

Abaixo, Riani lista algumas informações importantes para quem quer incluir a corrida à rotina:

  1. Hidratação é preciso: iniciar uma corrida sem a devida hidratação pode causar tontura, mal estar e até desmaios. O ideal é que a pessoa tome um pouco de água antes do treino e vá consumindo também durante a atividade. A falta de água no organismo pode, inclusive, prejudicar o desempenho nas provas.
  2. Seja amigo da esteira: o treino feito ao ar livre é, com certeza, mais completo do que o da esteira, já que o corredor precisa lidar com mudanças de temperatura, obstáculos da rua e variações da corrente de ar. Entretanto, a esteira também pode ajudar para aqueles dias em que o tempo só é suficiente para a academia, além de facilitar a execução dos treinos intervalados onde se alternam picos de alta intensidade com períodos de recuperação, um desafio bem mais complexo de se executar na rua. “Para que o treino na esteira seja tão produtivo quanto o da rua, é preciso ficar atento à inclinação do aparelho e à intensidade dos exercícios”, afirma Riani.
  3. Atenção à alimentação no dia do treino: nunca saia de casa para correr sem comer. Além de prejudicar o desempenho no treino, esse hábito pode causar mal estar e queda de pressão arterial durante e, principalmente, após o término da atividade. Antes do treino, dar preferência para fontes de carboidrato, que fornecerão energia para o exercício. Já após a corrida, prefira alimentos ricos em proteínas, que irão repor o nutriente no músculo.
  4. Dê um tempo para o seu corpo: não é com uma semana de treino que você conseguirá ter o mesmo desempenho que o seu amigo, que corre há meses ou anos. O seu desenvolvimento na corrida dependerá de vários fatores, como periodicidade e intensidade dos treinos, rotina alimentar, qualidade do sono, entre outros. Cada pessoa tem o seu próprio limite, que precisa ser respeitado. “Outro ponto que vale ser lembrado é que, em casos onde há pausas no treino, de algumas semanas ou meses, por exemplo, o organismo pode demorar para voltar a ter os mesmos resultados”, reforça o especialista.
  5. Escolha a roupa e o calçado adequados: mais importante do que escolher roupas próprias para correr, é escolher roupas confortáveis. É importante que elas deem a liberdade necessária para a prática da atividade. Hoje o mercado conta com várias opções de roupas específicas para corrida, com tecidos mais leves e próprios para a atividade. Quanto aos calçados, mais uma vez o conforto é essencial, buscando tênis leves, flexíveis, com bom amortecimento e estabilidade.

Como evitar as micoses de verão

Sol, calor e umidade formam o cenário ideal para o aparecimento de micoses

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Com a chegada da estação mais quente do ano, crescem os casos de proliferação de fungos e microorganismos. Eles podem provocar infecções incômodas e persistentes, chamadas de micoses de verão. Calor, areia, praia, piscina e o aumento da transpiração, comum neste período, formam o cenário ideal para o surgimento da doença. “Unhas, virilhas e pés são as regiões mais atingidas, pois tendem a acumular com facilidade umidade e sujeira”, alerta o infectologista Jaime Rocha, do Laboratório Frischmann Aisengart.

Geralmente, as micoses se iniciam como uma lesão avermelhada. Logo provocam coceira e escamação da pele. No caso das unhas, as micoses podem provocar deformação e descolamento. O infectologista avisa que evitar sapatos apertados, procurar secar bem as dobras do corpo e não compartilhar roupas e toalhas são algumas medidas de prevenção bastante eficazes.

Ao detectar o problema, é fundamental consultar um especialista. “O tratamento pode envolver administração de medicamentos orais e tópicos, de acordo com o local atingido e com a extensão da infecção, que pode ser superficial ou profunda. Quanto mais cedo o problema for detectado, mais rápido será o tratamento”, explica o médico. E complementa: “o paciente nunca deve se automedicar”.

A micose é facilmente confundida com outras doenças e o uso de medicamentos indevidos pode agravar a situação. Conforme avaliação médica, podem ser necessários exames de raspado e cultura da lesão para confirmar o diagnóstico.

 

Medidas para evitar micoses de verão

  • Não compartilhe toalhas e roupas, mesmo com pessoas conhecidas;
  • Evite andar descalço em pisos úmidos e públicos;
  • Procure secar bem as dobras do corpo;
  • Evite usar calçados fechados por muito tempo;
  • Não use calçados apertados;
  • Evite o uso de meias que não sejam de algodão (o algodão deixa a pele respirar e não retém o suor);
  • Não utilize lava-pés de piscinas e saunas;
  • Só utilize tesouras, lixas de unha e alicates de cutícula próprios ou esterilizados.