Como as emoções influenciam a saúde

Às vezes um sentimento ruim pode desencadear sintomas no corpo

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Existem doenças físicas, psicológicas e aquelas que começam na mente e evoluem para o corpo. Este último tipo recebe o nome de psicossomáticas e, muitas vezes, seu diagnóstico e cura são mais difíceis.

É normal um paciente procurar ajuda médica com dores, reações na pele ou taquicardia e estranhar quando surge a hipótese de ser algo vindo da cabeça – “como pode ser psicológico se dói no corpo?”. Pois pode acontecer.

Depressão, raiva, angústia, stress, ansiedade… O corpo acaba refletindo de maneira física os sofrimentos da mente. Provavelmente você já ouviu alguém falar que “tanto nervoso vai me dar uma úlcera” e saiba que nem sempre é exagero.

O fato é que as doenças psicossomáticas podem se manifestar em diversos sistemas, podendo causar úlceras, gastrite, retocolite, asma, bronquite, hipertensão, taquicardia, angina, dermatite, herpes, urticária, eczema, diabetes, enxaqueca, vertigens, artrite, queda de cabelo e muito mais.

Isso acontece porque o hipotálamo e a hipófise estão muito perto um do outro no cérebro. Quando emoções e sentimentos mais fortes são percebidos pelo hipotálamo, ele acaba alterando a sua conexão com a hipófise, área que controla as funções do organismo.

Resumindo: não vale a pena se deixar levar pelas más sensações. A sabedoria popular diz que rir é o melhor remédio e não deixa de ser verdade. Quanto mais gostosa a gargalhada ou mais efusiva a risada, maior será a síntese de produção de endorfinas, que podem ser chamadas de hormônios da felicidade. O bom humor é uma válvula de escape, que alivia o stress, reduz a pressão sanguínea e cuida do nosso sistema imunológico.

Além disso, quando conversamos e gargalhamos movimentamos 84 músculos da face. Todo este exercício facial estica a pele, retardando o aparecimento de rugas!

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