Mitos e verdades sobre a vitamina C

Nutriente não ajuda na prevenção de resfriados, mas auxilia na formação de glóbulos vermelhos e de reparação, aumentando a produção de colágeno

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Para a maioria das pessoas, a ingestão de vitamina C é uma das principais formas de prevenir os resfriados. A ideia surgiu em 1970, ano em que o químico norte-americano Linus Pauling, ganhador de dois prêmios Nobel, lançou o livro “Vitamina C e o Resfriado”, no qual pregava que um grama diário de vitamina C era o suficiente para reduzir em 45% a incidência de resfriados.

Atualmente, médicos e nutricionistas questionam a teoria de Pauling. Pesquisadores europeus desenvolveram o maior estudo de revisão sobre o papel da vitamina C em relação a gripes e resfriados e concluíram que a receita é absolutamente ineficaz, exceto para atletas de alta performance, como maratonistas ou triatletas.

Sabe-se que a vitamina C auxilia na formação de glóbulos vermelhos e de reparação, agindo como um fator na produção de colágeno, um tecido conectivo importante no corpo. Além disso, o nutriente ajuda o corpo a absorver o ferro a partir das folhas que comemos. Além disso, a vitamina C, também conhecida como ácido ascórbico, protege as células do corpo e tecidos dos danos causados por radicais livres, ou seja, antioxidante protetor.

“Concorda-se que uma dieta balanceada e sem suplementos é suficiente para a ingestão do nutriente”, afirma Myrna Campagnoli, endocrinologista do Laboratório Frischmann Aisengart. Já as altas doses (milhares de miligramas) podem causar diarreia, náusea, vômito, dor de cabeça, fadiga e perturbação do sono. O uso prolongado pode ainda facilitar o aparecimento de cálculos (pedras) no sistema urinário.

A Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos recomenda que a ingestão diária de vitamina C seja de 60 a 95 miligramas por dia.

A Conjuntivite e suas características.

A Conjuntivite é uma doença bastante comum que ocorre com a inflamação da membrana transparente que recobre a parte da frente do globo ocular e o interior das pálpebras.

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O problema pode durar de 1 semana a 15 dias e atacar um ou os dois olhos. Entre suas causas estão a contaminação por bactérias e vírus, além de alergias referentes a determinadas substâncias, por exemplo, a poluição e a maquiagem. Leia Mais

O charme do outono traz algumas recomendações especiais.

O Outono é conhecido pelas temperaturas cada vez mais baixas e pelas chuvas frequentes, e este período pode trazer preocupações com doenças como a gripe e a asma.

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O que pode contribuir nesse momento é manter alguns hábitos que podem ajudar a fortalecer a sua imunidade. Leia Mais

Fique por dentro dos riscos das doenças respiratórias.

As doenças respiratórias são as que afetam os órgãos do sistema respiratório em geral, como pulmão, traqueia, seus nervos e músculos

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No total existem 14 tipos dessas doenças, com os mais diferentes níveis de seriedade, desde um simples resfriado, até mesmo aos casos mais graves e fatais, como a pneumonia bacteriana. Essa categoria de enfermidade tem como principais fatores de risco a poluição, o tabagismo, e as reações alérgicas de cada indivíduo. Leia Mais

Cuidados para tornar seu verão ainda melhor.

Já está planejando como vai curtir o verão? É importante também não esquecer os cuidados para aproveitar o melhor dessa estação.

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Cada estação do ano é boa a sua maneira, mas o verão ganha destaque, principalmente, por ser um período de férias e com bastante opções de lazer. Mas por mais divertido que o verão seja o seu objetivo principal é o descanso, por isso alguns cuidados são necessários para aproveitar melhor o momento sem ter as consequências do descuido. Leia Mais

AIDS: muita coisa mudou, mas o perigo continua.

A Aids é um problema que geralmente ganha destaque em determinadas épocas do ano, como o carnaval, mas o seu perigo é permanente, e qualquer situação de risco deve ser evitada.

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Desde o surgimento do primeiro caso da Aids no início da década de 80 muita coisa mudou no tratamento e na vida dos soropositivos. Ao contrário de antigamente, hoje é possível ser diagnosticado com a doença e ainda ter qualidade de vida, desde que seja realizado o acompanhamento médico, e o correto tratamento com os medicamentos específicos. Leia Mais

Obesidade Infantil.

