Entendendo o teste de paternidade

Teste é oferecido no Laboratório Frischmann Aisengart e tem precisão de 99,9%.

Paternidade

Desde que a novela da Rede Globo Em Família trouxe o assunto, muito se tem discutido sobre teste de paternidade no Brasil. Segundo dados do IBGE, cerca de 30% dos registros de recém-nascidos brasileiros não têm o nome do pai.

O teste de paternidade, porém, nem sempre se resume à situação em que a mãe e o suposto pai vão a um laboratório e passam pelo processo de coleta e análise de sangue. Em alguns casos, o provável pai já está morto e, por isso, outro procedimento deve ser tomado.

De acordo com Marcelo Malaghini, Doutor em Biotecnologia e responsável pelo setor de DNA do Laboratório Frischmann Aisengart, nas situações em que o suposto pai é falecido, são necessários, no mínimo, dois familiares legítimos para alcançar um grau de precisão adequado na análise. “É preciso fazer uma reconstrução do perfil genético através de familiares ou até mesmo a utilização de fragmentos ósseos obtidos pela exumação do cadáver do suposto pai”, afirma o especialista. Vale lembrar que não importa a aparência física, geneticamente somos o resultado de uma contribuição idêntica de ambos os genitores.

O Laboratório Frischmann Aisengart realiza testes de paternidade que alcançam graus de precisão entre 99,9% e 99,99999999%. Em março de 2011 o Laboratório recebeu a homologação da acreditação na norma internacional 17.025 nos processos de análises de paternidade. A certificação foi conquistada depois de uma recomendação, posterior a uma auditoria do INMETRO. Segundo Malaghini, trata-se do principal selo de qualidade, de reconhecimento internacional, que um laboratório de ensaios pode obter no mundo. “Em análises de paternidade, o Laboratório Frischmann Aisengart é o primeiro no país a apresentar este nível de qualidade” finaliza.

Tags:, , , ,