Como laboratórios ajudam a solucionar crimes (na vida real)

A tecnologia dos filmes existe no Frischmann Aisengart

DNA - cortado

Nos últimos anos as séries policiais ganharam o coração dos brasileiros. Os filmes do mesmo gênero ainda mantém seu público cativo. E na vida real, quais são os avanços na área de segurança que poderiam aparecer nas telas com vilões e heróis traduzindo sua importância?

Em 2012, um dos maiores avanços da área foi a criação do Banco de Dados Nacional de DNA, o que vai permitir o uso de material genético na investigação de crimes violentos. Com a criação deste banco, informações sobre o DNA de materiais encontrados em cenas de crimes e também de criminosos ficarão disponíveis para investigações policiais.

“A Lei vem preencher esta brecha na legislação, pois obrigará os condenados por crimes violentos e hediondos a cederem amostra sanguínea para poderem se beneficiar do regime de progressão de pena”, explica o responsável por nosso Setor de DNA e Doutor em Biotecnologia, Dr. Marcelo Malaghini.

Todos os Estados terão acesso as amostras, o que pode facilitar o trabalho policial. “Pode ser que um indivíduo preso e condenado no Paraná, por exemplo, elucide crimes antigos ocorridos em outros Estados”, aponta o médico.

Essa é a mesma tecnologia utilizada nos testes de paternidade. O Laboratório Frischmann Aisengart recebeu, também em 2012, a homologação da acreditação na norma internacional 17.025 nos processos de análises de paternidade, o principal selo de qualidade, de reconhecimento internacional, que um laboratório de ensaios pode obter.

A certificação foi conquistada depois de uma recomendação, posterior a uma auditoria do INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia). “Em análises de paternidade, o Laboratório Frischmann Aisengart é o primeiro no país a apresentar este nível de qualidade”, afirma o Dr. Malaghini.

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