A Obesidade Infantil já é considerada uma epidemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS). É um grande problema que, apenas no Brasil, cresceu 1000% nos últimos 40 anos.

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O quadro da Obesidade Infantil é constatado quando bebês e crianças, de até 12 anos, possuem o peso corporal superior a 15% ao valor médio para sua idade. Leia Mais

Conheça melhor o perigo do vírus Ebola.

O Ebola é uma febre hemorrágica viral, transmitida entre os mamíferos através do contato com os fluídos biológicos do infectado.

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O período de incubação do vírus é de 2 a 21 dias e os primeiros sintomas são: febre, forte dor de cabeça, fraqueza muscular, inflamação na garganta e calafrios. O quadro mais avançado da doença apresenta: vômitos, diarreia, dor no peito, no estômago, entre outros sintomas. Leia Mais

Cistite e infecção urinária: conheça os sintomas e tratamentos

Beber líquidos e urinar constantemente é tratamento e prevenção

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Cistite e infecção urinária têm sintomas muito parecidos, mas não são a mesma doença. Enquanto a cistite é uma inflamação da bexiga que pode se tornar uma infecção, a infecção urinária abrange todo o trato urinário, dos rins à uretra. Em ambos os casos, porém, dor ao urinar e uma constante vontade de ir ao banheiro são os sinais mais comuns, podendo existir também presença de sangue na urina.

Tanto a cistite e a infecção urinária são mais comuns em mulheres, principalmente naquelas que são ativas sexualmente. As mulheres são as mais afetadas porque sua uretra é menor que a dos homens e em local de fácil acesso a bactérias. Mas não se engane: os homens também sofrem com o problema.

Para o diagnóstico, o especialista costuma pedir exames de urina. No caso de uma infecção, o exame apontará a presença de bactérias e deverá ser tratada com antibióticos e muito líquido. No caso de uma inflamação, beber líquidos também é aconselhado e o uso de anti-inflamatórios, para diminuir o incômodo, pode ser uma opção.

É importante ressaltar que não se deve segurar a urina, o que ajuda no surgimento de cistite ou infecção urinária, pois a uretra não será limpa durante um longo período, ficando mais suscetível às bactérias. Também é aconselhável urinar após a relação sexual, mesmo que seja pouco para limpar a uretra. Usar camisinha é fundamental para diminuir o risco de infecção. E no caso de já estar infectado, não deixe de ir ao banheiro ao menor sinal: limpar o canal urinário faz parte do tratamento.

Você sabe o que é a doença de Crohn?

Quando em remissão, paciente deve ter cuidado com a dieta

Você sabe o que é a doença de Crohn?

A doença de Crohn é uma inflamação crônica no intestino, afetando principalmente a parte inferior do intestino delgado e o cólon. Apesar de não ter causa definida, acredita-se que uma desregulação do sistema imunológico seja o principal fator. Genética, infecções e até dietas também podem colaborar para que a doença apareça, principalmente em pessoas entre 20 e 40 anos e especialmente em fumantes.

Dor abdominal, diarreia e febre são os sintomas mais comuns da doença, mas também podem ocorrer o aparecimento de aftas, dores articulares e hemorroidas. Em 30% dos casos, ocorrem complicações graves, como fissuras e fístulas, ou seja, o intestino é perfurado, havendo uma vazamento de fezes para a região perineal e abdominal. Vale ressaltar que ter a doença de Crohn pode ser um fator de risco para desenvolver câncer de intestino.

A doença não tem cura, embora existam tratamentos eficientes que buscam aliviar os sintomas, corrigir as deficiências de nutrientes causadas pelas constantes diarreias e tratar o quadro inflamatório, ajudando na remissão da doença. Quando remissivo, o paciente deve ter cuidado com o que come, estando atento ao que não lhe faz bem, e priorizando o consumo de fibras.

Por ser muito parecida com outras doenças, como colite ou ileíte.
os exames para diagnosticar a doença de Crohn são vários, como endoscopias, raio-x e alguns exames de sangue.