Alergia alimentar

Cólica, coceira, vermelhidão… às vezes uma comida inocente pode se tornar um pesadelo

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Quem não conhece alguém que não pode comer amendoim ou castanhas que já fica com o rosto todo inchado, ou então não pode chegar perto de leite ou de frutos do mar que já tem dor de barriga e coceiras?

A alergia a alimentos está cada vez mais comum. A predisposição genética costuma ser o principal motivo, mas há quem diga que os novos hábitos de limpeza, supervacinas e antibióticos também colaboram.

A pessoa que sofre de alergia alimentar tem sensibilidade a alguma proteína do alimento. Quando esta proteína ou fragmentos dela são resistentes à digestão, a imunoglobulina E (um tipo de anticorpo), se confunde e identifica o componente como um invasor. O sistema imunológico recebe este alerta e encara o problema como um agente nocivo, enviando glóbulos brancos para o ataque – e eis que surge a reação alérgica, que pode ser cólica abdominal, diarreia, vermelhidão, coceira, inchaço, falta de ar ou até um perigoso choque anafilático.

É possível realizar testes para detectar a alergia a determinados alimentos, como os testes de pele, de sangue ou até mesmo a ingestão de pílulas com possíveis alergênicos, feitos com acompanhamento médico. Assim fica mais fácil manter uma dieta que previne tais substâncias.

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